Projeto de telefonia exige 150 dias, enquanto Arena da Baixada será liberada a um mês do evento
A expectativa para
que todos os estádios da Copa 2014 fiquem prontos a tempo da realização
dos jogos é grande. Maior ainda é a esperança de empresas de NBZ
telecomunicações, responsáveis pela implantação dBZ e projetos que
exigem meses para execução e testes nos estádios. O de Curitiba, a Arena
da Baixada, por exemplo, só deve ser liberado para receber essa
infraestrutura no dia 15 de maio. A forma como os projetos serão
executados vai determinar a qualidade do serviço de telefonia móvel
dentro desses espaços, assim como a transmissão dos jogos para
torcedores do mundo inteiro.
A questão da transmissão de imagens dos jogos está a cargo da Telebras, que já está com tudo pronto para entrar no estádio, mas precisa aguardar a entrega e a conclusão de obras no entorno deles. Já a garantia da telefonia móvel dentro de campo, antes emperrada por questões comerciais, agora também só aguardam que os estádios sejam liberados.
O projeto de infraestrutura interna de telefonia móvel, de acordo com Eduardo Levy, diretor executivo do SindiTelebrasil, sindicato das empresas de telefonia, costumar exigir entre 120 e 150 dias para ser implantado. Como os estádios de São Paulo e Curitiba ainda não estão prontos, pode acontecer do número total de antenas necessárias nessas arenas, por exemplo, não ser atendido, ou ainda não haver tempo para todos os ajustes e testes necessários. "Os equipamentos estão comprados há muito tempo, desde a Copa das Confederações. Talvez a gente não consiga executar o projeto completo", lamenta Levy.
Até a
semana passada, além da questão da entrega dos estádios, ainda havia um
impasse entre as prestadoras de serviço de telefonia móvel e alguns
estádios, que estariam cobrando preços até cinco vezes superiores ao
cobrado pelas administradoras de outros estádios para a instalação de
antenas. Esta questão, porém, foi resolvida. As prestadoras de serviço
fecharam com as administrações dos estádios do Itaquerão, em São Paulo, e
da Arena da Baixada, em Curitiba, o acordo comercial para a implantação
da cobertura indoor. Embora
as prestadoras tenham iniciado as negociações em maio de 2013, o
fechamento só se deu agora. Ainda resta, contudo, solucionar a
implantação de wifi em alguns estádios.
Em outros estádios a situação é mais animadora. A cobertura está em fase de ajustes finais em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. Em Cuiabá, Manaus, Natal e Porto Alegre os acordos comerciais foram fechados e já se iniciou o processo de instalação. Em Natal e Porto Alegre, as administrações dos estádios já solucionaram os problemas nas salas onde os equipamentos serão instalados.
"O que pode ocorrer é que São Paulo e Curitiba não consigam ter o projeto completo. As pessoas poderão ter, principalmente nos horários de maior pico, algumas dificuldades para telefonar, por exemplo. Nós não podemos entrar efetivamente no estádio se ele não estiver pronto. Realmente é preciso que o estádio esteja em boas condições", comentou Levy.
A cobertura indoor, de acordo com o
SindiTelebrasil, promete serviços de última geração para ligações de
celular, envio de mensagens multimídia e navegação na internet em alta velocidade. A tecnologia é a mesma utilizada nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, e
atenderá aos serviços de voz e dados nas tecnologias 2G, 3G e 4G. Para reforçar
a capacidade de transmissão de dados para uso gratuito da internet pelos
torcedores, as prestadoras propuseram às administrações dos estádios a
instalação de rede WiFi. Dos 12 estádios, os de Brasília, Cuiabá, Manaus, Porto
Alegre, Rio de Janeiro e Salvador já autorizaram a instalação.
As
prestadoras Claro, Oi, Nextel, Tim e Vivo fizeram uma parceria para a
implantação de um projeto único, com investimentos e infraestrutura
compartilhada. Pelo projeto, os equipamentos das empresas ficam instalados em
uma sala e dali parte uma rede de fibras ópticas, que ligará pequenas antenas distribuídas
ao longo do estádio para garantir cobertura nas arquibancadas, camarotes,
vestiários, corredores, praças de acesso e estacionamentos.
