quinta-feira, 9 de abril de 2020

Desinfecção de ambientes corporativos pode salvar vidas em época de Covid-19

Markable Comunicação

Tecnologia promete desinfectar 99% dos ambientes contra vírus e bactérias
Três, quatro ou cinco profissionais completamente uniformizados e devidamente protegidos aplicam uma solução em pisos, corrimões, paredes, maçanetas e equipamentos. Essa é a rotina dos profissionais da Jan-Pro, rede especializada em limpeza, que atuam na desinfecção e sanitização de indústrias, ambientes corporativos, clínicas, hospitais e até mesmo em carros e ambulâncias em diferentes estados do Brasil. “Esse tipo de limpeza profissional não é obrigatória, mas já faz parte do plano de contingência de muitos estabelecimentos, que entendem a importância da correta higienização de espaços coletivos”, explica Renato Ticoulat, master franqueado no Brasil. 
A empresa, que inclusive já atuou em um cenário de pandemia global, em 2009, quando o país registrou casos de gripe H1N1, utiliza uma tecnologia própria, chamada de EnviroShield, método que aplica o produto desinfetante de forma eletrostática, ou seja, através de cargas elétricas. Cria-se uma espécie de névoa que cobre 100% da área sem que haja a necessidade do profissional ter contato direto com equipamentos e estrutura da sala. “Essa técnica já é utilizada em muitos outros países e mata todos os tipos de vírus e bactérias, inclusive o coronavírus”, comenta Ticoulat, que frisa ainda outros pontos positivos, como a agilidade e eficiência comprovada. “Temos o selo da ANVISA e garantimos a realização da limpeza de 250m² por hora”. 
A rede, que já sente o 300% de aumento da demanda pelos serviços no último mês, também trabalha alinhada à CCIH (Comissão de Controle de Infecção Hospitalar), desenvolvendo diversos tipos de manuais e treinamentos técnicos aos colaboradores, abordando pontos como: noção de microbiologia, definição de áreas críticas e não críticas, segregação de resíduos hospitalares, lavagem das mãos, limpeza terminal e desinfecção. 
Sobre a Jan-Pro
A Jan-Pro figura em primeiro lugar entre todas as franquias de limpeza comercial do mundo, utilizando tecnologia de ponta e produtos testados, aprovados e com certificação Green Seal, que garante seu conceito e aplicação sustentável. A rede inaugurou suas atividades na cidade de Atlanta, nos Estados Unidos, e hoje possui 12 mil franqueados espalhados pelo mundo. No Brasil desde 2011, a empresa já conta com 400 franquias nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Amazonas, Pará, Tocantins, Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rondônia. Mais informações: www.jan-pro.com.br


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Incorporadora RNI adere ao movimento #NãoDemita

RNI

Em respeito aos seus mais de 380 colaboradores diretos, a incorporadora RNI informa que aderiu ao movimento #NãoDemita durante o período de isolamento social – o grupo Rodobens compõe o grupo das empresas idealizadoras do manifesto. Esse compromisso reflete uma série de medidas adotadas pela companhia para garantir o bem-estar dos profissionais que atuam na sua sede, em São José do Rio Preto, em 13 obras em desenvolvimento pelo país e nas cidades onde a empresa mantém atividades de novos negócios e de vendas nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste.
Em março, a incorporadora reforçou a divulgação online de orientações aos funcionários e adotou o regime de trabalho remoto na maior parte de suas operações. Ela também interrompeu momentaneamente todos os eventos nos estandes de venda e priorizou sua estrutura de atendimento a distância, disponibilizando tours virtuais em seus apartamentos decorados, lives com corretores nas redes sociais e suporte completo aos clientes por WhatsApp, telefone e internet. Além disso, a companhia expandiu a adoção do contrato digital em suas atividades comerciais, que permite a realização das vendas em ambiente totalmente online. Já nos canteiros de obra, a construtora ampliou procedimentos de higienização pessoal, adotou medidas para evitar aglomerações de pessoas e para monitorar a saúde dos trabalhadores.
A RNI tem à sua disposição um canal de comunicação direto com a área de saúde ocupacional do grupo Rodobens, que conta com um comitê multidisciplinar para o enfrentamento dos desafios dessa crise. A empresa segue atenta aos desdobramentos da pandemia, confiante no restabelecimento da normalidade o mais rápido possível.
SOBRE A RNI                    
                         
Fundada em São José do Rio Preto há 28 anos, a construtora e incorporadora tem 182 empreendimentos lançados em todo o Brasil e atuação em 55 cidades de 12 estados brasileiros. Com capital aberto desde 2007, lançou mais de 69 mil unidades, somando 6,5 milhões de m² construídos, e faz parte das Empresas Rodobens, um dos maiores grupos empresariais do país, com atuação nos segmentos financeiro e de varejo automotivo – Banco, Consórcio, Corretora de Seguros, Leasing & Locação, Automóveis e Veículos Comerciais. Com atuação nacional, o grupo tem tradição de mais de 69 anos. www.rni.com.br.
Contatos para imprensa:Néctar Comunicação Corporativa
Gustavo Coltri – gustavo.coltri@nectarc.com.br
Telefones: (11) 5053-5120 - (11) 98823-1980
 
