Pedras de cachoeira em Guajará-Mirim, RO, tem gravuras rupestres.
Segundo o Iphan, são comuns sítios arqueológicos em rios da Amazônia.
Gravuras rupestres chamam atenção em cachoeira (Foto: Rosiane Vargas/G1)Segundo o arqueólogo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) Danilo Curado, que analisou as gravuras através de fotografias registradas pelo G1, as imagens parecem corresponder à "gravuras rupestres" do tipo "petroglifo". Porém, a falta de exatidão na localização das pedras impossibilitou que o especialista precisasse mais detalhes sobre as gravuras.
Pescador Juscelino considera as gravuras 'um mistério' (Foto: Rosiane Vargas/G1)Para chegar à cachoeira Pau Grande é necessário navegar pelo Rio Mamoré de voadeira, por aproximadamente 30 minutos, desafiando a correnteza e as pedras de pequenas cachoeiras espalhadas ao longo de seu leito, que separa o município de Guajará-Mirim da Bolívia.
Segundo Iphan, sítios arqueológicos como o da cachoeira Pau Grande é comum em rios da Amazônia (Foto: Rosiane Vargas/G1)
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