Profissionais pedem, por exemplo, ampliação de vagas de internação SUS.
Atendimento a pacientes não foi modificado, conforme informou Prefeitura.
Pediatras Rosangela Senna (dir.) e Eliana Toledo observam criança em UPA (Foto: Araripe Castilho/G1)Na UPA do bairro Piracicamirim, onde trabalham cerca de 120 pessoas, a adesão ao protesto foi total, segundo Ivanilde Nogueira, técnica administrativa da unidade. "Sempre que sai na imprensa que uma pessoa espera três, cinco ou oito dias para ser internada, isso não é uma falha nossa, é do sistema, porque não existem vagas nos hospitais", afirmou ela nesta terça-feira (2).
Servidores em UPA usam preto em protesto pormelhorias na saúde (Foto: Araripe Castilho/G1)
Em nota, a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde afirmou que o manifesto dos servidores foi comunicado à pasta na última sexta-feira (28) e que "a livre manifestação do pensamento é um ato democrático e o protesto contra o subfinanciamento do SUS em relação ao governo federal, que traz dificuldades financeiras a grande parte dos municípios, não gerou interferência no atendimento prestado na unidade".
Em protesto, equipe de médicos vai trabalhar de preto em UPA de Piracicaba (Foto: Araripe Castilho/G1)
Nenhum comentário:
Postar um comentário