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domingo, 1 de fevereiro de 2026

 Pode ser uma imagem de helicóptero e texto que diz "1 RIO DE JANEIRO É GUERRA! CLÁUDIO CASTRO AUTORIZA COMPRA DE HELICÓPTERO BLINDADO AMERICANO POR MAIS DE R$ 70 MILHÕES. REALIDADE CAXIAS"

Pioneira na produção de sake no Brasil, Azuma irá patrocinar Camarote Harém Soho, espaço tradicional do carnaval de Salvador

 


Para brindar essa nova fase do Camarote Harém Soho, a Azuma também preparou uma novidade para os foliões que irão curtir a folia neste espaço conceituado do carnaval de Salvador: a marca irá apresentar pela primeira vez no camarote o lançamento Sake Flavors

Com mais de 90 anos de história e líder no segmento de sakes no mercado brasileiro, a Azuma será destaque no carnaval baiano de 2026. Pela quarta vez consecutiva, a marca participa do Camarote Harém, que já se consolidou no carnaval de Salvador e que em 2026 completa 20 anos de história e tradição. Em parceria com o Grupo Soho, referência em experiências gastronômicas de alto padrão na capital baiana e responsável por casas como Lafayette, A Taberna e Vona, o camarote passa a se chamar Camarote Harém Soho.

Para brindar essa nova fase do Camarote Harém Soho, a Azuma preparou uma novidade para os foliões que irão curtir a folia nesse espaço tradicional do carnaval de Salvador. A marca irá apresentar pela primeira vez no camarote o seu lançamento, a linha Sake Flavors, que une a tradição e cultura japonesa com os novos hábitos de consumo no Brasil. São dois sabores refrescantes que combinam perfeitamente com o verão e o carnaval: Uva Verde e Tangerina & Pimenta Rosa. O sabor Uva Verde é a união da suavidade da fruta com o sabor único do sake, o que resulta em uma bebida doce, leve e envolvente.

Já o Azuma Sake Flavors Tangerina & Pimenta Rosa é para quem gosta de ousar, vivenciar novas experiências e sabores, já que combina a popular fruta cítrica doce e de aroma característico, com o sabor suave e complexo da pimenta rosa.

A linha Azuma Sake Flavors pode ser consumida pura. Ela foi pensada para o público que busca uma bebida refrescante e marcante. Os dois sabores trazem o sabor do carnaval a cada gole. O camarote Harém Soho terá um balcão personalizado da linha Azuma Sake Flavors onde será possível apreciar a novidade em doses puras e geladas, além de algumas surpresas que a marca irá levar para a celebração.

Este ano, o Camarote Harém Soho terá um line-up com nomes como Armandinho, Dodô & Osmar, que se apresentam na quinta, no dia 12 de fevereiro, Timbalada, que agita o público na sexta, no dia 13 de fevereiro e Carlinhos Brown, que comanda a festa no domingo, dia 15 de fevereiro. Localizado em um cerimonial de alto padrão no Morro do Gato, em pleno percurso do Carnaval, o camarote possui um mirante de 180 graus e ponto de parada dos trios.

“É impossível falar de carnaval no Brasil e não lembrar de Salvador, região que ano após anos se consolida como um ponto importante para curtir a folia, então participamos de um camarote tradicional da capital da Bahia reforça o nosso compromisso de ser uma bebida feita para quem gosta de novas experiências e celebrar momentos inesquecíveis”, afirma Ricardo Augusto, embaixador da marca Azuma Sake.

Sobre a Azuma Sake

A Azuma é líder no segmento de sakes no mercado brasileiro, fundada em 1934, tornando-se pioneira e referência na categoria. Há mais de 90 anos de atuação, a empresa ganhou reconhecimento e investe em inovação, insumos de qualidade, além de todo o processo de criação, produção e logística, oferecendo produtos de qualidade e sabor inigualável.

Site: https://www.kikkoman.com.br/azumasake/

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LC 227 e o paradoxo da Reforma: por que o "ano de testes" exige cuidado, mas não pânico

 


Por Tais Baruchi

A sanção da Lei Complementar nº 227, publicada oficialmente na última semana, institui o Comitê Gestor do IBS e regulamenta pilares essenciais da Reforma Tributária. Para a gestão contábil das empresas, o ponto de maior destaque — e que foi alvo de intensas críticas durante sua tramitação no PLP 108 — é o novo regime de penalidade, o qual exige uma análise técnica cautelosa para não confundir este período inicial com uma "liberdade total".  

Embora o desenho jurídico para 2026 produza um efeito prático de trégua, o risco ainda existe, mas agora sob novas regras de conformidade. A segurança para este início repousa no Artigo 348 da LC 227, que institui uma regra de conformidade assistida. Isso significa que, se a empresa identificar um erro técnico, o fisco não aplicará a multa de imediato: ele deverá obrigatoriamente intimar o contribuinte para sanar a irregularidade em 60 dias. Caso a falha seja corrigida nesse prazo, a penalidade é extinta.  

Este dispositivo confirma que o sistema nasce, em 2026, com foco na calibração dos processos, e não na arrecadação punitiva. Nesse cenário, a LC 227 institucionaliza, no seu Artigo 341-G, a figura do "Tributo de Referência" como a nova métrica para o cálculo de multas operacionais. A vitória técnica aqui foi a mudança da base de cálculo: a penalidade agora é calculada sobre o valor do imposto e não mais sobre o faturamento total da nota. Além disso, o texto final simplificou o rol de infrações, reduzindo de 36 para 22 incisos.  

Entre essas 22 condutas puníveis, destacam-se infrações graves como a falta de emissão de documentos fiscais, o uso de documentos inidôneos, a resistência à fiscalização e o crédito indevido. O legislador buscou eliminar redundâncias, mas manteve o rigor sobre a fidedignidade das informações prestadas ao novo sistema centralizado. 

No entanto, essa racionalização não diminui o rigor do sistema para os anos seguintes. Se, em 2026, vivemos um "laboratório" protegido, o cenário muda drasticamente em 2027 e 2028. Com a entrada integral da CBS e a definição de suas alíquotas, a rede de proteção do Artigo 348 desaparece, e as multas de até 100% sobre o imposto passam a ter impacto real no caixa. Por isso, adaptar os layouts de sistemas é apenas o "ingresso para entrar no jogo".  

