Local foi ocupado pela primeira vez em 2011.
Incra disse que fazenda foi vistoriada e considerada improdutiva.
Grupo foi parar na Delegacia depois de ocupação (Foto: Flávio Henrique/G1)Ainda de acordo com a PM, apesar da publicação do documento, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) precisa comparecer ao local e analisar se é de interesse para a reforma agrária e isso ainda não aconteceu. Em nota, a assessoria de imprensa do Incra informou que o processo administrativo para avaliação da fazenda foi aberto em 2010 e que houve vistoria, ficando constatado que a área era improdutiva e por isso foi decretada a desapropriação para fins de reforma agrária. A próxima etapa no processo de desapropriação é o depósito em juízo do valor avaliado. Caso o proprietário não concorde com este valor, poderá contestar na Justiça.
Esta não é a primeira vez que o local é invadido. Em 2011 foi registrada a primeira ocupação na fazenda. O coordenador da Pastoral da Terra, Frei Rodrigo, informou que a ação dos militares foi violenta e incorreta, uma vez que a determinação da presidente revoga qualquer outra liminar da Justiça. Integrantes do movimento alegam terem sido agredidos, algemados e tiveram seus veículos guinchados e removidos para o pátio de Monte Alegre.
Os presos foram levados para a delegadia e assinaram um Termo Circustanciado de Ocorrência (TCO) se comprometendo a comparecer na proxima sexta-feira (3) para prestar esclarecimentos sobre a invasão. Depois da assinatura, todos foram liberados. Nove carros e uma moto foram apreendidos e encaminhados para o Pátio de Veículos da cidade.
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