João Roma declarou que no momento não está pensando em eleição
Foto: Foto: ReproduçãoPor Henrique Brinco
O
ministro da Cidadania, João Roma (Republicanos), declarou que no
momento não está pensando em eleição, contudo, afirmou que não deixará o
presidente Jair Bolsonaro sem palanque na Bahia. Nos bastidores, o
gestor é ventilado como possível candidato ao Governo da Bahia no
próximo ano, uma vez que o bolsonarismo procura um nome local para
turbinar a campanha presidencial. "Não irei antecipar o processo
eleitoral de 2022. Não posso, como ministro da Cidadania, me pronunciar
sobre montagem de chapa", declarou, em entrevista à rádio Brado, na
manhã de ontem.
Roma agradeceu ao apoio que tem recebido de
bolsonaristas, em especial do filho do presidente, o deputado federal
paulista Eduardo Bolsonaro. "Agradeço muito à confiança e todo o apoio
que tenho recebido aqui no governo Bolsonaro para tratar dos assuntos de
interesse da Bahia e todo o respaldo. É o maior desafio da minha vida
pública. São muitos temas de responsabilidade aqui no Ministério da
Cidadania, como Auxílio Emergencial. [...] Fico muito feliz com essa
confiança depositada na minha pessoa. Meu foco é desenvolver bem a
função para a qual fui destacado. É estar à frente desta importante
pasta. Não deixarei o presidente Jair Bolsonaro sem palanque na Bahia",
salientou.
Questionado sobre o suposto rompimento com
padrinho político e ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), que também é
pré-candidato ao Governo da Bahia, Roma avaliou como sendo um "momento
traumático". "Foi um momento muito traumático. Eu tive uma vida dedicada
a ACM Neto. Eu confesso que foi um momento muito desgastante. Mas, na
política, temos que tomar posições, e eu tomei posição junto com o meu
partido Republicanos. [...] Isso foi um ponto de divergência. Política
se exerce com posições. O que posso assegurar é que estarei dedicado ao
projeto de Bolsonaro junto com o Republicanos. Não há nenhuma
combinação".
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