Processos burocráticos atrasam a compra das botijas, diz diretora da escola.
Secretaria de Esducação diz que repasse para a compra já foi realizado.
Alunos de colégio infantil de Porto Velho estãosendo liberados antes do horário por falta de
merenda (Foto: Larissa Matarésio/G1)
A tia de dois alunos do colégio reclama. "Acho errado isso, liberar as crianças mais cedo. A minha irmã está trabalhando, se eu não pudesse vir buscá-los, não sei como seria", diz Ana Paula Toscano.
A diretora da escola Fátima do Socorro Sá Alves explicou que há alguns meses a escola São José recebia repasse de verbas da merenda pelo colégio Flor do Piquiá, no Bairro Tiradentes, assim como outras três escolas. Entretanto, houve um processo de desvinculação entre estas unidades.
"Agora o nosso repasse é feito pela escola Nossa Senhora do Amparo, mas como ainda estava sendo feito a migração das contas bancárias para destinação da verba, esse processo ficou um pouco atrasado", relata a diretora. Fátima também explicou que já entrou em contato com a Secretaria Municipal de Educação (Semed) e informou sobre a falta de gás.
Outras duas escolas também irão receber o repasse pela Nossa Senhora do Amparo, mas não estão com dificuldades com a merenda.
A diretora da divisão de apoio ao educando da Semed, Valcélia Sampaio Peres, diz que a diretora solicitou ajuda para comprar gás, mas ela ressaltou que o recurso para este tipo de manutenção na escola, o Programa de Apoio e Financiamento do Ensino (Proafen), no valor de R$ 14 mil já foi repassado.
"Cada escola que possui um conselho gerencia o seu próprio recurso. A verba para a Nossa Senhora do Amparo está disponível desde o dia 21 de abril. Não sabemos o que pode ter acontecido para faltar gás. Vamos apurar a situação", explica Valcélia, da Semed.
A previsão é que o problema seja sanado ainda nesta quarta-feira (5).
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