Familiares denunciam situação de mulheres que aguardam atendimento.
'A superlotação é uma realidade de Manaus', diz diretor geral da unidade.
Grávida espera por leito em pé, em maternida de Manaus (Foto: Marcela Nogueira/Arquivo Pessoal)De acordo com Marcela Nogueira, que acompanhava a sobrinha no parto, algumas pacientes chegaram a ser remanejadas para outras maternidades, mas foram rejeitadas pelo mesmo problema da Moura Tapajós: a falta de leitos. "Elas chegaram a ir mas voltaram porque em outras maternidades a situação está a mesma. Agora que colocaram a minha sobrinha em uma maca, que nem forrada estava", disse ao G1.
Grávidas esperam também em cadeiras de plástico (Foto: Marcela Nogueira/Arquivo Pessoal)Ainda segundo ele, os gestores, tanto da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) quanto da Secretaria do Estado de Saúde (Susam), sabem da situação e trabalham para atender a demanda. "Eles estão informados sobre essa situação, mas infelizmente essas são demandas que demoram, e enquanto isso quem precisa do sistema fica à disposição desse tipo de situação", finalizou.
O G1 contatou a Semsa, responsável pela Maternidade Moura Tapajós, mas não obteve resposta a respeito da situação registrada pelos familiares das gestantes.
Gestante foi colocada em maca sem o mínimo de conforto (Foto: Marcela Nogueira/Arquivo Pessoal)
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