Viveiro tem mais de 700 plantas entre bromélias e orquídeas.
Espaço é aberto para visitação de terça a domingo, das 8h às 17h.
Espaço conta com 700 plantas (Foto: Divulgação/Museu da Amazônia)De acordo com o Musa, a estrutura metálica sustenta uma cobertura em sombrite (tela) e tem abertura para circulação de pássaros e insetos, essenciais para a polinização das plantas. Também estão previstas aberturas na parte inferior do prédio para entrada de sapos, também frequentadores assíduos das bromélias.
Visitação
A exposição, orquidário e as trilhas do Musa são abertos para visitação de terça a domingo, das 8h às 17h. O espaço está localizado na Reserva Duck, na Avenida Margarita (antiga avenida Uirapuru), no bairro Cidade de Deus, na Zona Norte de Manaus.
A direção de arte da exposição é do artista plástico Zeca Nazaré. Também trabalharam na montagem da exposição o artista Feliciano Lana, da etnia desana, que ilustrou mitos e histórias e a fachada da exposição, conhecedores e artesãos indígenas das etnias Tuyuka, Tukano e Yeba masã, do rio Tiquié e profissionais do Musa.
Espaço é aberto para visitação de terça a domingo, das 8h às 17h (Foto: Divulgação/Museu da Amazônia)A exposição conta com uma cozinha tipicamente indígena, inspirada nas comunidades Pirarara (Médio Tiquié) e Caruru (Alto Tiquié), onde são preparados os pratos da culinária do alto Rio Negro. As armadilhas de pesca foram trazidas das comunidades Caruru, São Domingos, Bela Vista, São Paulo (etnia Tukano) e São Pedro (Tuyuka, Yebamasã), ou confeccionadas no próprio local da exposição. São jequis variados, imihnó (cacuri portátil), esteiras (grandes e pequenas), matapis, caiás e puçás – dispositivos fixos utilizados na captura de peixes.
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