Veículo estragou 400 km após sair de Goiânia em direção ao Pará.
Idosos, deficiente e grávida reclamam da falta de assistência da empresa.

Na sexta-feira (26), o grupo saiu às 17 horas de Goiânia em direção ao Pará, passando pelo Tocantins. O ônibus quebrou às 23h47, próximo a Porangatu, a cerca de 400 km do ponto de partida. O motorista conseguiu levar o veículo até um restaurante, onde o grupo permanece. Conforme passageiros relataram ao G1, até as 20h deste sábado (27) o ônibus substituto não havia chegado para buscá-los.
De acordo com passageiros, a empresa ofereceu café da manhã e almoço. No entanto, não custeou a estadia em um hotel. De acordo com a Superintendência de Proteção aos Direitos do Consumidor em Goiás (Procon-GO), a companhia é obrigada a pagar pelo serviço se os passageiros tiverem que esperar mais de quatro horas para a normalização do atendimento.
Procurada pela reportagem para se posicionar sobre o não oferecimento de abrigo adequado, a empresa não atendeu às ligações.
A aposentada Maria Elza pede uma solução para o problema, pois os pais estão doentes e já deveriam ter chegado ao destino final. "Nós pegamos esse ônibus já com atraso, minha mãe sem condições de se deslocar e ônibus quebrando, nós descendo, nós subindo (sic). Nós tínhamos que estar em Araguaína (TO) meio-dia de hoje. Por que eles tratam a pessoa com essa falta de respeito? Não aceito isso", afirma.
Passageiros esperam há mais de 20 horas para prosseguir viagem (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)
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