O PMDB só pensa em dinheiro, só pensa em pilhar o país.
Assim que foi anunciado pela presidente Dilma Rousseff como novo
ministro da Saúde, Marcelo Castro (PMDB-PI), ressaltou as dificuldades
enfrentadas pela pasta e propôs à presidente que a CPMF não só seja
recriada, como seja permanente e passe a ser cobrada tanto nas operações
de crédito quanto de débito, o que dobraria a arrecadação do governo.
"Nossa proposta é continuar com a mesma alíquota de 0,20% e
arrecadar o dobro. Vamos cobrar no débito e no crédito", disse o novo
ministro."Se João paga R$ 1 mil a Pedro, saem R$ 1.002,00 da conta de
João e entra R$ 998,00 na conta de Pedro."
Do valor
arrecadado, Castro defende que 50% seja destinado à União. Este
percentual seria dividido entre as áreas de Saúde e Seguridade e os
programas sociais. Os outros 50% seriam destinados aos Estados (25%) e
os municípios (25%), para aplicarem exclusivamente em Saúde, de acordo
com a proposta do ministro.
Castro disse que já apresentou a
proposta para o ministro Ricardo Berzoini (empossado hoje como
secretário de Governo), Aloysio Mercadante (ex-chefe da Casa Civil e
empossado hoje como ministro da Educação) e à presidente Dilma Rousseff.
"Todos gostaram porque não vamos aumentar a alíquota", disse Castro
logo após cerimônia em que foi anunciado como novo titular da Saúde.
Para Castro, que é médico e
deputado federal, o Ministério da Saúde tem problemas de financiamento e
gestão e é preciso melhorar. O
dirigente se mostrou confiante com a aprovação da medida tanto pelo PMDB
quanto por outros partidos do governo. "Esperamos que o PMDB e todos os
partidos que querem salvar a saúde votem junto", disse.
Sobre o caos do SUS, o fim da Farmácia Popular e os cortes em
programas de saúde, o novo ministro nada falou. O negócio dele é
dinheiro.
BLOG DO CORONEL
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