Cerca de 3 mil pessoas já se reúnem em frente à prefeitura da capital.
Novo Hamburgo, na Região Metropolitana, também tem um ato previsto.
Grupos pedem redução do preço da passagem (Foto: Josmar Leite/RBS TV)
Cerca de 3 mil pessoas se reúnem em frente à Prefeitura de
Porto Alegre
nesta segunda-feira (17), de acordo com a Brigada Militar.
Manifestantes ocupam na totalidade a Praça Montevidéu, além de parte do
Largo Glênio Peres. Outras ruas da Zona Central da cidade estão
ocupadas. Os manifestantes caminham, gritam palavras de ordem e carregam
faixas e cartazes com mensagens contra o preço da passagem de ônibus, a
realização da Copa do Mundo no Brasil, a violência da polícia e a PEC
37.
O ato nacional contra o aumento da passagem na capital do Rio Grande do
Sul começou por volta das 18h. De acordo com a Brigada Militar, 180
homens foram deslocados para acompanhar os protestos na capital do RS.
Esse número envolve o 9º Batalhão, 4º Regimento, Pelotões de Operações
Especiais e Batalhão de Operações Especiais. A orientação é acompanhar
os manifestantes e evitar destruição do patrimônio público.
A EPTC isolou o trânsito nas imediações da prefeitura. Parte das ruas
Borges de Medeiros e Siqueira Campos estão bloqueadas. Mobilizados pelas
redes sociais, mais de 13 mil pessoas confirmaram presença no evento do
Facebook apenas na capital.
Manifestação contra aumento de passagem em
Novo Hamburgo, RS (Foto: Alexandre dos Santos)
Uma outra manifestação ocorre também em Novo Hamburgo, na Região
Metropolitana de Porto Alegre. A concentração foi na Praça do Imigrante,
na região central do município, e percorre as principais avenidas. Os
manifestantes dirigem-se agora para a frente da Câmara de Vereadores.
Segundo a Brigada Militar, entre 2 e 3 mil pessoas participam do
protesto.
O protesto da última quinta-feira (14) em Porto Alegre reuniu cerca de 2
mil manifestantes. Prédios no centro da cidade foram danificados.
Os protestos na capital gaúcha começaram em março, depois que a
prefeitura anunciou um aumento no preço das passagens, de R$ 2,85 para
R$ 3,05. Uma liminar suspendeu o reajuste, mas as empresas de transporte
brigam na justiça pelo aumento. Já os manifestantes querem garantir que
o preço das passagens não volte a subir.
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