Cerca de 70% do mineral derramado no bairro da Tapera já foi removido.
Previsão é de que os 12 mil litros de óleo sejam retirados até sexta (28).
Até esta quarta-feira (26) já foram removidos 36 millitros de líquido, sendo 8 mil de óleo
(Foto: Celesc/Divulgação)
Desde a última sexta-feira (21), técnicos trabalham na remoção do material. Boias flutuantes e espumas absorventes ajudam a conter o óleo e represá-lo em um ponto do córrego, de onde é feita a sucção do material com o auxílio de uma bomba.
O líquido é armazenado em recipientes especiais. Assim que todo o material for removido, os reservatórios serão encaminhados para um local especializado em fazer a separação da água e do mineral, que será encaminhado para destinação adequada.
Em 21 de dezembro, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multou a Celesc em R$ 50 mil ao dia. Segundo coordenador estadual de fiscalização do Ibama Alessandro Queiroz, a multa vigorará até a resolução total do problema. Equipes da Celesc, Universidade Federal de Santa Catarina e Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma) estão fazendo análises de materiais coletados na região afetada para avaliar os possíveis danos causados ao meio ambiente.
Cerca de 12 mil litros de óleo vazaram de doistransformadores da Celesc (Foto: Celesc/Divulgação)
No lugar há uma subestação de treinamento desativada da Celesc, usada apenas para fins didáticos. Também está em processo de cessão para a UFSC, por isso, segundo a Siewert, não havia monitoramento do local. "Nossa preocupação agora é mitigar os danos, depois verificaremos a questão da responsabilidade pelo espaço", finaliza o diretor de transmissão da empresa.
Nenhum comentário:
Postar um comentário