Rodrigo Maia desrespeita soberania nacional e precisa se afastar da Presidência da Câmara
28/02/2020 às 15:32 JORNAL DA CIDADE ONLINE
Maia e Sua Majestade o Rei Filipe VI da Espanha
Rodrigo
Felinto Ibarra Epitácio Maia nasceu em Santiago do Chile em 12/06/1970
de mãe chilena. Foi registrado na embaixada brasileira, o que confere a
ele a condição de brasileiro nato. É, portanto, de origem chilena e,
consequentemente, espanhola.
Filho do brizolista Cesar Maia, os
laços de Rodrigo com a Esquerda são notórios. Foi eleito Presidente da
Câmara com uma votação expressiva que reuniu votos da Esquerda à
Direita.
Apesar de ter sido criado no Rio de Janeiro, não é um
folião. Aproveitou o carnaval e foi para a Espanha, mas não no espírito
da marchinha Touradas de Madrid. Intenções obscuras o moveram até aquele
país. ESPÍRITO DE COLONIZADO
Parece
que a ascendência espanhola de Rodrigo Felinto Ibarra o deixou saudoso
da antiga Era dos Filipes, quando o Brasil era espanhol. Entre 1580 e
1640, as coroas de Espanha e Portugal foram unificadas e o Brasil foi
durante 60 anos mais uma das colônias espanholas na América.
Reinaram
sobre o Brasil, portanto, os reis Filipe I, II, III e IV de Espanha.
Hoje o Rei é Filipe VI, o que parece ter inspirado Rodrigo Maia a
reviver os tempos coloniais. E foi no melhor estilo de colonizado que
Maia chegou na Espanha e, descaradamente, tratou de assuntos brasileiros
de Estado com líderes do Reino de Espanha, que hoje é governada por uma
coalizão radical de Esquerda liderada por Pedro Sanchez.
Uma
curiosidade sobre o primeiro ministro espanhol Pedro Sanchez ocorreu
durante seu juramento de posse. No estado confessional católico
espanhol, os primeiros ministros juram fidelidade ao país em nome dos
Santos Evangelhos. Sanchez recusou-se a citar os Evangelhos em seu
juramento.
Rodrigo Maia não contava, porém, com a inconfidência da
Embaixada espanhola no Brasil, que revelou em sua conta no Twitter que
Maia e autoridades espanholas trataram da mudança da forma de governo no
Brasil, do Presidencialismo para o Parlamentarismo.
A sinceridade
espanhola deixou Rodrigo Maia em situação embaraçosa. Solidária com seu
vassalo, a Embaixada espanhola apagou o tweet.
EMBAIXADA ESPANHOLA ENTREGA MAIA E DEPOIS APAGA
A GRAVIDADE DA SITUAÇÃO
Diante
de nós surge essa questão grave a ser resolvida. O Presidente da Câmara
dos Deputados vai para outro país durante o carnaval tratar de temas de
natureza constitucional do Estado brasileiro com autoridades de outra
nação.
Cabe lembrar que ao tomar posse, Rodrigo Maia e todos os deputados prestaram o seguinte juramento:
“Prometo
manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o
bem geral do povo brasileiro e sustentar a união, a integridade e a
independência do Brasil”
É evidente que há, na melhor das
hipóteses, fortes indícios de que Rodrigo Maia submeteu a independência
e a soberania do Brasil a um Estado estrangeiro. Se isso não é crime de
responsabilidade, o que mais poderá ser?
Não adiantará
esperar que os outros deputados, a imprensa ou qualquer autoridade
brasileira vá encarar espontaneamente essa gravíssima questão como ela
deve ser tratada. Ou o povo exige de seus deputados que tirem um traidor
da nação da Presidência da Casa, ou esse episódio entrará para a
história como um capítulo da covardia nacional.
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