A
maioria das pessoas tem estado bastante ocupada ultimamente,
acompanhando o seu time de futebol no campeonato, acompanhando quem trai
quem nas novelas, decorando a última música lançada pelo cantor
“modinha” do momento, ou assistindo aos últimos vídeos engraçadinhos no
whatsapp. Mas a maioria das pessoas não se preocupa com uma coisa: com o
fato de que a imoralidade no Brasil atinge, nos dias atuais, níveis
inimagináveis até alguns anos atrás.
Um
exemplo emblemático e irrefutável desta situação calamitosa, e que
quase ninguém sabe, é que o deputado federal Jean Wyllys (Ex BBB,
filiado ao PSOL – Partido Socialismo e Liberdade) quer legalizar o
assassinato de bebês ainda nos úteros de suas mães, e como se não fosse
suficientemente ultrajante, ainda quer obrigar o povo a pagar os custos
destes assassinatos com dinheiro de impostos!
Trata-se
da PLC 882-2015. O projeto de lei 882-2015 foi apresentado no plenário
da Câmara dos Deputados no dia 24/03, e o processo está sendo conduzido
em regime de tramitação prioritário. Este projeto de lei, caso seja
aprovado, permitirá às mulheres gestantes realizarem aborto,
gratuitamente, em clínicas e hospitais da rede SUS, até a 12ª semana de
gestação. Ou seja, o deputado Jean Wyllys, apoiado por toda a bancada
progressista, defende que a irresponsabilidade de indivíduos
desajustados seja paga com vidas de bebês, e ainda quer recompensar tais
irresponsáveis, agraciando-os com um “procedimento” gratuito e seguro
para as mulheres. O assassinato mudou de nome, e agora é carinhosamente
chamado de “procedimento”.
A que ponto chegaram o cinismo e a audácia dos parlamentares progressistas, e a que ponto chegou a nossa passividade?
Este
deputado é bastante conhecido por seus discursos inflamados, nos quais
se autodeclara combatedor das injustiças, e defensor dos interesses dos
indefesos e oprimidos, além de afirmar ser um defensor dos direitos
humanos. Pois bem: há injustiça maior que negar o direito à vida a um
bebezinho? Há alguém mais indefeso que um bebê no útero de sua mãe? Há
opressão maior que arrancar um bebê do útero, triturá-lo, e jogá-lo em
uma lata de lixo? Qual a humanidade em defender tal “direito humano”?
Jean
Wyllys, e todos que lhe apoiam, querem transformar o Brasil em um país
de assassinos! Assassinos sim, pois a partir do momento em que
permitirmos que utilizem nosso dinheiro para executar assassinatos de
bebês, seremos todos cúmplices de assassinatos!
Para
quem acha que um feto de 12 semanas não é uma vida, faça uma pesquisa
no Google, veja com seus próprios olhos o estágio de desenvolvimento de
um feto de 12 semanas, e tire sua conclusão a respeito de este feto ser
ou não uma vida. E muito além desta questão, qualquer pai e qualquer mãe
sabem o amor que se sente por um filho na barriga, com 12 semanas de
gestação.
Este projeto de lei pode
ser acompanhado no site da Câmara dos Deputados (Pelo link:
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=1050889).
O projeto também está cadastrado no site Vote na Web, e está aberto
para consulta pública, (Link:
http://www.votenaweb.com.br/projetos/plc-882-2015) Por favor, todo pai,
mãe, ou pessoa consciente, VOTE NÃO nesta pesquisa! O sim, infelizmente,
está vencendo, e esta pesquisa será utilizada por políticos desumanos
para pressionar os outros parlamentares a aprovar esta barbárie!
Precisamos mostrar que NÃO ACEITAMOS QUE MATEM CRIANÇAS geradas por
PESSOAS IRRESPONSÁVEIS!
Para
refletir: Um economista britânico, chamado Arnold Toynbee, disse certa
vez que “O maior castigo para aqueles que não se interessam por
política, é que serão governados pelos que se interessam”, e foi muito
acertivo em sua colocação. Muito acertivo também foi John Emerich Edward
Dalberg – Acton, que disse que “O poder corrompe. E o poder absoluto
corrompe absolutamente.” Enquanto não nos interessarmos pelo que
acontece no cenário político do nosso país, confiando cegamente, ou
simplesmente não nos preocupando, e consequentemente concedendo poder
absoluto aos que falam e legislam em nosso nome, não poderemos reclamar
de nada que seja decidido por eles, em nosso nome. Corremos o risco de
nos tornarmos todos habitantes de uma nação de assassinos.
Por: Marcos Henrique Martins Campos


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