Na
Copa das Confederações, as
empresas ganharam a liberação para iniciar as obras dois meses antes do
evento. Em alguns casos, como o do Mineirão e do Maracanã, os prazos
foram menores, de 50 e 47 dias. Mesmo assim, acrescenta, durante as
partidas,
o tráfego nos estádios foi de 1,7 milhão de ligações de telefonia
celular e mais
de 4,6 milhões de comunicações de dados, incluindo envio de e-mails, fotos e
mensagens multimídia, com tamanho médio de 0,5 MB.
A Telebras, por sua vez, é a empresa responsável pela infraestrutura a ser usada na transmissão televisiva dos jogos. De acordo com a empresa, os estádios que receberam os jogos da Copa das Confederações já estão com tudo resolvido, assim como os 28.7 mil km de linhas de longa distância já foram implantadas. Falta agora conseguir chegar a estádios com obras atrasadas, dentro deles e no entorno - Porto Alegre, Curitiba, Cuiabá, Manaus, e Rio Grande do Norte. Na Copa das Confederações, a empresa teve pouco tempo para implantar o projeto na Arena de Pernambuco, e a fibra implantada chegou a romper 50 vezes.
O presidente da Telebras, Francisco Ziober Filho, ressaltou o esforço de todo o pessoal da empresa, desde os técnicos que estão na linha de frente da implantação das fibras, até o pessoal que está garantindo a retaguarda na empresa, que trabalha muito para entregar um produto de qualidade internacional em tempo recorde: "Foram utilizados na construção dessa rede equipamentos de última geração, para garantir uma alta qualidade e confiabilidade na transmissão dos vídeos de alta definição. Essa infraestrutura será utilizada depois para levar o Programa Nacional de Banda Larga ao maior número de municípios brasileiros", destaca Ziober.
A questão da transmissão de imagens dos jogos está a cargo da Telebras, que já está com tudo pronto para entrar no estádio, mas precisa aguardar a entrega e a conclusão de obras no entorno deles. Já a garantia da telefonia móvel dentro de campo, antes emperrada por questões comerciais, agora também só aguardam que os estádios sejam liberados.
O projeto de infraestrutura interna de telefonia móvel, de acordo com Eduardo Levy, diretor executivo do SindiTelebrasil, sindicato das empresas de telefonia, costumar exigir entre 120 e 150 dias para ser implantado. Como os estádios de São Paulo e Curitiba ainda não estão prontos, pode acontecer do número total de antenas necessárias nessas arenas, por exemplo, não ser atendido, ou ainda não haver tempo para todos os ajustes e testes necessários. "Os equipamentos estão comprados há muito tempo, desde a Copa das Confederações. Talvez a gente não consiga executar o projeto completo", lamenta Levy.
Em outros estádios a situação é mais animadora. A cobertura está em fase de ajustes finais em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. Em Cuiabá, Manaus, Natal e Porto Alegre os acordos comerciais foram fechados e já se iniciou o processo de instalação. Em Natal e Porto Alegre, as administrações dos estádios já solucionaram os problemas nas salas onde os equipamentos serão instalados.
"O que pode ocorrer é que São Paulo e Curitiba não consigam ter o projeto completo. As pessoas poderão ter, principalmente nos horários de maior pico, algumas dificuldades para telefonar, por exemplo. Nós não podemos entrar efetivamente no estádio se ele não estiver pronto. Realmente é preciso que o estádio esteja em boas condições", comentou Levy.
A cobertura indoor
A Telebras, por sua vez, é a empresa responsável pela infraestrutura a ser usada na transmissão televisiva dos jogos. De acordo com a empresa, os estádios que receberam os jogos da Copa das Confederações já estão com tudo resolvido, assim como os 28.7 mil km de linhas de longa distância já foram implantadas. Falta agora conseguir chegar a estádios com obras atrasadas, dentro deles e no entorno - Porto Alegre, Curitiba, Cuiabá, Manaus, e Rio Grande do Norte. Na Copa das Confederações, a empresa teve pouco tempo para implantar o projeto na Arena de Pernambuco, e a fibra implantada chegou a romper 50 vezes.
O presidente da Telebras, Francisco Ziober Filho, ressaltou o esforço de todo o pessoal da empresa, desde os técnicos que estão na linha de frente da implantação das fibras, até o pessoal que está garantindo a retaguarda na empresa, que trabalha muito para entregar um produto de qualidade internacional em tempo recorde: "Foram utilizados na construção dessa rede equipamentos de última geração, para garantir uma alta qualidade e confiabilidade na transmissão dos vídeos de alta definição. Essa infraestrutura será utilizada depois para levar o Programa Nacional de Banda Larga ao maior número de municípios brasileiros", destaca Ziober.
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