Luiz Pedrosa – luiz.pedrosa@nectarc.com.br
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Com sensibilidade e clareza, profissionais reúnem em livro assuntos expandidos sobre o Transtorno do Espectro Autista


Autismo: um olhar a 360º tem o intuito de desmistificar vários temas acerca desse transtorno
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é caracterizado pelo comprometimento na comunicação social como a linguagem verbal e não verbal deficitários, e os padrões de comportamentos restritos e repetitivos. O TEA manifesta-se na infância e, na maioria dos casos, até os cinco anos os sinais já podem ser vistos.
Um caminho que, muitas vezes, familiares e amigos de quem possui o TEA trilham com muitas dúvidas e medos. Assim, Tatiana Serra reuniu no livro Autismo: um olhar a 360º, lançamento pela Literare Books International, profissionais (médicos, psicólogos, terapeutas e educadores), com o intuito de desmistificar vários assuntos acerca desse transtorno. Os capítulos abordam desde a caracterização do transtorno, os problemas de comportamento decorrentes disso ao funcionamento do cérebro, e explicam sobre fatores de comunicação, direitos, inclusão familiar e escolar.
Tatiana Serra, que além de coordenadora editorial do livro é psicóloga e especialista em Terapia Comportamental, ressalta a importância dessa visão ampla e esclarecedora que a obra possui. “Mães e familiares de pessoas autistas chegam até nós confusos, cheios de sentimentos ambíguos, muitas vezes sem esperança e se sentindo fracassados. Por outro lado, realizados pelo sonho de ter uma família, um filho, que pode não ter sido sonhado previamente, mas que, ao receber a criança, o sonho despertou junto com a realização”, afirma a psicóloga.
Para a coordenadora, o objetivo do livro Autismo: um olhar a 360° é que as pessoas consigam encontrar uma direção mais clara nessa jornada sem aviso prévio para começar e prazo para finalizar. Tatiana ainda explica que não só os pais e familiares vivem situações desafiadoras, terapeutas e outros profissionais que lidam com essa área também enfrentam dificuldades, mas que o desafio em ajudar essas famílias se torna uma missão sólida em suas vidas.
Mais informações:
Autismo: um olhar a 360°
Editora: Literare Books International
Disponível na versão digital e física
Livro à venda pela Amazon: https://bit.ly/autismo-olhar-360


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Literare Books International

Camila Mortari
Assessora de Comunicação
camila@literarebooks.com.br
(11) 98930-6713

Naam Yoga São Paulo promove aulas online para fortalecer o sistema imunológico em época de quarentena

Naam São Paulo

Conheça a prática que promete beneficiar o corpo e o espírito
Após fechar o estúdio do Naam Yoga São Paulo devido a pandemia do COVID-19, a professora Giu Bergamo está promovendo lives em diferentes horários durante a semana para manter seus alunos em movimento. Durante a transmissão, são demonstrados os movimentos exatos que devem ser executados para que as pessoas realizem os exercícios de maneira segura e correta em casa. 
Para quem não conhece, o Naam Yoga São Paulo apresenta um método desenvolvido por Joseph Michael Levry,  ex-executivo de Wall Street e propositor de uma prática nascida para estimular as células do cérebro a se conectarem entre si de forma complexa, ativando caminhos neurais e conexões que estão subutilizadas com o objetivo de melhorar a saúde.
Quando você escuta o naam (palavra, verbo) sendo vibrado por um grupo, a vibração penetra no espaço por meio das vozes que são curativas e estimulantes para a alma humana. O naam permanece por um longo tempo no espaço onde foi vibrado, curando e estimulando todos que entram em contato com essa energia.
Entre os muitos benefícios do Naam Yoga está seu impacto no cérebro, nervos e no sistema endócrino. Através de um trabalho profundo de respiração a prática pode fortalecer os pulmões, o sistema imunológico * e elevar os níveis baixos de serotonina que tiveram origem pelo estresse, falta de sono e exercício, má nutrição e deficiência de luz do sol. Esses fatores estão conectados com desordem de déficit de atenção, irritabilidade, depressão, agressão, ansiedade, dificuldade de concentração, dor crônica, falta de descanso ou fadiga, náusea, desordem obsessivo-compulsiva, ganho ou perda de peso, fibromialgia, artrite, síndrome de fadiga crônica, intolerância ao calor e outras síndromes.
E as coisas boas não param por aí. O Naam Yoga também ajuda equilibrar a vida espiritual, já que a prática estimula a vivenciar o envolvimento e a perfeição da alma, uma abertura das faculdades intuitivas e do coração, e a habilidade de reconhecer a beleza interior e exterior. Com a prática, o centro do seu ser estará conectado com o coração do universo, de maneira que as correntes que passam pelo seu corpo entrarão em harmonia.
Confira a programação da professora Giu Bergamo do Naam Yoga São Paulo.
Segunda-feira:
07 às 08h - LIVE Meditação Naam Wellness
12h15 às 13h15 - Naam Yoga Soul
16h às 16h30 - LIVE LOVE Meditação Naam 
Terça-feira:
11h às 12h - Naam Wellness
16h às 16h30 -  LIVE LOVE Meditação Naam 
19h30 às 20h30 - The Naam 5 (flow)
Quarta-feira:
16 às 16h30 - LIVE LOVE Meditação Naam 
Quinta-feira:
11h às 12h - Naam Wellness
16h às 16h30 - LIVE LOVE Meditação Naam
19h30 às 21h - Shakti Naam Heart Power
Sexta-feira:
11h30 às 12h30 - The Naam 5 (flow)
16h às 16h30 - LIVE LOVE Meditação Naam 

