Este é o mês de janeiro mais chuvoso dos últimos 33 anos no DF.
No Cinturão Verde, os agricultores somam os prejuízos nas hortas.
No sítio Três Estrelas, em Brazlândia, os tomates estão verdes e podres, as folhas estão destruídas, sinais de uma doença, a requeima, provocada pelo excesso de chuva. O produtor Helton de Oliveira contabiliza os prejuízos.
No sítio da produtora Maria Shibata, mais destruição. A lavoura inteira de brócolis não sobreviveu às chuvas de janeiro. As perdas na lavoura chegam a 40%. Entre as variedades de alface, a americana é a mais prejudicada e todos os canteiros, com mais de 500 pés, não poderão ser aproveitados.
As folhas estão escuras. Na parte de dentro, os pés de alface estão melados. Segundo o engenheiro agrônomo da Emater, Sérgio Maciel, o excesso de chuva combinado com o calor, provocou a podridão. Mesmo as hortaliças que ainda resistiram, não podem ser mais tratadas com produtores químicos. "O uso de agrotóxicos não é recomendado por causa da carência, entre o período que se aplica e a colheita, inviabilizando, no caso, o final de um ciclo".
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