JOR4NAL A REGIÃO
Em meio à “Caminhada pela Justiça e Liberdade”, nesta sexta-feira, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) rebateu as críticas feitas pelo líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias, à mobilização em coletiva concedida ao longo do percurso.
Nikolas ironizou as críticas e afirmou que a mudança de discurso dos adversários demonstra o crescimento e a legitimidade da ação. Inicialmente a caminhada teria foi alvo de zombarias, mas agora passa a gerar preocupação entre opositores. “Primeiro zombam, depois ficam preocupados porque sabem que isso aqui é genuíno”.
O deputado também direcionou críticas à esquerda, afirmando que o campo político adversário atuaria como um entrave ao desenvolvimento do país. Lindbergh Farias questionou o ato e afirmou que a iniciativa poderia representar riscos à segurança viária, informando ter acionado a Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Em sua fala, Nikolas disse acreditar que a mobilização reflete o sentimento de milhões de brasileiros que estão desanimados com a situação política atual, mas que veem no movimento uma possibilidade de mudança do cenário nacional. “A gente sabe que tudo o que a esquerda faz é ser o freio de mão desse país".
"Eu não tenho dúvidas: tem milhões de brasileiros que, assim como eu, muitas vezes ficam desanimados, achando que não estão ajudando em nada, querendo sair do país. Estão preocupados com isso agora, estão achando absurdo. O que precisa acontecer, cara, no nosso país, para gente acordar?”
Ao longo do discurso, o parlamentar ressaltou que a caminhada não tem caráter eleitoral e afirmou que a iniciativa está ligada a uma mobilização de valores e crenças. Nikolas destacou sua identidade cristã e disse ter consagrado o movimento a Deus, afirmando que a ação está “movendo corações”.
O deputado citou o episódio bíblico envolvendo Pôncio Pilatos para defender que a omissão política pode abrir espaço para decisões de outros grupos. “Deus usou Daniel ali no meio da Babilônia, usou Josué, usou José, usou Elias. E olha só, eu tô aqui para abrir e quero colocar aqui um contrário".
"Pilatos era o governador da Judéia e ele, como político, poderia ter tomado uma decisão, não tomou e deixou que o povo decidisse. E o povo condenou um homem inocente. Quando a gente não se envolve, outras pessoas vão se envolver, mas esse espaço não vai ficar vazio”, destacou.
Nikolas também destacou a presença de crianças e adolescentes ao longo da estrada. Para o deputado, esse engajamento demonstra que o movimento tem impacto a longo prazo e não se encerra com o ato atual. “Dia 25 não vai ser o fim, vai ser o começo”, concluiu. Com Diário do Poder
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