MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Brasil: uma nação de assassinos?



A maioria das pessoas tem estado bastante ocupada ultimamente, acompanhando o seu time de futebol no campeonato, acompanhando quem trai quem nas novelas, decorando a última música lançada pelo cantor “modinha” do momento, ou assistindo aos últimos vídeos engraçadinhos no whatsapp. Mas a maioria das pessoas não se preocupa com uma coisa: com o fato de que a imoralidade no Brasil atinge, nos dias atuais, níveis inimagináveis até alguns anos atrás.
Um exemplo emblemático e irrefutável desta situação calamitosa, e que quase ninguém sabe, é que o deputado federal Jean Wyllys (Ex BBB, filiado ao PSOL – Partido Socialismo e Liberdade) quer legalizar o assassinato de bebês ainda nos úteros de suas mães, e como se não fosse suficientemente ultrajante, ainda quer obrigar o povo a pagar os custos destes assassinatos com dinheiro de impostos!
Trata-se da PLC 882-2015. O projeto de lei 882-2015 foi apresentado no plenário da Câmara dos Deputados no dia 24/03, e o processo está sendo conduzido em regime de tramitação prioritário. Este projeto de lei, caso seja aprovado, permitirá às mulheres gestantes realizarem aborto, gratuitamente, em clínicas e hospitais da rede SUS, até a 12ª semana de gestação. Ou seja, o deputado Jean Wyllys, apoiado por toda a bancada progressista, defende que a irresponsabilidade de indivíduos desajustados seja paga com vidas de bebês, e ainda quer recompensar tais irresponsáveis, agraciando-os com um “procedimento” gratuito e seguro para as mulheres. O assassinato mudou de nome, e agora é carinhosamente chamado de “procedimento”.
A que ponto chegaram o cinismo e a audácia dos parlamentares progressistas, e a que ponto chegou a nossa passividade?
Este deputado é bastante conhecido por seus discursos inflamados, nos quais se autodeclara combatedor das injustiças, e defensor dos interesses dos indefesos e oprimidos, além de afirmar ser um defensor dos direitos humanos. Pois bem: há injustiça maior que negar o direito à vida a um bebezinho?  Há alguém mais indefeso que um bebê no útero de sua mãe? Há opressão maior que arrancar um bebê do útero, triturá-lo, e jogá-lo em uma lata de lixo? Qual a humanidade em defender tal “direito humano”?
Jean Wyllys, e todos que lhe apoiam, querem transformar o Brasil em um país de assassinos! Assassinos sim, pois a partir do momento em que permitirmos que utilizem nosso dinheiro para executar assassinatos de bebês, seremos todos cúmplices de assassinatos!
Para quem acha que um feto de 12 semanas não é uma vida, faça uma pesquisa no Google, veja com seus próprios olhos o estágio de desenvolvimento de um feto de 12 semanas, e tire sua conclusão a respeito de este feto ser ou não uma vida. E muito além desta questão, qualquer pai e qualquer mãe sabem o amor que se sente por um filho na barriga, com 12 semanas de gestação.
Este projeto de lei pode ser acompanhado no site da Câmara dos Deputados (Pelo link: http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=1050889). O projeto também está cadastrado no site Vote na Web, e está aberto para consulta pública, (Link: http://www.votenaweb.com.br/projetos/plc-882-2015) Por favor, todo pai, mãe, ou pessoa consciente, VOTE NÃO nesta pesquisa! O sim, infelizmente, está vencendo, e esta pesquisa será utilizada por políticos desumanos para pressionar os outros parlamentares a aprovar esta barbárie! Precisamos mostrar que NÃO ACEITAMOS QUE MATEM CRIANÇAS geradas por PESSOAS IRRESPONSÁVEIS!
Para refletir: Um economista britânico, chamado Arnold Toynbee, disse certa vez que “O maior castigo para aqueles que não se interessam por política, é que serão governados pelos que se interessam”, e foi muito acertivo em sua colocação. Muito acertivo também foi John Emerich Edward Dalberg – Acton, que disse que “O poder corrompe. E o poder absoluto corrompe absolutamente.” Enquanto não nos interessarmos pelo que acontece no cenário político do nosso país, confiando cegamente, ou simplesmente não nos preocupando, e consequentemente concedendo poder absoluto aos que falam e legislam em nosso nome, não poderemos reclamar de nada que seja decidido por eles, em nosso nome. Corremos o risco de nos tornarmos todos habitantes de uma nação de assassinos.
Por: Marcos Henrique Martins Campos

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