A verdadeira participação na reforma exige uma revisão profunda do modelo de negócio, da cadeia produtiva e, principalmente, um investimento contínuo na capacitação das pessoas. A tranquilidade de 2026, portanto, não deve ocultar a preparação necessária para o novo fato gerador. Enquanto ainda geriremos o antigo ICMS e ISS sob suas legislações atuais, já estaremos operando os novos tributos sob a égide da LC 214, onde o imposto é devido na entrega ou disponibilização do bem ou serviço.  

Na prática, isso significa que um procedimento hoje comum — como o cancelamento de uma nota fiscal após a mercadoria ter saído da doca — passará a ser uma infração grave dentro desse novo escalonamento de multas, que chega a 66% para cancelamentos realizados após o fato gerador ou fora dos prazos regulamentares. Em suma, a Reforma promete simplificação, mas sua implementação exige uma vigilância constante.  

O ano de 2026 deve ser encarado como a última janela de oportunidade para ajustar processos e governança sem sofrer sanções financeiras imediatas. O papel do suporte especializado torna-se central para garantir que, quando o sistema entrar em vigor pleno com o convívio dos tributos antigos e novos, o custo da conformidade não consuma a rentabilidade do negócio. 

Taís Baruchi é CEO na PKF BSP.  

   

Sobre a PKF BSP:  

www.pkfbrazil.com.br  

PKF BSP, firma-membro da PKF Brazil  

A PKF Brazil é uma firma-membro da PKF Global, a rede de empresas-membro da PKF International Limited. Cada uma das quais é uma entidade legal separada e independente, não assumindo qualquer responsabilidade ou obrigação pelas ações ou omissões de qualquer empresa-membro ou correspondente. 



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sábado, 31 de janeiro de 2026

Acordo UE-Mercosul: como a indústria brasileira pode se prejudicar?

 


Por Alexandre Pierro

Ampliar fluxos comerciais, reduzir barreiras tarifárias e aproximar dois dos maiores blocos econômicos do mundo. Essa é, pelo menos, a grande promessa do acordo entre a União Europeia e o Mercosul que, depois de longos 25 anos, pode, finalmente, estar próximo de ser oficialmente implementado. No papel, os benefícios parecem evidentes. Na prática, porém, os impactos não tendem a ser tão positivos assim – pelo menos, para a nossa indústria, que pode perder espaço diante de tantos produtos tecnologicamente robustos que virão de fora, sem cobrança de taxas ou juros. 

Aguardando, agora, avaliação do Tribunal de Justiça da União Europeia quanto sua legalidade, esse chegou a ser considerado o maior pacto comercial de todos os tempos do bloco com os membros do Mercosul, que já vinha sendo negociado desde 1999. Pelo acordo, Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai eliminariam as tarifas sobre 91% das exportações da UE ao longo de 15 anos, enquanto os países europeus extinguiriam, progressivamente, as tarifas sobre 92% dessas exportações do Mercosul em um período de até dez anos. 

Segundo um levantamento divulgado pelo Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas), o Brasil tende a ser o principal beneficiado pelo acordo comercial, com um impacto positivo de 0,46% no PIB (US$ 9,3 bilhões) até 2040.  Com isso, a expectativa é de que os investimentos nacionais subam cerca de 1,5% em 15 anos; as exportações e importações em 3% cada. Vantagens realmente promissoras, mas que acabam ocultando perigos que não estão sendo levados em consideração. 

O outro lado da moeda deste acordo aparentemente muito positivo, é que nossa indústria tende a se prejudicar, em termos de produção e vendas, justamente pela importação de produtos de alto valor agregado como tecnologias e automóveis, sem a aplicação de taxas ou juros que costumam encarecer essas vendas por aqui. Competir, em termos de qualidade, com esses itens internacionais, pode ser um tremendo desafio para o nosso mercado, ainda mais se não se atentar a esse risco extremamente realista de ocorrer. 

Nossa história comprova este argumento. Passamos por uma situação parecida na década de 90, quando o então presidente, Fernando Collor, implementou uma política de abertura comercial radical focada no setor automobilístico, reduzindo tarifas de importação e eliminando barreiras que, até então, protegiam a indústria nacional. Esse movimento representou uma mudança abrupta, fazendo com que mais produtos estrangeiros entrassem no nosso mercado, e expondo nossa produção à concorrência internacional sem transição gradual suficiente para minimizar impactos econômicos. 

O resultado deste despreparo? O fim de muitas marcas automotivas que não conseguiram competir em termos de tecnologia e preço. Estamos diante do mesmo risco neste momento, caso o acordo comece a valer e a indústria brasileira não se atente à importância de investir, desde já, em metodologias de gestão e governança que a prepare para se ajustar a essa nova realidade. 

A resposta ao risco do acordo não está em renegociar taxas, mas em mudar o modelo de gestão da indústria brasileira. Metodologias como Lean Manufacturing, Six Sigma eOKRs, quando integradas à estratégia, permitem replanejar as operações industriais com muito mais eficiência e eficácia, sobretudo quando apoiadas por soluções digitalmente robustas provenientes da Indústria 4.0 e 5.0 - usando a tecnologia não apenas para produzir mais, mas para produzir melhor, com mais valor agregado, inteligência e diferenciação. 

O grande erro dos anos 1990 não foi abrir o mercado — foi abrir sem preparar a indústria para competir, o que gerou resultados previsíveis: empresas despreparadas, fechamento de fábricas, perda de marcas nacionais e aumento da dependência externa. Não precisamos repetir o passado, temos tudo o que é necessário para aproveitar o que de melhor este acordo pode fornecer, e reinventar nossa indústria através de uma governança de inovação que catalise seu crescimento contínuo. 

Alexandre Pierro é mestre em gestão e engenharia da inovação, engenheiro mecânico, bacharel em física e especialista de gestão da PALAS, consultoria pioneira na implementação da ISO de inovação na América Latina.  



