Ausência de placas em inglês está sendo amenizada por trabalho voluntário.
150 pessoas se dividiram nas estações Central, Joana Bezerra e Aeroporto.
Voluntários orientam turistas que precisam de intérpretes (Foto: Katherine Coutinho / G1)Tendo morado na Venezuela durante quatro anos, a advogada Roxana Nader fez questão de se voluntariar quando o professor convocou a turma. “Desde criança eu faço trabalho voluntário. A classe média brasileira esquece da importância de trabalhos como esse, não só na Copa das Confederações, como no resto do ano. Acho importante a gente recepcionar as pessoas, orientar quem não é daqui para que não vá com uma má impressão”, aponta Roxana.
Promotor de eventos uruguaio Dario de Léon aprovou atuaçãodos interprétes (Foto: Katherine Coutinho / G1)
Com amigos alemães e ingleses, o jornalista de São Paulo Wagner Cardoso defendeu a presença dos intérpretes. "Não temos placa em inglês em quase lugar nenhum, essas pessoas que vêm de fora enfrentam muitas dificuldades. A presença dos voluntários é essencial. Para a Copa do Mundo mesmo ainda vamos precisar melhorar muito", opina Cardoso.
Além de voluntários falando espanho, há um grupo falando inglês, como o estudante Luiz Alberto Serrano. “Eles podem ficar desorientados para onde vão aqui. E ter alguém que fala a sua língua ajuda a orientar. Além disso, eu quero que gostem da minha cidade, que voltem futuramente, que não seja só essa coisa da Copa", conta Luiz. Outro motivo foi a experiência. “Um dos motivos pelos quais aprendo inglês é para poder viajar sabendo a língua, mas nem vou precisar viajar”, comemora, animado.
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