'Zellfie', como é chamado, quer conhecer quase todos os países do mundo. Ele já nadou com tubarões, pilotou Ferrari e fez safári de helicóptero.
José Hermínio Victorelli, o Zellfie, em tanque de guerra na Ucrânia (Foto: Zellfie/Divulgação)São quase todos os que existem no mundo –a ONU reconhece 193 países no planeta. Destes, o empresário e agropecuarista quer deixar de fora apenas a Somália. “Lá é perigoso demais. Não tem governo e acontecem muitos sequestros”, justifica.
Zellfie em Playa del Carmen, no México(Foto: Zellfie/Divulgação)
E são experiências intensas, que fogem dos programas turísticos tradicionais. Alguns exemplos: ele já andou em uma estrada cheia de cobras venenosas na Albânia, nadou com um tubarão-baleia sem a proteção de grades no México, pilotou uma Ferrari na Itália e uma McLaren na Croácia, treinou um gavião usando roupas típicas na Escócia e acompanhou o exército durante o conflito com rebeldes na Ucrânia.
“Minha ideia é juntar nos vídeos as três coisas que eu mais gosto: aventura extrema, curiosidades e máquinas”, diz ele, que banca as viagens do próprio bolso, mas atualmente busca patrocínio para profissionalizar os programas.
‘Zellfie’
Zellfie em algumas de suas aventuras pelo mundo (Foto: Zellfie/Divulgação)Foi na Namíbia que ele teve a ideia da viagem pelo mundo. Em uma semana que ficou lá, o paranaense percorreu 3 mil km de carro, fez safári de helicóptero, balonismo, paraquedismo e acompanhou a pesca de tubarões.
Depois, postou um vídeo de 36 segundos no Facebook sobre essas experiências, com seu forte sotaque. “Nunca tinha gravado nada. Filmei como se estivesse falando com um amigo meu, fazendo minhas piadinhas, usando os jargões do interior. Muita gente curtiu, e comecei a pensar em fazer mais vídeos de aventura para colocar na internet”, afirma.
O brasileiro em passagem pela Groenlândia(Foto: Zellfie/Divulgação)
O brasileiro já reservou um curso para aprender a dirigir tanques de guerra em Londres, quer conferir como funciona um trem-bala na China, pilotar um avião supersônico na Rússia e participar da caça a pítons gigantes por tribos africanas. “Os caras colocam a perna em um buraco, passam óleo e ficam lá por horas até que uma das cobras pegue a perna deles. Aí eles tiram a perna e vem a cobra junto. Eles comem, fazem isso por sobrevivência”, explica.
O país favorito
Zellfie carregando uma cabra e subindo em uma montanha no Afeganistão (Foto: Zellfie/Divulgação)Seu país favorito até agora foi onde tudo começou: a Namíbia. “Em termos de visual e de atividades de aventura foi meu preferido. Fiquei chocado com as coisas que eu vi, as estradas onde andei, as pessoas que conheci”, diz.
Ele diz que vai voltar a todos os países que já conhecia antes de começar o projeto, para completar a lista de 192 "começando do zero". Afirma, ainda, que a viagem não tem uma ordem definida de destinos: "Pego o mapa-múndi na tela do computador e escolho: desta vez vamos para... E vou!”
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