Mais informações podem ser obtidas no site https://www.naamyogasp.com ou pelo telefone por mensagem no WhatsApp 11 - 98122-6899. Consulte os valores!


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Visarplan

Ercília Ribeiro
comunicacao@visarplan.com
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Office sweet office: trabalhar em casa é o futuro do trabalho

Markable Comunicação

* Por Melina Alves
Home office tem sido uma das expressões mais utilizadas nos últimos dias. Mas, apesar das experiências de trabalho remoto se espalharem ao redor do mundo, ainda se nota que o que deveria estar à disposição dos profissionais causou um certo desconforto em muitas empresas que não estão diretamente vinculadas à produção de tecnologia.
Não é para menos. Home office não significa simplesmente dar um notebook para cada funcionário e mandá-los para casa com uma lista de tarefas a serem entregues. Há toda uma cultura organizacional por trás de cada colaborador e que, antes de oferecer a possibilidade de se trabalhar remotamente, as organizações devem preparar toda a equipe, de gestores à colaboradores, de forma a fornecer infraestrutura e segurança para que a produção continue.
Embora o suporte tecnológico seja fundamental para que empresas possam seguir em frente, é também essencial uma postura mais empática com relação aos colaboradores. Para que o sistema de trabalho home office tenha sucesso, é vital que as organizações os compreendam principalmente as dificuldades em trabalhar em um ambiente em que estão vulneráveis à influência de informações e eventos que não estariam em suas mesas dentro das corporações.
É muito difícil se blindar totalmente do que está acontecendo em casa. Podem ocorrer situações em que há filhos, pais ou outras pessoas habitando o mesmo domicílio, que têm necessidades diferentes e por vezes precisam do auxílio uns dos outros. Problemas de casa, como queda de energia, vazamentos ou questões de condomínio também precisam fazer parte desta nova equação laboral.
As empresas devem compreender que seus colaboradores estão desempenhando suas funções em um ambiente diferente ao quais estão acostumados. Assim, a cobrança de prazos deve estar dissociada do cumprimento da jornada de trabalho “normal”, pois a depender do desenrolar dos dias domésticos de cada um, teremos cumprimentos de carga horária que variam de um colaborador para outro.
O trabalho assíncrono exige compreensão de que nem todas as perguntas podem ser respondidas imediatamente. A paciência deve ganhar espaço para que a cobrança não acabe atrapalhando quem está fazendo o possível para cumprir suas obrigações e as relações de confiança se estabelecem a partir daí. Esse posicionamento gera um estreitamento de laços e a noção de responsabilidade de ambas partes no que tange ao cumprimento de metas. 
A colaboração é fundamental para que o trabalho remoto tenha sucesso. Contar com a compreensão, engajamento, feeling e empatia da equipe é um desafio, mas não chega nem perto do impossível. A própria prática do home office cria um ambiente favorável para que essa colaboração se estabeleça de forma natural, quase orgânica. 
Estabelecida a base do trabalho remoto sob esses quatro pilares - a tecnologia, a empatia, a confiança e a colaboração - os resultados poderão surpreender mesmo os mais céticos já que o home office é capaz de aumentar a motivação dos colaboradores e consequentemente a produtividade da equipe e a qualidade do trabalho apresentado. Sim, trabalhar em casa é o futuro do trabalho.
CEO e fundadora da DUXcoworkers, Melina Alves é especialista em usabilidade e arquitetura da informação e está entre as 40 mulheres líderes de UX mais lembradas do país. A executiva é pós-graduada em Tecnologia da Informação pela Faculdade Impacta de Tecnologia e em Administração Empreendedora pela FGV.  A empresa liderada pela executiva tem espaço inclusivo para mães 90% de sua mão de obra composta por mulheres.


