Estudo apontou que existem 25 mil hectares ocupados no Amapá.
Marco regulatório quer aliar desenvolvimento com sustentabilidade.
Estudo apontou aptidão para plantação no cerrado do Amapá (Foto: Joffre Kouri/Embrapa Amapá)
Estudo realizado pela Setec e Embrapa foiapresentado ao governo do Amapá (Foto: Jorge
Júnior/Agência Amapá)
“O estado tem que nortear as instruções normativas para organizar a ocupação do cerrado para que não haja degradação ambiental. Então, esse documento estabeleceu critério e princípios para que o cerrado tenha uma ocupação sustentável”, explicou o secretário de Tecnologia, Antônio Cláudio.
A região que compreende três municípios amapaenses atualmente é considerada no meio do agronegócio, de acordo com a Setec, uma da melhores áreas para plantação de grãos, pelas características apresentadas.
Estudo sobre cerrado aconteceu por quase dois anos (Foto: Joffre Kouri/Embrapa Amapá)A expectativa é de que seja colocado em prática no Amapá, em até três anos, um novo ciclo produtivo a partir da instalação de empreendimentos para produção de ração animal, o que provocaria o aumento da criação de peixes e aves, por exemplo.
"Agora não precisamos ter aquele medo de o agronegócio destruir a preservação do estado. Temos condições de continuar preservando com competividade na produção de alimentos", concluiu Antônio Cláudio.
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