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T4S lança Manta Eletrificada, sistema que utiliza choque elétrico para impedir roubo de cargas

 


A solução consiste em uma versão de uma tecnologia criada pela empresa que fez bastante sucesso no mercado, que foi o Choque Elétrico Anti-Invasão

Dia após dia, os profissionais da estrada enfrentam um problema recorrente capaz de causar prejuízos exorbitantes: o roubo de carga. Só no primeiro trimestre deste ano, a maior cidade do país, São Paulo, registrou mais de 1.000 roubos de cargas, uma média de 11 ocorrências por dia e 01 roubo a cada 02 horas, segundo dados da plataforma SP Carga.

E para tentar conter esse crime, a T4S Tecnologia, empresa especializada em soluções tecnológicas contra roubo de cargas, acaba de lançar mais uma inovação que promete frustrar as ações dos bandidos: a Manta Eletrificada. A solução consiste em uma versão de uma tecnologia criada pela T4S que fez bastante sucesso no mercado, que é o Choque Elétrico Anti-Invasão, porém, em uma versão adaptada para carrocerias tipo sider, baú ou adaptadas para distribuição de bebidas (porta roll-up).

O Choque Elétrico Anti-Invasão é uma solução que funciona da seguinte forma: no caso de tentativa de roubo da carga com rompimento ou perfuração do baú, o criminoso recebe um choque de alto impacto de 20 mil volts, porém não letal.

Por meio de sensores espalhados nos painéis que revestem todas as faces do baú dos caminhões, qualquer tentativa de perfuração ou corte dispara um alerta para uma central de atendimento, além de uma sirene e um choque elétrico. Ele não oferece nenhum risco aos motoristas. O Choque Elétrico Anti-Invasão já está há seis anos no mercado e houve apenas uma tentativa frustrada de arrombamento ao longo desses anos.

Hoje no mercado existem travas para baús, que tem um preço mais baixo, mas o nível de proteção também é menor, e também existem as blindagens convencionais e elétricas, que são um pouco mais caras, sendo assim, a T4S decidiu criar a Manta Eletrificada justamente para oferecer um nível de proteção significativamente maior que o da trava e um preço significativamente menor que qualquer blindagem.

A ideia de criar a Manta Eletrificada foi oferecer uma solução eficaz por um preço acessível, assim como as famosas cercas elétricas que são vistas em diferentes casas e edifícios. E assim como a cerca elétrica, a Manta Eletrificada também possui avisos de perigo e alta tensão, uma estratégia criada há anos feita para deixar os criminosos com receio de cometer qualquer ação e pensarem duas vezes antes de agirem.

“Graças ao empenho da equipe T4S nós conseguimos desenvolver soluções inovadoras para evitar prejuízos milionários por conta do roubo de cargas, e, por conta do pioneirismo, outros países também ficaram interessados nos nossos serviços, tanto que conquistamos patentes internacionais ao longo desses cinco anos em países como México, Estados Unidos e Israel”, afirma Enrico Rebuzzi, um dos fundadores da T4S.

Sobre a T4S Tecnologia

Enrico Rebuzzi e Luiz Henrique Nascimento são fundadores do maior operador logístico de e-commerce no Brasil, a Direct Express/Directlog. Pela gestão de Rebuzzi e Nascimento, a Directlog se tornou líder de mercado e os executivos decidiram alçar novos voos ao investirem em conjunto com um terceiro sócio, Marcílio Machado, Consultor de TI e Engenheiro graduado pelo ITA, em um modelo de negócio ligado à tecnologia para o setor de transporte. Com uma visão empreendedora, transformaram uma das principais dificuldades do transporte de cargas em oportunidade de investimento, criando soluções para a melhoria da segurança. Assim nasceu a T4S Tecnologia, com a missão de inovar e contribuir de forma decisiva no combate aos prejuízos milionários dos roubos de carga no país.

Saiba mais em www.t4stecnologia.com.br

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Gerenciamento de computadores: mais do que técnica, é estratégia

 


Por Sthevo Batista 

Entre tendências e transformação digital, um equipamento se mantém onipresente no dia a dia organizacional: o computador. Diante disso, garantir o gerenciamento e a segurança dessas máquinas, mais do que um investimento, é uma necessidade vital. 

Segundo levantamento da NordVPN, em 2025 o Brasil registrou 700 milhões de ataques virtuais em um período de 12 meses — o equivalente a 1.379 golpes por minuto. Os números são alarmantes, mas geram uma reflexão: com tantas formas de proteção, por que os índices continuam tão altos? 

A resposta pode ser obtida através de uma análise da própria máquina. Diferente do que muitos imaginam, um ataque hacker não é necessariamente uma ação cinematográfica. Pequenas falhas como a presença de apps ou arquivos desconhecidos, compartilhamento de senhas e quedas repentinas no desempenho, são portas abertas para riscos graves à segurança. 

Esse pilar evidencia a importância do gerenciamento de computadores. Além da segurança, é preciso apontar que o custo de um equipamento parado é muito maior do que o da manutenção preventiva. No entanto, sabemos que gerenciar diversas máquinas simultaneamente é um desafio, considerando desde a quantidade até o monitoramento remoto — especialmente com a ascensão do home office. 

Quando colocados na balança esses “contras”, muitas organizações, sobretudo médias empresas, tendem a resistir à aplicação de melhorias. Com isso, tornam-se mais suscetíveis a riscos que comprometem o desempenho do negócio. Esse cenário, infelizmente, corrobora com uma percepção errônea: a de que a TI ainda é vista apenas como um custo. 

Temos enraizada em nossa cultura organizacional o famoso “ver para crer”; muitos preferem solucionar o problema apenas quando ele acontece. É por essa conduta que diversas empresas não garantem sua longevidade, visto que são acometidas por falhas constantes que impactam seu crescimento. 

Falar sobre gerenciamento e segurança não é apenas uma ação técnica, mas estratégica. Por meio de plataformas de monitoramento (RMM - Remote Monitoring and Management), é possível executar o acesso remoto, solucionar dificuldades técnicas, garantir o desempenho dos softwares e até mesmo rastrear a localização do equipamento. 

Todas essas funções, ao contrário do que se imagina, podem ser obtidas a um custo acessível. Com elas, a organização ganha a visibilidade correta de toda a infraestrutura, permitindo solucionar eventuais problemas com agilidade, eficiência e, sobretudo, sem interromper as operações. 

