MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Sergipanos reclamam da falta de medicação para tratamento do câncer


Principais tipos de câncer são de pele, próstata, mama, pulmão.
Huse e Hospital Cirurgia fazem tratamento no estado.

Do G1 SE

A falta de remédios que complementam a quimioterapia é um dos problemas enfrentados por alguns sergipanos que precisam de tratamentos nas duas unidades públicas de saúde, o Hospital Universitário (Huse) e Hospital Cirurgia.
De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, os tipos de câncer mais comum no estado são o de pele, próstata, mama, pulmão e colo do útero.
“Na mulher o câncer de colo do útero é o mais comum aqui. Até mesmo por desinformação do exame preventivo, o papa Nicolau”, explica o oncologista “ele consegue identificar a doença antes de virar o câncer”.
A agricultora Maria Irani dos Santos tentou iniciar o tratamento assim que soube do diagnóstico. “Mas interrompi há um mês por falta de medicação da quimioterapia. Com isso a doença só aumenta”. Ela informa que são necessárias seis sessões para finalizar o tratamento, mas foi informada que a medicação não tem previsão para chegar.
O aposentado Antônio Siribino viajou pela quarta vez do interior do estado à procura dos remédios, mas não encontrou. “Com isso a doença só vai aumentar”, lamenta.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) o câncer é a segunda causa de morte no mundo. Somente no ano de 2013 foram diagnosticados 500 mil novos casos. A cura é possível, segundo especialistas, desde que o paciente não atrase o início do tratamento.
“Se alguém teve o diagnóstico de alguma doença maligna a primeira coisa a ser feita é não desesperar e procurar o controle da situação”, orienta o coordenador de Oncologia do Huse, Adolfo Scherr.
A Fundação Hospitalar de Sergipe (FHS) informou em nota que alguns medicamentos já estão sendo adquiridos no Huse.
No estado existem dois locais que tratam especificamente da doença, o Huse e o Hospital Cirurgia.

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