Viagens fluviais no Amazonas podem durar até três dias e três noites.
Jogar baralho e ouvir música estão entre as estratégias para driblar o tédio.
Baralho já virou companheiro de Artur durante as viagens (Foto: Girlene Medeiros / G1 AM)
Artur já realizou mais de 100 viagens fluviais (Foto: Girlene Medeiros / G1 AM)O vendedor Cirineu Oliveira, de 51 anos, trabalha com o transporte de cargas entre os municípios amazonenses. O ofício já o fez ter feito mais de 300 viagens pelas águas da Região Norte. Segundo ele, o enjoo é a primeira coisa que se perde depois de algumas viagens feitas.
Muitos passageiros aproveitam para descansar enquanto viajam (Foto: Girlene Medeiros / G1 AM)Já a estudante Karina Lima, de 20 anos, é natural de Anori e visita a capital amazonense uma vez por ano. A viagem mais longa da jovem foi para a cidade de Lábrea, 702 km de Manaus. O celular e a rede para dormir são os principais companheiros nestas jornadas.
"Viajei também para Anamã e Codajás também. Em geral, é bastante tempo que a gente fica sem fazer nada, durante as viagens, e fico ouvindo música, vendo mensagens no celular. Em uma das viagens, conheci uma pessoa que se tornou meu grande amigo. Tenho contato até hoje com ele e isso foi há oito anos", recordou Karina.
Viagens fluviais podem durar até três dias e três noites (Foto: Girlene Medeiros / G1 AM)
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