Todavia, de nada adianta ter ferramentas eficazes sem saber manuseá-las. É neste quesito que a presença de especialistas faz a diferença. A equipe, além de auxiliar na visualização, poderá realizar análises sobre pontos de melhoria e direcionar a melhor abordagem para correções que garantam a fluidez do negócio. 

Vivemos um momento em que muito se fala sobre proteção, ROI e eficiência, mas pouco se aborda como a saúde dos computadores é primordial para obter esses resultados. Afinal, para garantir lucros, é preciso, primeiro, fechar as portas que ficaram abertas. 

Sthevo Batista é diretor da SPS Tech 

Sobre a SPS Group: 
Localizada em São José dos Campos (SP), a SPS Group atua há mais de 12 anos como uma integradora de tecnologia multinacional brasileira, que se consolidou com operações de SAP Business One, com projetos premiados e reconhecidos internacionalmente por sua excelência e qualidade. Parceira SAP Gold Partner, além de oferecer as soluções do portfólio SAP, também desenvolve internamente extensões tecnológicas adicionais ao B1, com vasto know-how para atendimento de pequenas e médias empresas dos mais diversos setores da economia. Reforçando o compromisso em fornecer soluções tecnológicas de ponta para todo o mercado, a SPS passou a trabalhar também com os recursos de SAP S/4HANA, tanto na versão Public Cloud, quanto Private, apoiando as empresas em uma operação inteligente, com processamentos em tempo real, Machine Learning, análises preditivas e muito mais. Com expertise atestada no segmento de manufatura, a SPS oferece a PlantScanner, uma plataforma voltada para melhorias de desempenho nas atividades de produção, com gestão embarcada no sistema MES (Manufacturing Execution Systems), podendo ser utilizada em qualquer tipo de indústria, independente do segmento ou porte. Em seu portfólio, também pode ser encontrada a 4Solve, com softwares e serviços de alta performance, oferecendo soluções para as demandas de governança corporativa, compliance fiscal e jurídico. Ainda, a empresa oferta uma gama de soluções avançadas de backup e segurança da informação, BaaS (Backup As A Service), soluções em nuvem, licenciamento Microsoft, switches de rede, entre outros. Com todos os consultores especialistas certificados pela SAP, o grupo já soma mais de 300 clientes em todo território nacional e internacional, e conta com mais de 230 colaboradores divididos entre as unidades de São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Londrina, Manaus e Rio de Janeiro. 



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Cinthia Guimarães


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 Pode ser uma imagem de texto que diz "2026 FAXINA NO SENADO"

Lindsay lança no Brasil pneu radial não direcional para pivôs centrais, que reduz paradas por atolamentos

 

Lindsay

Lindsay lança no Brasil pneu radial não direcional para pivôs centrais, que reduz paradas por atolamentos

Pneu é o primeiro totalmente desenvolvido por uma empresa com expertise de irrigação e já é consolidado nos Estados Unidos

A Lindsay, referência global em irrigação para o agronegócio, anunciou o lançamento do Pneu NDRT Zimmatic, uma tecnologia exclusiva da empresa para reduzir os rastros no solo e evitar atolamentos e interrupções inesperadas dos pivôs, especialmente em áreas de solo argiloso, arenoso ou de alta umidade.

“O NDRT representa um novo conceito na irrigação, com tecnologia patenteada pela Lindsay, criada a partir da observação das dores reais presentes no dia a dia do produtor rural. Muitos deles tinham verdadeiros prejuízos em suas lavouras tanto em relação a tempo quanto a riscos ao equipamento e a aumento de custos e esse novo produto vem oferecer uma solução real para os desafios do solo”, destaca Cristiano Trevizam, diretor comercial e de marketing da Lindsay Brasil.

O pneu possui estrutura radial exclusiva, com 20% mais áreas de contato com o solo, possui redução da compactação e formação de trilhas, menor desgaste, maior tração e estabilidade em solos úmidos e inclinados, capacidade de carga elevada, construção robusta, maior tempo de vida útil e eficiência comprovada em testes de campo.

Pela primeira vez, a tecnologia do pneu foi desenvolvida por uma empresa própria do segmento de irrigação e não uma fornecedora do segmento de pneus, por exemplo, o que oferece uma expertise ainda mais consolidada para a irrigação. O produto foi apresentado na Agrishow de 2025 e agora é lançado oficialmente em solos brasileiros.

"O NDRT é fruto da engenharia da Lindsay aplicada à solução de um desafio frequente no campo. Com investimentos contínuos em pesquisa e desenvolvimento, a empresa leva seus diferenciais tecnológicos a todo o portfólio, e não apenas às soluções digitais. O resultado é um produto pensado para entregar desempenho real ao produtor", destaca Trevizam.

Sobre a Lindsay

Em 2025, a Lindsay completou 70 anos de história como líder global em tecnologia de irrigação, com mais de 240 mil dispositivos conectados em mais de 90 países. Presente no Brasil desde 2002, possui fábrica e escritório em São Paulo, além de uma rede de revendas que cobre todo o território nacional. Hoje, figura entre as líderes do segmento no país.

Assessoria de imprensa Lindsay:

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Tecnologia em pneus impulsiona a rizicultura

 


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Tecnologia em pneus impulsiona a rizicultura

Linha específica desenvolvida pela Titan para arroz irrigado ajuda produtores a enfrentar custos elevados e desafios de manejo na safra

A elevada oferta de arroz no Brasil, combinada à forte concorrência externa, continua pressionando os preços do produto e dificultando os investimentos para a safra 2025/26. Diante desse cenário, o produtor precisa ser ainda mais assertivo na aquisição de insumos e implementos agrícolas.

Quando o assunto é o cultivo desse cereal, os desafios se intensificam, especialmente devido às particularidades do manejo da cultura. Grande parte da produção ocorre em áreas alagadas (irrigadas), que exigem técnicas específicas e alto nível de eficiência operacional, principalmente no desempenho dos tratores e de seus componentes, como os pneus.

