MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Ibope: insatisfação dos brasileiros vai fazer Dilma cair muito mais, diz Aécio.



Aécio Neves é recebido pelo governador de Alagoas, Teotonio Vilela Filho, no bloco Pinto da Madrugada (Foto: Waldson Costa/G1)
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse neste sábado (22), em Maceió, que a queda da aprovação da presidente Dilma Rousseff (PT) nas pesquisas reflete o fracasso da economia do país e a insatisfação da população com o andamento das obras da Copa do Mundo. Segundo pesquisa Ibope divulgada na sexta-feira, a taxa de aprovação do governo Dilma caiu de 43%, em dezembro, para 39% no levantamento realizado entre os dias 13 e 17 deste mês.
"A queda nas pesquisas representa o momento, o fracasso da economia, o recrudescimento da inflação e a política externa desastrosa e equivocada", disse Aécio, que deverá enfrentar a petista na eleição presidencial deste ano.
O senador mineiro afirmou que o resultado reflete os atrasos nas obras de mobilidade urbana para a Copa do Mundo pode ter influência sobre a queda na aprovação de Dilma. "[A queda na popularidade] Reflete também a insatisfação dos brasileiros, que estão decepcionados com o andamento muito lento das obras de mobilidade urbana, visando a Copa." Ele disse acreditar que "a tendência é que essa queda se acentue à medida que a campanha dos partidos de oposição avance".
Aécio participa neste sábado do desfile do bloco "Pinto da Madrugada", no pré-carnaval de Maceió. O senador se encontrou com o governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho (PSDB), de onde seguiram juntos para acompanhar o bloco. A visita de Aécio a Maceió ocorre quatro dias após a presidente Dilma passar pela capital alagoana. O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que também deverá concorrer ao Planalto, era esperado, mas cancelou a viagem para participar de encontro da Rede Sustentabilidade em Porto Alegre.
Aécio, que também é presidente nacional do PSDB, afirmou que as diferenças locais devem ser respeitadas na formação de coligações nos Estados para as eleições deste ano. "As alianças são importantes, mas deve prevalecer a lógica da realidade local. Vou respeitar as diferenças e procurar unir o bloco de oposição nos Estados, até porque acreditamos que estaremos juntos num eventual segundo turno", disse o senador.
Em Alagoas, o PP, partido que integra a base de Dilma, apoia a gestão Teotônio Vilela (PSDB), mas deverá lançar como candidato próprio o senador Benedito de Lira (PP). O PT deverá apoiar o candidato indicado pelo senador Renan Calheiros (PMDB), que faz oposição ao governo Vilela. (Folha Poder)
BLOG DO CORONEL

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