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Markable ComunicaçãoMariana Vieira
Gerente de Redação
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Mondial Eletrodomésticos produz na Bahia 40 mil protetores faciais para o combate à Covid-19



Fábrica localizada em Conceição do Jacuípe parou linhas de produção de eletrodomésticos para a produção dos protetores faciais

No intuito de colaborar com as ações de apoio e incentivo aos profissionais de saúde do País, no combate ao novo coronavírus, a empresa de eletrodomésticos portáteis Mondial parou linhas de produção de eletrodomésticos na sua unidade localizada em Conceição do Jacuípe, na Bahia, para a produção de protetores faciais. Segundo comunicado da empresa, os primeiros lotes estão sendo doados para hospitais públicos e privados, unidades de saúde e postos de saúde dedicados à pandemia na Bahia, e gradativamente poderão ser destinados a outros estados.
Segundo o secretário do Planejamento, Walter Pinheiro, esta é uma significativa contribuição que a Bahia está recebendo da Mondial. “Então temos que agradecer a esta iniciativa, uma vez que este protetor facial, do tipo Face Shield, é bastante seguro para ser utilizado por quem está na linha de frente, no atendimento das pessoas que chegam nos hospitais e unidades de saúde, evitando, assim, o contato com gotículas, salivas e fluídos nasais que possam atingir o rosto, o nariz, a boca e os olhos”, destacou.
“Todas as doações que estamos recebendo são fundamentais para enfrentar o coronavírus. Este produto é de extrema necessidade e importância aos profissionais dos hospitais e ajudam a rede pública de saúde da Bahia nesta guerra”, afirma o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico.
Segundo o cofundador da Mondial Giovanni Marins Cardoso, todas as recomendações do Ministério da Saúde para este EPI foram atendidas na execução deste projeto, que foi desenvolvido com a colaboração de integrantes do Instituto Recôncavo, e da organização não-governamental e-NABLE Brasil. “Diante do cenário, adaptamos a nossa fábrica para auxiliar na segurança dos que precisam estar na linha de frente, cuidando das pessoas. Esperamos dar alguma contribuição neste momento”, completa Giovanni.
Sobre a Mondial
A marca Mondial é líder em vários segmentos de eletrodomésticos portáteis – como ventilação, fritadeiras sem óleo, liquidificadores, espremedores de frutas, sanduicheiras, churrasqueiras elétricas e extratores de sucos. A empresa possui duas unidades de produção, uma em Conceição do Jacuípe (BA) com 91.000 m² de área construída e outra em Manaus (AM) com 5.000 m² de área construída, e emprega 3.300 funcionários diretos.

Foto: Divulgação/Mondial

Assessoria de Comunicação
Secretaria do Planejamento do Estado da Bahia
Av. Luis Viana Filho, 2ª avenida nº250 - CAB
CEP 41.745-003 | Salvador - Bahia
comunicacao.seplan@seplan.ba.gov.br 
(71) 3115-3559 | (71) 3115-3948

DMCard engaja varejo supermercadista em campanha de doação de cestas básicas e itens de higiene pessoal

DMCard

Em parceria com a plataforma de voluntariado Transforma Brasil, administradora de cartões de crédito acionou supermercados em busca de melhores preços na aquisição de produtos e logística para atendimento de famílias em todo o país
A plataforma de voluntariado Transforma Brasil conta com um fundo criado a partir de doações de empresários e pessoas físicas para atender famílias em vulnerabilidade social. Atualmente, a instituição está destinando estes recursos financeiros na compra de cestas básicas e produtos de higiene pessoal para atender, principalmente, pessoas que tiveram suas rendas comprometidas devido ao isolamento social contra a proliferação do coronavírus. Diante da importância e urgência da ação, a DMCard entra com seu total apoio por meio da convocação do varejo supermercadista a oferecer estes itens essenciais a preço de custo.
