Interdição ocorre por medida de segurança prevista em TAC de 2013.
Calçadão e quiosques da Ponta Negra continuarão em funcionamento.
Praia da Ponta Negra fica às margens do Rio Negro (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)
Superintendente afirmou que prazo pode serestendido (Foto: Sérgio Rodrigues/ G1 AM)
"Vamos ter que aguardar como é que vai ser o retorno das águas e do rio. No início será uma subida lenta, e, portanto, até que o nível do rio esteja em uma cota de segurança, é provável que se estenda esse prazo", destacou Oliveira.
A prefeitura de Manaus destacou que o calçadão e os quiosques da Ponta Negra continuarão em funcionamento. Mais chuveiros devem ser instalados no balneário para suprir a interdição da praia. O prefeito, Artur Neto (PSDB), disse que a medida de segurança é necessária para evitar mortes, como as que aconteceram na praia em 2012.
Prefeito assina decreto de interdição da praiada Ponta Negra (Foto: Sérgio Rodrigues/ G1 AM)
Interdição em 2012
Em 2012, o balneário foi interditado após o registro de 12 mortes por afogamento. O fechamento da praia ocorreu ainda durante a gestão do ex-prefeito Amazonino Mendes. Quatro meses após a interdição, foi assinado o TAC que enumerou exigências para o funcionamento da praia, reaberta em abril de 2013.
Naquele ano, o número de mortos por afogamento na praia de Manaus era considerado quatro vezes maior do que o registrado na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, ao longo de oito meses.
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