Conselheiro diz que local está parado há mais de dez dias.
Responsáveis dizem que até o fim da semana tudo será resolvido.
Michael Alves diz que conselheiros não têm acessoa internet (Foto: Tácita Muniz/G1)
Ele conta que houve uma mudança de prédio porque onde estavam locados não havia estrutura física. "O prédio estava para cair em cima da gente, após algum tempo eles nos mandaram para outra sede, onde a estrutura é boa, mas não temos como trabalhar porque não temos internet e a energia serve apenas para que as luzes sejam acesas, não se pode ligar nem o ar condicionado", diz.
Nesta sede, de acordo com Alves, há cinco conselheiros que estão na mesma situação. Sem internet e energia elétrica, ele diz que o atendimento está sendo concentrado em passar informações básicas ao público, porém nada é digitalizado no sistema. "O que vai acontecer é que daqui a pouco o Ministério Público vai pedir respostas sobre alguns casos e estaremos de mãos atadas", reclama.
O diretor de Planejamento, Orçamento e Gestão da Secretaria Municipal Cidadania e Assistencia Social (Semcas), Israel Kinpara, e o chefe de divisão de Política de Direitos Humanos, Agostinho Souza, são os responsáveis pela mediação entre a prefeitura e os conselheiros. Eles afirmam que todos as providências já foram tomadas para que até o fim desta semana todos os problemas sejam resolvidos.
"Todos os conselheiros participam da reunião, tudo é debatido em conjunto. Em relação a luz, já foi feito o procedimento necessário, estamos esperando a empresa ir lá e efetivar o serviço. Com a internet, também estamos aguardando a empresa ir lá e realizar a mudança", disse Kinpara.
Além disso, Souza também ressaltou que computadores das secretarias estão à disposição dos servidores que necessitarem usar internet para finalizar seu trabalho. "Existem computadores nas secretarias que já disponibilizamos para o caso deles precisarem enviar algum relatório ou fazer um atendimento. Mas depende muito da iniciativa do servidor", salienta.
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