MEDIÇÃO DE TERRA

MEDIÇÃO DE TERRA
MEDIÇÃO DE TERRAS

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Desde 1947, ano em que Dilma nasceu, o Brasil não tinha um rombo tão grande nas transações externas.


Dilma com um aninho. Quem diria que iria bater tantos recordes...

O Brasil começou o ano com mais um rombo recorde nas suas transações com o exterior. O deficit de janeiro, de US$ 11,6 bilhões, foi o maior da série histórica do Banco Central, iniciada em 1947, e mais que o dobro dos investimentos no setor produtivo recebidos pelo país no mês. A conta das chamadas transações correntes inclui os resultados das exportações e importações, das contratações de serviços, remessas de lucros pelas empresas e outras operações que envolvem entrada e saída de capitais.

No mês passado, o deficit foi impulsionado pelo saldo negativo de US$ 4,06 bilhões na balança comercial, o maior da história para o mês. As remessas de lucros e dividendos feitas pelas empresas também contribuíram. Em janeiro, somaram US$ 2,499 bilhões, um salto de 21% em relação ao ocorrido em janeiro de 2013.

O chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel, argumentou que os primeiros meses do ano são tradicionalmente desfavoráveis à balança e que, em 2014, o país tem sido afetado, ainda, por medidas comerciais restritivas adotadas pela Argentina. Sobre o nível elevado das remessas, Maciel afirmou que reflete o crescimento da economia e do investimento estrangeiro produtivo no país.

Por outro lado, a conta de serviços, que aponta as receitas e despesas do país com esse setor, recuou 8% no mês na comparação anual. Economistas destacaram que o recuo já reflete a depreciação do real diante do dólar e antecipa um movimento esperado para as transações como um todo em 2014.

INVESTIMENTO
No mês passado, o investimento estrangeiro direto somou US$ 5,1 bilhões, volume 37,6% superior ao registrado em janeiro de 2013. Por ser considerado um fluxo de recursos menos volátil, esse investimento --destinado principalmente à participação no capital de empresas-- é considerado a melhor forma de financiar o deficit em transações correntes. Apesar da alta, esse ingresso ficou bem abaixo do saldo das transações correntes. O buraco foi coberto com outros investimentos feitos por estrangeiros, como renda fixa, e com empréstimos. (Folha de São Paulo) 
BLOG DO CORONEL

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