Com o objetivo de tornar os processos de plantio e colheita mais eficientes, a Titan Pneus desenvolveu uma linha específica para a rizicultura, com destaque para o Super Arrozeiro 3 Goodyear, produto que alia inovação, robustez e maior desempenho em tratores utilizados em áreas irrigadas.

Segundo Julio Triaca, consultor comercial da Titan nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, a empresa desenvolveu um novo conceito de pneu, com ênfase na banda de rodagem. O modelo possui desenho de centro aberto (garra 7), barras extra profundas e linhas com alavanca. Essa tecnologia proporciona excelente tração e penetração em solos alagados, ambientes que normalmente apresentam baixa estabilidade. “Com esses conjuntos, os rizicultores têm melhor performance durante o manejo, pois as novas linhas com alavanca evitam o acúmulo de resíduos no rodado, reduzindo a patinação do trator”, explica o especialista.

A linha Super Arrozeiro 3 foi desenvolvida com a tecnologia Orbitech, baseada na construção laminada do pneu. Esse processo elimina emendas nos componentes, reduzindo significativamente o risco de deslocamentos internos, problema comum em operações no arroz irrigado. “Nos últimos anos realizamos um trabalho intenso de pesquisa, especialmente no desenvolvimento do composto, visando melhorar a performance e a durabilidade dos pneus. O objetivo também foi evitar desgaste precoce e rachaduras, entregando um produto com carcaça robusta e maior segurança operacional”, detalha Triaca.

Além do melhor desempenho em solos alagados e terrenos irregulares, os pneus da linha Super Arrozeiro 3 oferecem maior capacidade de carga, elevada resistência, melhor potencial de recapagem e vida útil prolongada.

Nova medida para 2026

Entre as novidades preparadas pela Titan para 2026 está o lançamento das medidas 520/85R42 e 420/90R30, projetados tanto para tratores, quanto para colhedoras, proporcionando tração superior em solos alagados e lavouras de arroz.

De acordo com Triaca, as novas medidas possibilitam melhor distribuição da carga, resultando em ganhos significativos de desempenho em áreas mais desafiadoras. “Além disso, é importante destacar que todos os nossos produtos são homologados como Equipamento Original (E.O.) pelas principais montadoras de máquinas agrícolas do Brasil e da América Latina”, reforça.

Suporte técnico no campo

A Titan Pneus também se diferencia pelo forte suporte técnico oferecido aos produtores. A empresa conta com uma equipe especializada que acompanha o cliente desde a escolha do produto até o pós-venda, com presença efetiva no campo, avaliando o desempenho dos pneus diretamente nas lavouras e auxiliando no manejo adequado, sempre que necessário.

Sobre a Titan Pneus

Líder na produção de pneus agrícolas, a Titan Pneus é uma marca global que atende diferentes tipos de terrenos e culturas. Seus produtos são reconhecidos pela tecnologia, performance, robustez e durabilidade, além da confiança que só as marcas Titan e Goodyear Farm Tires oferecem.
Mais informações: www.titanlat.com.

 



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Kassi Bonissoni
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Quando o banco toma o veículo, a dívida acaba? Nem sempre

 

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Quando o banco toma o veículo, a dívida acaba? Nem sempre

Especialista da Recovery explica sobre consequências deste tipo de endividamento, e compartilha conselhos para quitá-lo

O avanço do crédito facilitou o acesso ao carro próprio no Brasil, mas também ampliou os riscos para quem enfrenta dificuldades para manter as parcelas em dia. Nos financiamentos de automóveis com alienação fiduciária, modelo mais comum no país, o veículo funciona como garantia do pagamento. Na prática, isso significa que, em caso de inadimplência, o banco e outras instituições financeiras, como securitizadoras, podem retomar o bem.

Esse modelo se tornou ainda mais relevante diante do crescimento do financiamento de veículos. Em 2025, o número de contratos ativos no Brasil chegou a 5.321.080 unidades até setembro, o maior volume registrado para o período desde 2011, com alta de 0,6% na comparação anual, segundo dados da B3

Apesar da popularização do crédito, o funcionamento desse tipo de contrato ainda gera dúvidas. O que muita gente não sabe é que perder o carro não significa, necessariamente, o fim da dívida. Em muitos casos, o débito continua existindo e pode comprometer o orçamento do consumidor por anos.

“Muitas pessoas associam a dívida exclusivamente ao bem físico, como se o carro encerrasse a obrigação. Na prática, o financiamento é um contrato financeiro, e o veículo é apenas a garantia”, explica Camila Rodrigues, Gerente de Cobrança para o Segmento de Veículos da Recovery, empresa do Grupo Itaú e líder na compra e gestão de créditos inadimplentes no Brasil. Segundo ela, compreender essa lógica ajuda o consumidor a tomar decisões mais cautelosas e a buscar alternativas antes que a inadimplência se agrave.

O que acontece quando o banco toma o veículo?

Quando há inadimplência, o banco pode apreender o veículo. A recente regulamentação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) trouxe mudanças importantes para quem financia veículos no Brasil. As normas disciplinam e viabilizam a retomada extrajudicial de carros, motos e caminhões em contratos com alienação fiduciária, desde que essa possibilidade esteja expressamente prevista no contrato e sejam observados os requisitos legais.

A medida foi criada para tornar o processo mais rápido e menos custoso, por outro lado, também reduz o tempo de reação do consumidor diante do atraso nos pagamentos. Após a retomada, o veículo costuma ser levado a leilão para tentar quitar a dívida. Se o valor obtido com a venda não for suficiente para cobrir o saldo devedor, o cliente pode continuar responsável pela diferença. Além disso, a inadimplência impacta negativamente o score de crédito, dificultando o acesso a novos financiamentos e operações financeiras.

Quando o veículo é tomado, a dívida continua?

Sim. A apreensão do veículo não extingue automaticamente a dívida. Caso o valor arrecadado no leilão não seja suficiente para cobrir o saldo devedor, incluindo juros, encargos e custos do processo. O consumidor ainda poderá ser cobrado pelo valor restante. Esse saldo pode ser negociado diretamente com o banco ou, em alguns casos, cobrado por vias judiciais. Portanto, perder o carro não significa, necessariamente, encerrar a obrigação financeira.

O que fazer nessa situação?

