domingo, 16 de julho de 2017

Sem intervenção militar, será preciso ir às ruas exigir uma nova Constituição


Resultado de imagem para povo nas ruasJoão Amaury Belem
O mediador deste blog afirma que “o país está entregue ao crime organizado, esta é a realidade.” Ora, caros leitores e comentaristas da “Tribuna da Internet”, em hipótese alguma podemos aceitar que fiquemos sob o crime organizado, isto é intolerável. Muito oportuna a observação feita pelo comentarista Rogerio Izquierdo, de que o principal problema do país seja de natureza ética/moral, com a falta destes elementos essenciais ensejando a perda da coesão social.
O nós contra eles é o exemplo crucial dessa perda de coesão social. Vemos a falta de ética e moral em todos os níveis da nação (federal, estadual e municipal) com cargos públicos ocupados por indivíduos que exibem questionáveis habilidades de gestão e demonstram interesses escusos.
BLINDAGEM DE LULA – Dois dias depois da sentença condenatória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, exarada pelo juiz federal Sérgio Moro, o deputado federal Vicente Cândido (PT-SP), relator da reforma política na Câmara dos Deputados, propôs que seja aprovada uma emenda que proíba a prisão de candidatos até oito meses antes da eleição, o que, induvidosamente, pode vir a beneficiar o recém condenado ex-presidente, caso o Tribunal Regional Federal decidir manter a condenação de Lula à prisão em meio ao período eleitoral.
Será que esta excrescência não preocupa o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas? Como poderá o povo brasileiro impedir que essas excrescências sejam formuladas e, sobretudo aprovadas por essa desclassificada classe política que temos?
DIZ A CONSTITUIÇÃO – Segundo o parágrafo único do art. 1º da Constituição Federal: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”.
Já o art. 142 estabelece que “As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”.
Ora, volto a afirmar que o maior poder constitucional é do povo brasileiro, a ele devem obediência todos os outros poderes. Infelizmente, ainda não nos demos conta disso.
DITADURA CIVIL – O povo brasileiro trabalhador, composto de homens e mulheres de bem e do bem, não quer ditadura militar, mas também não quer a ditadura civil em que vive atualmente nossa amada pátria Brasil.
Este país só vai mudar realmente se todos os homens e as mulheres de bem e do bem retornarem maciçamente às ruas, praças e avenidas para exigir a estruturação de um novo Brasil, com uma nova Constituição enxuta e extirpada de todas as excrescências atuais, como o foro privilegiado para parlamentares e autoridades.
Não se pode negar que o Brasil que temos atualmente está falido ética e moralmente. Por isso, existe o clamor por uma intervenção que os militares não aceitam fazer.
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