“Engajar o varejo para que possa nos oferecer as cestas básicas e produtos de higiene com valores mais acessíveis, abrindo mão de seu lucro nestes itens, fará com que o dinheiro recebido pelas doações ao Transforma Brasil renda mais e, assim, possamos ajudar um maior número de pessoas em cada uma das iniciativas sociais de todo o país”, explica Sandra Castello, Diretora de Marketing e Pessoas da DMCard. “A ABRAS – Associação Brasileira de Supermercados – também comprou nossa ideia e está nos dando suporte para alcançarmos o maior número possível de varejistas e também contamos com o apoio da Comunix, empresa de tecnologia em operação e gestão de call centers que está viabilizando toda a inteligência por trás da ação”, acrescenta a executiva.
Fundo Transforma Brasil recebe doações por meio de depósito bancário
Além de um exército de voluntários que doam seu tempo e sua dedicação no trabalho de preparo e distribuição dos produtos, o fundo da plataforma Transforma Brasil continua recebendo doações por meio de depósito bancário na conta da “Associação Transforma Brasil”: Banco Itaú (341), agência nº 7123, conta corrente nº 37380-0, CNPJ: 35.815.056/0001-89
Todas as famílias beneficiadas serão indicadas pelas mais de 2.500 iniciativas sociais já cadastradas no portal www.transformabrasil.com.br.
Beneficiados retiram os produtos diretamente nas lojas parceiras
O recrutamento desses varejistas pela DMCard leva em consideração a proximidade entre as lojas e as ONGs espalhadas pelo Brasil que indicam as famílias que receberão o benefício. A empresa conta com o apoio da ABRAS para engajar varejistas em regiões que não têm redes que sejam clientes da administradora de cartões de crédito.
“Ao criar essa verdadeira rede do bem entre o varejo supermercadista, a logística de atendimento a essas famílias se tornará muito mais fácil e ágil. Por meio de um sistema em que todos os parceiros serão treinados, a loja recebe o cadastro das pessoas que receberão os itens adquiridos em seu estabelecimento e que serão retirados pessoalmente”, conta Sandra.
Além da venda a preço de custo, o apoio do varejo também chega em forma de voluntariado, pois assumem todo o trabalho de montagem das cestas básicas e kits de higiene, além da estrutura de entrega e controle dos produtos. “Com toda essa dedicação, temos certeza que estas caixas chegarão às mãos de quem precisa não apenas cheias de produtos, mas também repletas de amor”, conclui a diretora.
Sobre o Grupo DMCard
 A DMCard é uma administradora de cartões private label que nasceu em 2002, em São José dos Campos, interior de são Paulo. A empresa viabiliza a redes de supermercados a possibilidade de oferecerem aos seus consumidores um cartão de crédito de marca própria que, além de aumentar as vendas, fideliza seus clientes. Além da própria, o grupo conta também com a processadora de cartões Infocards e a financeira Finansinos S/A.
 Denis César Correia, CEO do Grupo, explica o sucesso e os diferenciais da DMCard: “Somos uma empresa especialista em varejo, por isso podemos atender às necessidades específicas do segmento”.
 A DMCard nasceu de uma pequena operação de cartões de fidelidade de uma rede varejista. Hoje, possui uma completa e integrada estrutura de administração e processamento de operações, e atua em diversas regiões do Brasil. A empresa já ultrapassou a marca de 3 milhões de cartões emitidos para mais de 360 redes e 2.300 lojas, incluindo Sonda, Cobal, Spani, Semar, Royal, Unissul, Unidasul, Docelar, Joanin, Ricoy, Imec, BH, Koch, Paulistão, Extrabom e Althof.
 Além do crédito, a DMCard ainda oferece uma poderosa ferramenta de CRM que coleta informações sobre o hábito de compra dos consumidores, permitindo, assim, a criação de campanhas personalizadas e relevantes para os diferentes perfis de clientes existentes.
 Com nota alta em qualidade de serviço, a DMCard é uma das únicas empresas de cartões que possui o selo RA1000, garantindo o compromisso da marca em oferecer o melhor atendimento para seus parceiros e clientes.
www.dmcard.com.br