Quando a dívida persiste após a apreensão do veículo, é fundamental agir rapidamente para evitar que o problema se agrave. Algumas medidas importantes incluem:

  • Procurar o banco o quanto antes, demonstrando disposição para resolver a pendência;

  • Avaliar com cuidado a real capacidade de pagamento, evitando acordos que não caibam no orçamento;

  • Negociar condições mais viáveis, como prazos maiores, redução de juros ou descontos no saldo devedor;

  • Formalizar todos os acordos por escrito, garantindo segurança jurídica para ambas as partes.

“A manutenção da dívida pode gerar novos prejuízos financeiros e comprometer o futuro do consumidor. Quando a negociação direta com o banco se mostra difícil, é sempre possível buscar o apoio de instituições especializadas em negociação de dívidas como alternativa para construir acordos nas melhores condições de pagamento”, diz a especialista. Segundo ela, o mais importante é não adiar a solução. Quanto mais cedo a situação é enfrentada, menores tendem a ser os impactos no orçamento e no histórico financeiro do consumidor. 

Sobre a Recovery

A Recovery é uma empresa do Grupo Itaú e plataforma especialista em recuperação de crédito no Brasil. Líder de mercado, a companhia possui sob sua gestão mais de R$ 132 bilhões de créditos inadimplidos e, atualmente, mais de 30.7 milhões de clientes com dívidas ativas em sua base. Mais informações em https://www.gruporecovery.com




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Hercog Comunicação e Estratégia

Motivair by Schneider Electric anuncia nova CDU com capacidade de escalar para 10 MW ou mais para fábricas de IA da próxima geração

 

Schneider Electric

Motivair by Schneider Electric anuncia nova CDU com capacidade de escalar para 10 MW ou mais para fábricas de IA da próxima geração

  • Recém-anunciada MCDU-70 fornece refrigeração para até 2,5 megawatts (MW) de potência sem comprometer o desempenho, preservando a vazão total e a pressão da instalação em escala de gigawatts;
  • Com controles centralizados, portfólio de CDUs da Motivair é escalável para 10 MW ou mais, atendendo às demandas de data centers de IA da próxima geração;
  • Capacidades individuais das CDUs variam de 105 kW a 2,5 MW, de forma a oferecer maior escalabilidade e flexibilidade para operadores de data centers em todo o mundo

São Paulo, janeiro de 2026 – A Motivair by Schneider Electric, líder em inovação em tecnologia de liquid cooling para infraestrutura digital, anuncia o lançamento de uma nova Unidade de Distribuição de Refrigerante (Coolant Distribution Unit – CDU) de 2,5 MW - líder do setor - projetada para refrigerar data centers de alta densidade de forma confiável e em grande escala.

A MCDU-70 é a CDU de maior capacidade disponível no portfólio da Motivair e representa uma solução inovadora, flexível e escalável para atender às rigorosas demandas das GPUs de próxima geração (Graphics Processing Units) e das fábricas de inteligência artificial (IA) em escala de gigawatts. Com o software EcoStruxure, da Schneider Electric, as CDUs da Motivair operam como um sistema centralizado atendendo às necessidades atuais de refrigeração, com capacidade de escalar para 10 MW ou mais para cargas de trabalho de HPC, IA e computação acelerada de próxima geração.

Compacta e eficiente, a MCDU-70 é a mais recente adição à linha de CDUs da Motivair. Sua capacidade está perfeitamente alinhada às necessidades de instalações de grande porte, como o NVIDIA Omniverse DSX Blueprint, em que as implementações visam 10 MW para alcançar escala de gigawatts. Com 2,5 MW por unidade, seis MCDU-70 podem fornecer redundância 4+2 para esses projetos, e a capacidade da unidade está preparada para atender ao roadmap de GPUs da NVIDIA em um futuro próximo.

As GPUs que alimentam as fábricas de IA geram de 20 a 50 vezes mais calor do que CPUs tradicionais (Central Processing Units – CPUs), tornando o liquid cooling uma necessidade na era da IA. Organizações que adotam clusters de IA enfrentam densidades extremas de potência por rack projetadas para atingir 1 MW ou mais. A Motivair by Schneider Electric permite que os clientes atendam a essas demandas e escalem de forma mais inteligente com modelos de CDUs padrão ou CDUs customizadas projetadas sob medida para corresponder exatamente à capacidade necessária.

“A IA não está desacelerando. Nossas soluções são projetadas para acompanhar a evolução de chips e silício proporcionando desempenho de próxima geração quando isso é mais importante”, afirma Rich Whitmore, CEO da Motivair by Schneider Electric. “O sucesso dos data centers agora depende da entrega de soluções de infraestrutura escaláveis, confiáveis e eficientes alinhadas às implementações da próxima geração de fábricas de IA. Estamos atendendo a esse momento com soluções comprovadas de liquid cooling que escalam conforme as necessidades dos nossos clientes.”

Principais capacidades e desempenho da MCDU-70

Com a adição da MCDU-70, o portfólio completo de liquid cooling da Schneider Electric passa a oferecer CDUs com capacidades que variam de 105 kW a 2,5 MW, atendendo aos requisitos atuais e futuros de desempenho. Cada CDU é escalável e se integra perfeitamente a outras unidades e ao software da Schneider Electric para fornecer capacidade de refrigeração precisa e confiável aos operadores de data centers.

Disponível globalmente por meio dos avançados polos de manufatura da Schneider Electric na América do Norte, Europa e Ásia, a MCDU-70 entrega refrigeração escalável de 2,5 MW em um formato compacto, assegurando maior pressão disponível sem comprometer o desempenho ao preservar a vazão total. A MCDU-70 está totalmente preparada para atender às necessidades atuais de refrigeração de data centers e às futuras gerações de GPUs.

