Cirurgias no Hospital Santa Terezinha, em Erechim, foram remarcadas.
Em Passo Fundo, são feitos apenas atendimentos de urgência e emergência.
A diretoria do hospital informou que foram canceladas as cirurgias eletivas. Apenas os procedimentos de urgência e emergência estão sendo realizados normalmente. Os manifestantes pedem por melhoria nos postos de saúde, melhoria nos hospitais, nos prontos socorros e mais rigor na entrada de médicos estrangeiros no país. Os pacientes também foram avisados do fechamento das unidades básicas de saúde e a procura por atendimento foi baixa nesta manhã no município.
Em Passo Fundo, também no Norte, são realizados apenas atendimentos de urgência e emergência nos principais hospitais e postos de saúde. Outros procedimentos foram reagendados. Um protesto está previsto para a tarde desta quarta-feira no centro do município.
Em Cruz Alta, na Região Noroeste do estado, dezenas de médicos se reuniram no centro da cidade para distribuir panfletos. O hospital São Vicente de Paulo, o único que atende pelo SUS no municipio, suspendeu consultas e cirurgias eletivas. Os postos de saúde não aderiram à greve.
Na parte da manhã, manifestações ocorreram no Hospital de Clínicas e na Santa Casa, em Porto Alegre, com participação de estudantes. Um balanço da adesão em todo o estado será divulgado à tarde.
Ação é realizada no Hospital de Clínicas, em Porto
Alegre (Foto: Camila Martins/RBS TV)
A Secretaria Municipal de Saúde da capital informou ao G1
por volta das 10h45 que na maioria das áreas da capital o atendimento
em postos de Unidade Básica de Saúde e Saúde da Família era em média de
60%. Somente no extremo Sul, em bairros como Restinga e Ponta Grossa, a
paralisação atingia os 50%. Nos hospitais, a secretaria verificou o
funcionamento de emergências e urgências.Alegre (Foto: Camila Martins/RBS TV)
A paralisação foi decidida em assembleia geral realizada no dia 23 de julho, e tem o objetivo de protestar contra as medida do governo federal que, segundo a categoria, "não atacam os reais problemas da saúde brasileira". A categoria quer pressionar o Congresso Nacional para derrubar a Medida Provisória do Mais Médicos e os vetos da presidente Dilma Rousseff sobre a Lei do Ato Médico.
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