Informações à Imprensa
C+M Comunicação
11 4110-5132 / 11 95653-2013
Antonio Montano – antonio@castilhoemontano.com.br
Ary Cruz – arycruz@castilhoemontano.com.br


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Sandra Castello, Diretora de Marketing e Pessoas da DMCard
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Sandra Castello, Diretora de Marketing e Pessoas da DMCard
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Antonio Montano
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A BARBÁRIE COMUNISTA CHINESA COMPRANDO O BRASIL


Cheguei à triste conclusão que perdi o  meu tempo e fui enganadopelos meus professores na Faculdade de Direito .Meu aprendizado sobre o significado da SOBERANIA DE UM PAÍS passa muito longe da realidade como ela “é”, especialmente em relação ao Brasil.
Por esse motivo a propalada  “soberania” brasileira só  pode ser entendida como tal no mundo das “fantasias”. No mundo do “faz-de-conta-que é”.
Apesar dos maiores doutrinadores  do Direito,tanto na Teoria  Geral do Direito, quanto na Doutrina do Estado,e no próprio Direito Constitucional,onde os meus professores certamente foram buscar  as “verdades” que me “repassaram”, a tal soberania “teórica” dos livros pode não corresponder exatamente  à “soberania” prática, nas relações internacionais.
Isso porque na verdade são os costumes e práticas SOBERANAS  que fazem as soberanias,não as leis,as  constituições,os livros, os discursos dos políticos, e as “continências” militares.
No caso  particular do Brasil ,por exemplo,os políticos,os operadores do direito, e os próprios militares,que levam essa discussão muito a sério, dentre outras categorias,geralmente confundem a independência jurídica e política do país, aquela mesma independência que é comemorada a cada 7 de Setembro, com a sua pretensa soberania,que são coisas bem distintas. Enquanto as independências política e jurídica significam concepções meramente formais,previstas nas normas legais internas, e nas leis internacionais,a soberania é bem mais ampla do que isso e  tem mais exigências.
Apesar de independente,a soberania brasileira nunca foi completa,sofrendo alguns “arranhões”, em face primeiramente dos Estados Unidos,em virtude  dos grandes investimentos que as suas empresas fizeram no país ,e das afinidades políticas e jurídicas existentes entre essas nações.
Mas a perda de uma pequena parcela  da soberania brasileira para os Estados Unidos ,acaba se tornando  um “brinquedinho-de-criança” perto do que vem acontecendo em relação à República Popular da China,que está “engolindo” o Brasil, não só pelos fantásticos investimentos chineses  até agora, como principalmente pelos que se avizinham.
Os chineses estão de “prontidão” com os seus “yuans” para arrematarem,a troco de “banana”, como sempre foi, todas as grandes empresas estatais da União (subavaliadas), que logo serão privatizadas, e que “restaram” da “privataria tucana” (de 1995 a 2003),e da “privataria” do   PT/MDB, de 2003 a 2018,que prosseguiram  a “obra” de FHC.
A prova maior da plena consciência que os  chineses têm sobre a  aquisição que estão fazendo “do Brasil”,onde já compraram grande parcela  das suas terras,e investiram e continuarão investindo  em empresas  de alta rentabilidade, e que estão  ganhando por larga margem essa “corrida” dos Estados Unidos, foi justamente a maneira acintosa,”desaforada”,  e agressiva  ,com que o Embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, exigiu “desculpas” pela verdade que Carlos Bolsonaro, filho do Presidente, postou em rede social, no dia 18 de março de 2020, dizendo que a” culpa pelo novo coronavirus era  da China”. E todos sabem que “é” mesmo.
Aí já cabe um (parênteses): o que aconteceria com o  embaixador brasileiro  na China se  ele tivesse dito  algo semelhante por  “lá” ? Certamente ele seria expulso e a Embaixada “fechada”.
Se os meus prognósticos de certo modo “pessimistas” se concretizarem, ou seja,se a China acabar vencendo  os Estados Unidos na “disputa” pelo Brasil, certamente o povo brasileiro implorará pelo retorno do “imperialismo” americano. Uma “amostragem” do que “seria” já foi dada pelo Embaixador chinês,que teve uma atitude de “mando”,nada “diplomática”, de consciência de poder sobre o Brasil, de “dono da situação”, de “soberano” do Brasil,o que os americanos jamais ousaram fazer.
E o dia  em que os “chinas” tomarem conta do Brasil, aplicando  os  seus “yuans”,ou seja,dominarem a  economia, certamente também dominarão a política , mesmo que através de “prepostos” com identidade brasileira,  que ao que parece  já estão dando como “favas contadas” que terão novo “patrão”, e já procuram maior aproximação  com os chineses,até “in loco”, inclusive, para minha surpresa, respeitáveis militares. De “arrasto” a todos esses investimentos chineses virá ,com certeza , também a  venda da“soberania” brasileira.
Os próprios constituintes de 88 escreveram a “carta” sem muita certeza da “soberania” brasileira, e de que ela  estaria afastada do “comércio” internacional, como objeto de “compra e venda”. Enquanto a soberania mereceria ao menos um só artigo específico,dentro das centenas existentes na Constituição,a única “soberania” que prevista  está até meio “escondida”, constando unicamente  como  um dos 5 (cinco) incisos do artigo 1º da CF (I) ,que trata dos “fundamentos” do Brasil.
Isso porque hoje “soberania” se tornou conceito mais econômico do quepolítico ou jurídico. Quem domina a economia ,o dinheiro, é o verdadeiro titular da soberania. E os chineses sabem disso melhor que ninguém. “Eles” sempre respeitarão a “soberania” brasileira (de papel),mas desde que ditem as regras dessa soberania.
Se o povo brasileiro quiser antever  o seu futuro com os “chinas” mandando,basta que olhe para o povo chinês,hoje, um dos mais maltratados e miseráveis do mundo, que só tem deveres para o Estado,e para o Partido Comunista da China,que governa esse país desde 1949, e nenhum direito. Por que será que  a ditadura chinesa  não aplica a reserva dos yans que têm guardada para melhorar a qualidade de vida do seu povo ,ao invés de viajarem pelo mundo para comprá-lo,como já fizeram com grande parte  da África ?
Será que os chineses pensam que conseguem enganar o mundo com as suas “maravilhas”,de “cartão postal”, e que  se resumem a poucos nichos de uma certa suntuosidade urbanística ?
Sérgio Alves de Oliveira
Advogado e Sociólogo

