Mineira conta que se surpreendeu com o tamanho do fruto.
Ela espera que outras abóboras também se desenvolvam mais.
Noivo e amigo da aposentada mostram abóbora gigante colhida no Sul de Minas Gerais. (Foto: Maria Imaculada Conceição Ribeiro/Arquivo pessoal)O terreno deixado de herança pelo pai da aposentada não produzia nada há algum tempo. Ela explica que, com 91 anos, o antigo dono já não era capaz de fazer uma plantação, mas a teimosia não permitia que deixasse o local aos cuidados dos filhos. Após ficar “descansada”, como conta Maria, a terra estava pronta para o plantio. A esperança agora é manter uma “linhagem” de abóboras bem desenvolvidas e, por isso, a mineira e o noivo não pretendem vender o fruto. O motivo ela explica entre risos: “Não vou vender para manter a semente”.
Maria também disse que quer plantar uma horta, com alface, chicória e couve, além de outras hortaliças. E é claro que ela vai continuar plantando abóboras. “Vamos plantar abóbora porque não dá trabalho”, conta.
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