Secretário de Estado dos EUA voltou a criticar a violência no país,.
Presidente venezuelano disse que Kerry foi 'intervencionista'.
O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, classificou neste sábado (22)
de "arrogantes, intervencionistas e insolentes" declarações do
secretário de Estado americano, John Kerry, que afirmou que os EUA
consideram "inaceitável" o emprego da força contra manifestantes na
Venezuela.
"Acabo de ler declarações recentes de John Kerry: arrogantes, intervencionistas e insolentes que confirmam os termos da ameaça que denunciei", escreveu Maduro no Twitter.
Sem se referir ao convite ao diálogo que Maduro fez previamente ao
presidente americano, Barack Obama, o secretário de Estado dos EUA pediu
em comunicado que o Executivo da Venezuela encerre sua "tentativa de
reprimir os dissidentes através da força e que respeite os direitos
humanos básicos".
Kerry também disse que o governo de Maduro "deve libertar os opositores presos" e repetiu que "é inaceitável" e aumentará "as probabilidades de mais violência" a decisão de "usar a força" e "a intimidação judicial contra pessoas que estão exercendo seu legítimo direito de protestar".
Maduro considerou que com as declarações Kerry não só "ameaçam a Venezuela com mais violência", mas, além disso, "dão sinal verde aos grupos violentos para atacar nosso povo".
"Que saiba o Império brutal e insolente que os seguiremos derrotando com a força de nosso povo, que é a força de Bolívar e Chávez", afirmou, em alusão ao herói independentista Simón Bolívar e ao recentemente falecido presidente Hugo Chávez.
Horas antes de Kerry divulgar seu comunicado e Maduro o responder, o governante venezuelano tinha convocado Obama em entrevista coletiva para "um diálogo entre a Venezuela patriota e revolucionária e os Estados Unidos e seu governo".
"Acabo de ler declarações recentes de John Kerry: arrogantes, intervencionistas e insolentes que confirmam os termos da ameaça que denunciei", escreveu Maduro no Twitter.
Kerry também disse que o governo de Maduro "deve libertar os opositores presos" e repetiu que "é inaceitável" e aumentará "as probabilidades de mais violência" a decisão de "usar a força" e "a intimidação judicial contra pessoas que estão exercendo seu legítimo direito de protestar".
Maduro considerou que com as declarações Kerry não só "ameaçam a Venezuela com mais violência", mas, além disso, "dão sinal verde aos grupos violentos para atacar nosso povo".
"Que saiba o Império brutal e insolente que os seguiremos derrotando com a força de nosso povo, que é a força de Bolívar e Chávez", afirmou, em alusão ao herói independentista Simón Bolívar e ao recentemente falecido presidente Hugo Chávez.
Horas antes de Kerry divulgar seu comunicado e Maduro o responder, o governante venezuelano tinha convocado Obama em entrevista coletiva para "um diálogo entre a Venezuela patriota e revolucionária e os Estados Unidos e seu governo".
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