quarta-feira, 8 de abril de 2020


Ajuda emergencial não pode ser debitada para quitar dívidas, diz Caixa

Postado em 08/04/2020 8:09 DIGA BAHIA!
O auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores de baixa renda afetados pela pandemia do novo coronavírus não poderá ser debitado automaticamente caso haja dívidas em atraso e saldo negativo na conta, disse hoje (7) o vice-presidente de Rede de Varejo da Caixa Econômica Federal, Paulo Henrique Angelo. Segundo ele, o alerta recebido no momento do cadastro será cancelado ainda esta noite.
“Todo crédito que for efetuado em conta corrente, nos bancos, não haverá o débito [automático]. A gente colocou uma mensagem de alerta, quando foi feito o desenvolvimento do aplicativo, para eventuais débitos na conta que pudessem ser descontados. Com a realização e o fechamento de acordo com todos os bancos no Brasil, na atualização [do site e do aplicativo] desta noite nós excluiremos este alerta. Então, amanhã ninguém mais terá esse alerta. Não haverá nenhum débito do valor a ser creditado do benefício”, afirmou Angelo em entrevista coletiva para explicar o pagamento do benefício.
Os trabalhadores informais, microempreendedores individuais e autônomos que pagam contribuição individual ou facultativa à Previdência Social receberam o aviso de que a ajuda emergencial poderia ser descontada para quitar débitos em atraso caso a conta estivesse no vermelho. A mensagem apareceu no momento de preencher os dados da conta bancária.
Segundo Angelo, um acordo entre o governo e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) garantiu que os depósitos do auxílio emergencial de R$ 600, que podem chegar a R$ 1,2 mil para mães solteiras, não sofrerão nenhum tipo de débito automático. “Colocamos mensagem de alerta para eventual desconto de débitos do auxílio antes [do fechamento do acordo], mas essa mensagem será retirada do sistema ainda hoje à noite”, garantiu.
Pela manhã, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, tinha dito que o benefício não será abatido mesmo para quem estiver com cheque especial no negativo.
Em nota, a Febraban informou que a vedação a descontos automáticos do benefício consta do mesmo acordo que isentou, por 90 dias, a cobrança de tarifas de DOC ou de TED sobre a transferência do benefício para contas de outros bancos. “As instituições financeiras colocarão esses valores [do auxílio] em uma conta separada da conta principal do beneficiário, mas vinculada a ela. Assim, os recursos poderão ser movimentados usando os mesmos cartão e senha da conta principal, sem que haja risco de que sejam realizados débitos indevidos sobre o valor do auxílio emergencial”, explicou a entidade.
Agência Brasil
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Trump: EUA podem estar chegando ao topo de curva de contaminação

Postado em 08/04/2020 8:05 DIGA BAHIA!
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse que o país pode estar chegando ao topo da “curva” na pandemia do coronavírus, e que não viu um aviso antecipado por escrito, feito por seus principais assessores da Casa Branca, sobre a pandemia.
Ele afirmou que está relutante em falar sobre a questão, mas que o país pode estar a caminho de um resultado com menos mortes do que foi projetado. A força-tarefa de Trump para o coronavírus estimou que até 240 mil pessoas nos Estados Unidos poderiam morrer na pandemia.
Trump reiterou que gostaria de reabrir a economia do país. “Queremos abrir em breve, é por isso que eu acredito que talvez estejamos chegando ao topo da curva”.
O presidente afirmou que não tinha visto memorandos escritos pelo conselheiro comercial da Casa Branca Peter Navarro alertando sobre os riscos do coronavírus.
Navarro, conhecido pelo posicionamento linha dura em relação à China, enviou um comunicado no fim de janeiro, alertando que o novo coronavírus poderia criar uma pandemia e pediu uma proibição de viagem para a China, segundo o jornal The New York Times. Um segundo memorando, escrito no fim de fevereiro e enviado ao presidente, disse que a doença poderia matar até 2 milhões de norte-americanos.
Trump disse que tinha confiança em Navarro, que supervisiona questões relacionadas ao uso do Ato de Defesa de Produção pelo presidente, para obter suprimentos necessários no combate à pandemia.
Donald Trump redobrou suas críticas sobre como a Organização Mundial da Saúde (OMS) tem lidado com o vírus e disse que os Estados Unidos vão suspender o financiamento à organização. Pressionado sobre essa decisão, ele afirmou que está avaliando a medida.
Agência Brasil

Por que o coronavírus está matando mais homens que mulheres?

