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sábado, 13 de novembro de 2021

Japão: cinco marcas firmam pacto para combustível ecológico

 

NOTICIAS AUTOMOTIVAS

Japão: cinco marcas firmam pacto para combustível ecológico

Enquanto seis marcas acertam para acabar com carros a combustão até 2040, no Japão, cinco empresas do setor automotivo também firmaram um pacto, mas em outro sentido.

Toyota, Subaru, Mazda, Yamaha Motor e Kawasaki Heavy Industries criaram no dia 13 de novembro, um grupo de trabalho para desenvolver alternativa aos carros elétricos usando motores a combustão.

A coalizão busca novos combustíveis para serem queimados em motores a explosão como um passo em paralelo com a eletrificação. Liderados pela Toyota, o grupo atuará em carros e motos.

Inicialmente, essas cinco marcas se comprometeram a participar de competições usando combustíveis de carbono neutro, como hidrogênio, por exemplo.

As motos também usarão hidrogênio como combustível para seus motores a combustão e todas se comprometerão a manter o investimento no desenvolvimento de motores mais eficientes.

Contudo, não apenas o hidrogênio será queimado em motores de ciclo Otto. No ciclo Diesel, Toyota e Mazda pretendem usar biodiesel em motores como o Skyactiv-D 1.5 desta última, por exemplo.

Japão: cinco marcas firmam pacto para combustível ecológico

Toyota e Subaru desenvolverão carros para o campeonato Série Super Taikyu, enquanto Yamaha e novamente a Toyota, adicionam motores a hidrogênio nas corridas atuais.

Nesse movimento, a Toyota chegou ao ponto em que precisou usar um motor de ciclo Otto para queimar o hidrogênio.

Obtido através da eletrólise da água, o hidrogênio em forma de gás pode substituir o gás natural veicular atual e até ser obtido com carbono neutro, usando processos como energia eólica.

Atualmente, o Corolla tem uma versão de competição no Japão usando o motor G16E-GTS do GR Yaris, porém, modificado.

Esse estranho 1.6 litro com três cilindros é abastecido por hidrogênio que, diferente do Mirai, o queima como um GNV, enquanto este último o utiliza como um reagente em células de combustível.

Para a realidade de países como o Brasil, onde a eletrificação demorará, a iniciativa pode gerar frutos interessantes, especialmente como complemento ao etanol.

[Fonte: Auto News Europe]

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