Barracas continuam montadas nas ruas do Circuito Dodô nesta madrugada.
Carnaval de Salvador começou na quinta e só termina após arrastão às 10h.
Maria Eliza diz que vendas "não foi tão ruim assim"(Foto: Eduardo Freire/G1)
Quem passa por lá encontra cachorro-quente, naturais montados na hora e hambúrgueres na chapa. "A gente revezou durante o carnaval, sempre fica alguém até de manhã para atender as pessoas. Aqui é trabalho para quem gosta", afirma. Para ela, o movimento este ano foi semelhante ao de 2010. "Vai sobrar bastante saco de pão. Não foi tão ruim não, mas poderia ser bem melhor", opina a micro-empresária, que viaja com a estrutura para cidades do interior à procura de eventos.
Para o vendedor de drinks, "foi péssimo"(Foto: Eduardo Freire/G1)
Em anos "bons", Jair conta que esvazia cerca de 25 garrafas por dia. "Este ano vendi de duas a cinco garrafas por dia. Tive muito prejuízo! Vou ficar aqui até o arrastão [que está marcado para as 10h] para ver se consigo alguma coisa", lamenta.
O ambulante Val Freitas, 43 anos, optou por trabalhar apenas nestes últimos dois dias com seu carrinho de café. Nos anteriores, preferiu curtir como folião do bloco Pinel. "Carnaval é a melhor coisa do mundo. Só paro quando morrer", empolga-se. Val já conseguiu vender 50 cafezinhos desde a noite de terça-feira (21), cada um por R$ 1. "Só saiu daqui quando as dez garrafas acabarem, que totaliza R$ 120", diz ele, que é desempregado, mas trabalha esporadicamente na função de servente.
Val de Freitas vende cafezinho para folião e trabalhadores durante carnaval (Foto: Eduardo Freire/G1)
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