segunda-feira, 26 de abril de 2021

Um ano depois, 62% dos empresários sentem efetios da pandemia

 


Pesquisa internacional da PwC ouviu 135 líderes brasileiros, de 79 setores diferentes; no mundo, 70% sentiram impacto

Redação
BAHIA.BA 
Foto: divulgação/Ibre
Foto: divulgação/Ibre

 

Mais de um ano depois do início da pandemia, 62% dos empresários brasileiros sentem os impactos dos efeitos econômicos do novo coronavírus. Em todo o mundo, esse indicador sobe para 70%, conforme a Pesquisa Global sobre Crises 2021, segundo a PwC.

Na direção inversa, 33% dos entrevistados relataram ter visto efeito positivo da pandemia nos negócios – a média internacional ficou em 20%. Para elaborar a pesquisa, a PwC ouviu 2,8 mil líderes de negócios em todo o mundo, 135 no Brasil. Os entrevistados são de 29 setores e 73 países diferentes.

Segundo a pesquisa, 71% dos líderes no Brasil trabalharam com um plano de resposta a crises durante a pandemia, ante 62% dos entrevistados no mundo. Em razão da crise sanitária, 54% dos líderes brasileiros modificaram a estratégia corporativa em resposta à crise, ante 77% dos entrevistados internacionais.

“Apenas 35% das organizações tinham um plano bem estruturado de resposta a crises – uma marca registrada de quem se saiu bem –, o que significa que a maioria não se preparou”, observa Leonardo Lopes, sócio da PwC Brasil. “Infelizmente, a pandemia ainda não acabou e obstáculos ainda podem surgir no caminho durante algum tempo”, acrescentou.

No mundo, o setor de turismo e lazer foi o mais afetado pela pandemia, com 86% das empresas sofrendo impactos negativos. O segmento de educação superior vem em segundo lugar, com 83%, e em seguida estão produção industrial e montadoras de veículos (80%), governo e serviços públicos (77%), serviços financeiros e energia, serviços de utilidade pública e recursos naturais (76%), mercado de consumo (72%), saúde (65%) e tecnologia, mídia e telecomunicações (61%).

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