Postado em 08/04/2020 9:51 DIGA BAHIA!
Já se sabe que a covid-19 tende a afetar mais os velhos e aqueles com doenças associadas, as chamadas comorbidades. Mas desde que o coronavírus se alastrou e provocou mortes em mais de uma centena de países, uma pergunta vem intrigando cientistas de todo o mundo: por que homens estão morrendo mais do que as mulheres?
A tendência foi observada inicialmente na China, onde o surto teve origem. Depois, se refletiu em países como França, Alemanha, Irã, Itália, Coreia do Sul e Espanha.
E também no Brasil. Segundo últimos dados do Ministério da Saúde, 58% dos óbitos por covid-19 foram de pacientes do sexo masculino.
O número surpreende ainda mais quando se leva em conta que, no país, há 4 milhões mais mulheres do que homens acima dos 60 anos – faixa etária a partir da qual a maior parte das mortes por covid-19.
Cientistas ainda não sabem dizer ao certo por que isso vem ocorrendo.
Mas apostam que a resposta não está em um único fator, mas possivelmente numa combinação deles: biologia, estilo de vida e comportamento poderiam explicar o caráter “sexista” da covid-1
Estilo de vida pouco saudável?
Uma primeira explicação veio da China. Naquele país, estudos preliminares mostraram que os homens corriam muito mais risco do que as mulheres em relação ao coronavírus.
Um levantamento com 99 pacientes em um hospital na cidade de Wuhan, origem do surto, descobriu que dois terços dos pacientes eram homens e mais da metade dos doentes hospitalizados tinham doenças crônicas como cardiopatias ou diabetes.
Dados mais recentes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças chinês, baseados em dezenas de milhares de casos, revelaram que 64% dos mortos por covid-19 eram homens.
A causa mais provável teria a ver, então, com o estilo de vida. Ao redor do mundo, homens tendem a beber e a fumar mais do que as mulheres e, portanto, ficam mais suscetíveis a desenvolver doenças pulmonares e cardiopatias, o que os fragilizariam caso contraíssem o coronavírus.
Os números embasavam essa constatação: 48% dos chineses acima de 15 anos fumam, contra apenas 2%, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Além disso, fumantes tocam a boca a todo o momento, porta de entrada para o vírus, e têm mais chances de compartilhar cigarros contaminados.
Um estudo com 1.099 pacientes na China com covid-19, publicado na revista científica New England Journal of Medicine, em fevereiro deste ano, revelou que 26% daqueles que precisam de cuidados intensivos ou morreriam eram fumantes.
E, num contexto mais amplo, também há o fator comportamental: estudos mostram que homens lavam menos as mãos do que as mulheres, tendem a usar menos sabão, assim como deixam de ir ao médico com regularidade e ignoram os alertas das autoridades de saúde.
Mas outros aspectos começaram a ser considerados a partir do momento em que o coronavírus cruzou as fronteiras da China e atingiu outros países.
Na Coreia do Sul, por exemplo, embora mulheres sejam 61% dos casos confirmados, 54% dos mortos são homens.
Já na Itália, sete em cada dez óbitos por covid-19 são de pacientes do sexo masculino, embora 28% dos homens e 19% das mulheres fumem.
E na Espanha, o número de homens mortos é o dobro do de mulheres.
Então, o que explicaria essa diferença?
Segundo os cientistas, o motivo seriam diferenças biológicas entre homens e mulheres.
Pesquisas mostraram que as mulheres geralmente têm sistemas imunológicos mais fortes do que os homens e, portanto, debelam infecções com mais facilidade.
“Sabemos cada vez mais que há diferenças de gênero substanciais na resposta imune para uma gama de infecções e, no geral, as mulheres reagem mais forte e agressivamente”, diz à BBC Philip Goulder, professor de Imunologia na Universidade de Oxford, no Reino Unido.
De acordo com estudo recente publicado na revista científica Human Genomics, o cromossomo X contém um grande número de genes relacionados à imunidade e, como as mulheres têm dois deles (os homens só tem), largam na frente no combate a doenças.
“Especialmente, genes que decodificam a proteína que detecta os vírus, como o coronavírus. Isso significa que a resposta que as mulheres vão ter contra esse vírus será, de forma geral, mais forte do que a dos homens”, explica Goulder.
Pesquisas também descobriram que o estrogênio, hormônio sexual muito mais prevalente nas mulheres, protegeu fêmeas de camundongos infectadas pelo vírus da SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave), causada por outro tipo de coronavírus e responsável por um surto em 2003.
Durante essa epidemia, os homens também tinham uma taxa de mortalidade muito superior à das mulheres.
O mesmo ocorreu durante o surto da Mers (Síndrome respiratória do Oriente Médio) que surgiu em 2012 na Arábia Saudita e se espalhou por outros países da região.
Até durante a gripe espanhola de 1918, que matou 50 milhões de pessoas ao redor do mundo, homens eram mais propensos a morrer do que mulheres.
Além disso, a testosterona, hormônio sexual mais predominante nos homens, tende a ser imunossupressora. Essa é a razão pela qual homens com níveis mais altos de testosterona tendem a responder pior à infecções respiratórias, por exemplo.
‘Mais dados’
Contudo, apesar das evidências cada vez mais crescentes, especialistas dizem que mais dados são necessários para determinar por que morrem mais homens do que mulheres de covid-19.
Recentemente, o Global Health 50/50, um instituto de pesquisa ligado à Universidade College London, no Reino Unido, analisou os dados públicos disponíveis de 20 países com o maior número de casos confirmados de coronavírus até o dia 20 de março.
O objetivo era entender por que mais homens estariam morrendo de covid-19 do que mulheres.
Desses 20 países, apenas seis tinham dados por gênero tanto para casos confirmados quanto para mortes – China, França, Alemanha, Itália, Irã e Coreia do Sul. Outros sete somente para o número de casos confirmados.
O levantamento ainda não foi submetido a nenhuma revista científica para publicação e tampouco revisado.
“Quando observamos os dados desses países, a taxa de mortalidade dos homens por covid-19 pode superar a das mulheres em um patamar que varia de 10% a 90%”, diz Sarah Hawkes, professora de saúde pública global na Universidade College London (UCL), no Reino Unido, à emissora americana CNN.
Especialistas acreditam que, se mais países tivessem informações mais detalhadas por gênero, governos poderiam basear-se nesses dados para formular políticas públicas de combate ao coronavírus.
“O que a covid-19 revela é um caso clássico de falha no uso de dados para a tomada de decisão. Sabemos o sexo de cada paciente. Mas os dados não são coletados e analisados sob o prisma do gênero”, diz à CNN Kent Buse, cofundador do GH5050 e diretor da Unaids, agência da ONU para a Aids.
“Todos os dados sobre risco, capacidade de recuperação, grau de infecção são cruciais em uma pandemia”, acrescentou Arthur Kaplan, professor de Bioética na Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, à emissora americana.
R7