Estado deve colher acima de 13 milhões de toneladas.
Colheita avança em função de menor volume de chuvas no estado.
Milho deve bater recordes em Mato Grosso.(Foto: Leandro J. Nascimento/G1)
Cleber Noronha, analista de mercado, diz que os trabalhos evoluíram na comparação com o mesmo período do ano passado. À época, a colheita da safra atingia 5% de 1,75 milhão de hectares. A retirada da produção das lavouras não começou de maneira antecipada, mas evoluiu mediante contribuição do tempo, lembra o especialista.
"O período de colheita será o mesmo da safra passada. Mas no ano passado os 5% colhidos representavam 87 mil hectares. O tempo seco favorece o milho", destacou o analista.
De acordo com o Imea, há regiões no estado com percentual de colheita acima da média estadual. É o caso do médio norte, onde está a maior área cultivada. Ao todo, destinaram-se 1,2 milhão de hectares e a colheita chega a 8,8%. No oeste, o percentual chega a 11% de 338.350 hectares.
No centro-sul foram 8,2% colhidos de 139,4 mil hectares plantados. Em todas as regiões há movimentação de máquinas nas lavouras, apontou o Imea nesta sexta-feira: noroeste 5,2% colhidos; norte 7,2%; nordeste 7,2%; sudeste 7%.
ComércioDe acordo com o Imea, a comercialização da safra no estado alcançou 56%, percentual 6,4 pontos abaixo do volume negociado na igual época do ciclo 2010/11 e que estava em 62,4%.
Para Cleber Noronha, o produtor rural espera por preços mais atrativos. "A comercialização não mudou tanto. Com a revisão dos números de safra, mudaram-se os números para a comercialização. Caiu em função da média ponderada", cita o especialista.
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