Categoria defende reestruturação salarial e condições de trabalho.
Policiais, agentes e papiloscopistas seguem paralisação nacional.
Policiais federais em pescaria simbólica durante protesto no Amapá (Foto: John Pacheco/G1)
Augusto Almeida, presidente do Sindicato dosPoliciais Federais no AP (Foto: John Pacheco/G1)
A categoria cobra aumento salarial, o que não ocorre há seis anos, além do pagamento de um adicional destinado aos federais que atuam em área de fronteira, que, segundo o sindicato, está “empacado” no Congresso Nacional. De acordo com o agente Diogo Pedrosa, o pouco efetivo de profissionais já prejudica a atuação da Polícia Federal no Amapá.
“Percebemos que a área de inteligência responsável pelas grandes operações está praticamente desativado. Estamos trabalhando na cobertura de grandes eventos e na área administrativa. A essência do trabalho investigativo da Polícia Federal não está sendo praticado”, disse Pedrosa, durante a paralisação, que segue até a quarta-feira (26), quando haverá um novo protesto.
O segundo dia de paralisação contará com o apoio da Polícia Rodoviária Federal e da Receita Federal, na cobrança pelo adicional destinado aos profissionais de fronteira.
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