Principais recursos e capacidades incluem:

  • Capacidade e eficiência: projetada com dois trocadores de calor, a MCDU-70 oferece filtragem paralela adequada com mínima perda de pressão do sistema e mantém a meta do setor de 1,5 LPM por kW, protegendo a eficiência do sistema do rack até a planta.
  • Desempenho e confiabilidade: cada modelo de CDU passa por rigorosos testes em condições reais de operação, possibilitando simulações de gêmeo digital e testes de final de linha, nos quais as bombas operam em carga total ao final do processo produtivo. A rede global de especialistas da Schneider Electric oferece suporte aos clientes desde o projeto até a manutenção, mantendo os sistemas operando de forma mais inteligente, por mais tempo e com melhor desempenho térmico.
  • Projetada para escalar: a MCDU-70 faz parte de uma linha abrangente de CDUs desenvolvida com uma arquitetura modular e escalável, garantindo maior flexibilidade para que operadores escolham o modelo ideal para atender aos objetivos específicos de suas implementações de IA.

A linha completa de CDUs da Motivair (modelos MCDU-25 a MCDU-70) oferece suporte a estratégias avançadas de gestão térmica com controle preciso de vazão, monitoramento em tempo real e balanceamento de carga adaptativo, a fim de otimizar o desempenho da planta e reduzir o consumo de energia.

A MCDU-70 já está disponível para pedidos no mundo todo. Para mais informações, visite o site.

Sobre a Motivair by Schneider Electric
A Motivair by Schneider Electric é uma fornecedora global líder em soluções avançadas de refrigeração líquida, projetadas para enfrentar os maiores desafios térmicos da computação moderna. Como parceira confiável de fabricantes de silício e OEMs de servidores, a Motivair entrega tecnologias que impulsionam avanços em inteligência artificial e computação de alto desempenho, ao mesmo tempo em que aprimoram a performance e a confiabilidade de data centers de colocation e hyperscale. Do chip ao chiller, a Motivair oferece um portfólio completo de produtos, sistemas e serviços que apoiam os inovadores que moldam o futuro do mundo digital.

www.motivaircorp.com/

Sobre a Schneider Electric

A Schneider Electric é líder global em tecnologia de energia, promovendo eficiência e sustentabilidade ao eletrificar, automatizar e digitalizar indústrias, empresas e residências. Suas tecnologias permitem que edifícios, data centers, fábricas, infraestruturas e redes funcionem como ecossistemas abertos e interconectados, aumentando desempenho, resiliência e sustentabilidade. O portfólio inclui dispositivos inteligentes, arquiteturas definidas por software, sistemas com inteligência artificial, serviços digitais e consultoria especializada. Com 160 mil funcionários e 1 milhão de parceiros em mais de 100 países, a Schneider Electric é constantemente reconhecida como uma das empresas mais sustentáveis do mundo

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Gustavo Fritz
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Omnichannel em 2026: como atrair e fidelizar o consumidor?

 


Por Carlos Feist

Durante anos, o discurso foi claro: quanto mais presença, melhor. Estar no Instagram, WhatsApp, e-commerce, app e no físico era sinônimo de modernidade. Em 2026, contudo, esse discurso pode não fazer mais sentido e inclusive, ser bem perigoso para os negócios que queiram se destacar. Uma boa estratégia omnichannel deixou de ser sobre presença em massa, e passou a ser sobre relevância nos meios estratégicos para cada público-alvo. 

Vivemos em um ambiente tecnológico pujante, acelerado e extremamente volátil. A cada ano, surgem novas ferramentas, formatos de interação e possibilidades de comunicação entre empresas e consumidores – o que faz com que muitos negócios acreditem que o sucesso está diretamente relacionado a estar presente em todos os canais disponíveis. O que não é verdade. 

O mercado passou a assumir que as empresas modernas e digitais precisam estar disponíveis para seus clientes em todos os canais, e essa narrativa criou uma pressão interna nas empresas para se adequar a essa visão e nunca ter sua comunicação rotulada como “desatualizada”. Essa visão, além de equivocada, empurra empresas para decisões que geram perigos graves, como investimentos desnecessários em tecnologias que seus clientes não utilizam; e implementações apressadas sem integração com a jornada do consumidor. 

Quais as consequências disso tudo? Experiências desconectadas, onde canais até existem, mas não conversam entre si; levando a clientes esquecidos quanto à sua real necessidade, quando a estrutura operacional não acompanha a promessa de atendimento. No fim, o excesso de canais se transforma em custo, ruído e má experiência.   

A nova era em que vivemos pede escolhas mais maduras. Ao invés de responder às pressões do mercado, as empresas devem priorizar as necessidades reais dos seus consumidores. A melhor estratégia nesse sentido é aquela que atende o cliente com eficiência e fluidez, mantém o custo operacional baixo, entende o papel e as particularidades de cada canal, e conecta jornadas de forma contínua e resolutiva. 

A omnicanalidade não diz respeito a amplitude, mas sim à estratégia, coerência e integração. Aquelas que realmente entenderem essa relação tendem a colher frutos bem maduros. Segundo um relatório do Capital One Shopping, consumidores omnichannel proporcionam um retorno sobre o investimento 30% maior ao longo da vida útil do produto, em comparação com aqueles que utilizam apenas um canal de compra. 

Dentre as frentes que tendem a ganhar força este ano, capazes de abrir grandes possibilidades para empresas que querem evoluir sua comunicação, o RCS é uma grande oportunidade – ainda mais, com sua chegada oficial ao IOS, ampliando sua capilaridade global. O canal vem se consolidando como uma alternativa robusta para experiências conversacionais enriquecidas, com recursos ideais para aquisição, orientação, envio de conteúdos multimídia, até mesmo transações rápidas e seguras. 

Com a autenticação de chamadas por meio do Stir/Shaken, a qual permite que o dispositivo do consumidor exiba a marca da empresa emissora da ligação, o canal volta a ganhar credibilidade, tirando-o da categoria de chamadas suspeitas para contatos mais rápidos, diretos e extremamente resolutivos. Uma oportunidade poderosa para reabilitar o uso da voz com segurança e confiança.   

E, mantendo seu ritmo de soluções tecnológicas inovadoras, está o WhatsApp, que continua sendo o mais utilizado pelos brasileiros. Hoje, além das interações tradicionais com mensagens, botões e fluxos automatizados, traz um avanço relevante: a possibilidade de realizar chamadas de voz dentro da própria jornada de atendimento – o que permite que um atendente eleve a conversa quando necessário; que o cliente receba suporte em tempo real, sem sair do canal; e que o atendimento ganhe velocidade e resolutividade em momentos críticos. 

