O número de mortes causadas pela gripe suína na Índia subiu
para 703 desde o início do ano, com 11.071 casos de contágio, informou
hoje (20) o diretor-geral dos Serviços de Saúde da Índia, Jagdish
Prasad. Jagdish Prasad confirmou a elevada incidência do vírus Influenza
A (H1N1) no país asiático, cujo número representa o triplo dos casos de
mortalidade do ano passado, com o registro de 216 mortes. Ele informou
que o governo está trabalhando para controlar o surto por meio de apoio
logístico aos hospitais, com o fornecimento do medicamento Tamiflu, de
máscaras e equipamentos de diagnóstico e informação ao público para
evitar a propagação do contágio. O governo também destacou equipes de
especialistas para os estados mais afetados – Maharashtra (Oeste),
Madhya Pradesh (Centro), Gujarat (Oeste), Rajasthan (Noroeste) e
Telangana (Sul) – para estudarem o padrão das mortes. O ministro da
Saúde, J. P. Nadda, disse nessa quinta-feira (19) às televisões indianas
que “não há motivos para o pânico”, mas que é preciso ficar “alerta”,
assegurando que está sendo feito um acompanhamento diário. O governo
regional de Nova Deli, onde seis pessoas morreram devido ao H1N1 em
2014, limitou o preço dos testes da gripe suína a 4.500 rupias (63
euros), depois de vários pacientes terem denunciado que as clínicas
privadas cobravam preços exorbitantes, de acordo com o jornal Indian
Express. Na Índia, a gripe suína matou 891 pessoas em 2009, 1.763 em
2010, 75 em 2011, 405 em 2012 e 692 em 2013. POLITICA LIVRE
Agência Brasil
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