Empresas que querem liderar — não apenas acompanhar — a transformação da comunicação em 2026, devem entender que o cliente não quer mais uma marca “em todos os lugares”, mas que resolva seu problema sem atrito, repetição ou frustração. As que insistirem na antiga narrativa de excessiva presença nos meios disponíveis, permanecerão em um paradoxo letal à sobrevivência de qualquer negócio: nunca estivemos tão disponíveis — e nunca foi tão difícil entregar uma boa experiência. 

Carlos Feist é Diretor de Inovação da Pontaltech. 

  

Sobre a Pontaltech: 

Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, WhatsApp, RCS, VoiceBot, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana. 



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Nathália Bellintani


Tel: +55 (11) 9848-4042
Email: nathalia@informamidia.com.br
www.informamidia.com.br

Seis aspectos para tornar o planejamento orçamentário estratégico

 


Por Tiago Pedroso

Chegamos ao tão aguardado ano de 2026, marcado pelo início da Reforma Tributária. Em meio a tantas mudanças previstas, garantir a saúde financeira do negócio é fundamental para uma transição segura. O desafio é real: segundo estatísticas do IBGE, 60% das empresas brasileiras fecham em seus primeiros cinco anos de vida, tendo a má gestão financeira como principal causa. Nesse cenário, o planejamento orçamentário deixa de ser apenas uma tarefa burocrática e passa a ser o diferencial entre a resiliência e o encerramento das operações. 

Embora seja um processo diretamente ligado às finanças, sua eficácia vai muito além do caixa. Isso porque essa ação está intrinsecamente relacionada ao planejamento estratégico da organização. Deste modo, todos os cálculos devem ser feitos levando em conta a realidade da empresa, algo que é baseado em dados. 

Se, por um lado, dizemos que os dados são os ativos mais valiosos para os negócios, por outro, caso as informações não estejam coerentes, isso pode se refletir em prejuízos. No planejamento orçamentário, esses registros são fundamentais pois, embora o plano seja financeiro, sua aplicação envolve todas as áreas. Nesse sentido, listo abaixo seis passos essenciais para executar esse plano com eficiência: 

#1 Definir diretrizes e estratégias: este é o momento de envolver o time para colher análises. Por meio de brainstormings, é possível entender de onde a companhia vem e para onde almeja ir. Este é o passo para delimitar os objetivos a serem buscados ao longo do ano. 

#2 Traduzir as informações para o sistema: uma vez definidos os objetivos, é preciso transformá-los em números (metas). Aqui, o usuário pode contar com ferramentas como o SAP Analytics Cloud (SAC) Planning para auxiliar nessa transcrição. 

#3 Input de dados: após a tradução, o sistema precisa processar as informações. Os dados devem ser inseridos na plataforma de forma íntegra para que sejam transformados em insights estratégicos. 

#4 Números coerentes: como citado anteriormente, o planejamento orçamentário envolve todas as áreas. Por isso, é essencial que todos os setores trabalhem com as mesmas metas. Esse pilar ganha ainda mais relevância considerando a coexistência de dois sistemas tributários durante o período de adaptação da Reforma Tributária. As organizações devem ajustar o planejamento dentro dos limites do orçamento. 

#5 Acompanhamento: feitos os ajustes no sistema, é necessário monitorar a consolidação daquilo que foi orçado. É o momento de colocar o planejamento em prática e acompanhar cada ação minuciosamente. 

#6 Resultado e Ajuste: os resultados são consequências de todo o planejamento. No entanto, o orçamento não é estático. É necessário executar ajustes dentro do ERP à medida que surgem novas atualizações fiscais ou mudanças no mercado. 

Perceba que o grande norteador de todos esses passos são os dados, mas eles não falam por si sós. Nesse aspecto, contar com uma ferramenta especializada é fundamental. Além de confiabilidade, o sistema traz segurança ao permitir o rastreamento de informações e a criação de versões de orçamentos, o que ajuda a traçar novas rotas no meio do caminho sem perder o histórico do que já foi feito. 

Sabemos que executar um planejamento não é uma tarefa simples, visto que envolve uma gama de informações complexas e diferentes áreas. Por isso, contar com o apoio de uma consultoria especializada é estratégico. Um time de especialistas está apto a sugerir melhorias com base em experiências e nas demandas reais do mercado. 

Em um ano repleto de desafios como 2026, o planejamento orçamentário torna-se o elemento central para guiar a empresa com segurança e transparência. Afinal, para dar o primeiro passo, é preciso saber exatamente para onde se quer ir. 

Tiago Pedroso é líder técnico da SPS Group. 

Sobre a SPS Group:  
Localizada em São José dos Campos (SP), a SPS Group atua há mais de 12 anos como uma integradora de tecnologia multinacional brasileira, que se consolidou com operações de SAP Business One, com projetos premiados e reconhecidos internacionalmente por sua excelência e qualidade. Parceira SAP Gold Partner, além de oferecer as soluções do portfólio SAP, também desenvolve internamente extensões tecnológicas adicionais ao B1, com vasto know-how para atendimento de pequenas e médias empresas dos mais diversos setores da economia. Reforçando o compromisso em fornecer soluções tecnológicas de ponta para todo o mercado, a SPS passou a trabalhar também com os recursos de SAP S/4HANA, tanto na versão Public Cloud, quanto Private, apoiando as empresas em uma operação inteligente, com processamentos em tempo real, Machine Learning, análises preditivas e muito mais. Com expertise atestada no segmento de manufatura, a SPS oferece a PlantScanner, uma plataforma voltada para melhorias de desempenho nas atividades de produção, com gestão embarcada no sistema MES (Manufacturing Execution Systems), podendo ser utilizada em qualquer tipo de indústria, independente do segmento ou porte. Ainda, a empresa oferta uma gama de soluções avançadas de backup e segurança da informação, BaaS (Backup As A Service), soluções em nuvem, licenciamento Microsoft, switches de rede, entre outros. Com todos os consultores especialistas certificados pela SAP, o grupo já soma mais de 300 clientes em todo território nacional e internacional, e conta com mais de 230 colaboradores divididos entre as unidades de São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Londrina, Manaus e Rio de Janeiro. 



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Cinthia Guimarães


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