domingo, 25 de abril de 2021

Pior do que a canalhice de Wajngarten, só a candidatura de Kajuru a presidente da República…

 


Para entender Kajuru | UOL Esporte

“Se Huck é candidato, também posso ser”, diz Jorge Kajuru

Vicente Limongi Netto

Não há como discordar da opinião de graduados do Palácio do Planalto (Folha, Mônica Bergamo – 24/04), segundo a qual a entrevista do ex-secretário de Comunicação, Fábio Wajngarten, para a Veja foi uma colossal “canalhice”. É sempre desprezível, ingrato e covarde quem sai atirando e cuspindo no prato que comeu, lambendo os beiços.

Mas o Brasil está salvo. Surge altivo e serelepe na rinha presidencial, como candidato de si mesmo, o alvissareiro senador Jorge Kajuru. Na cabeça, além de dois neurônios, um com dengue, outro com sarampo, uma imprescindível melancia para se fazer notar.

FILME PREMIADO – “Cora Coralina- Todas as vidas” foi agraciado com a Margarida de Prata da CNBB, na categoria documentário longa-metragem.

Produção de Márcio Curi, Beth Curi e Carmen Flora. Direção de Renato Barbieri, com Joana Limongi na função de primeira assistente de direção. No elenco, Walderez de Barros, Tereza Seiblitz, Beth Goulart, Maju Souza, Zezé Motta e Camila Márdila.

Nossa querida Joana fala com entusiasmo de Cora Coralina: “A trajetória da vida de Cora Coralina, sua obra e visão do mundo fazem dela uma das personagens mais ricas e inspiradoras de nossa história”.

61 ANOS DA CAPITAL – Aplaudindo com entusiasmo o teor do editorial “A Brasília do futuro” (Correio Braziliense – 21/04) salientando o vigor dos 61 anos da capital federal, recordo trechos de depoimento que dei ao Correio na edição de 21 de abril de 1980, ao lado de outros jornalistas, como Hélio Doyle, Roberto Macedo e Alfredo Obliziner (já no céu), pelos 20 anos da capital federal.

O tempo voa, mas as palavras ficam. Muitas delas sempre presentes. Que precisam ser cobradas e salientadas:  Confio num futuro cada vez mais digno e melhor para todos que aqui vivem; mais sorte, com mais oportunidades para a maioria. Mas, para isso, mãos à obra! Nada cai do céu, a não ser chuva. 

ORDEM E RESPEITO – Que impere o sentimento de ordem. Não só no lar, mas na escola, no convívio com a sociedade. Dentro do respeito à lei, dos direitos humanos, no amor ao futuro e no acatamento aos conselhos do passado. Que diminuam as injustiças. Estas liquidam com as esperanças da juventude, que, como refugo, acolhe-se no torpor do vício, para anestesiar os espinhos de desencantos.

Os governantes precisam lutar para acabar com isso. Sendo Brasilia a capital do país, suas responsabilidades com a comunidade naturalmente ficam redobradas.

Quando falo de governantes, incluo o Presidente da República e ministros de Estado e de Tribunais Superiores.

OUVINDO O POVO – Politicamente, creio que o povo de Brasília precise ser ouvido e cheirado. Não concebo reformas sem a aquiescência do povo, sem o pronunciamento da maioria.

O candango não merece os ventos da abertura? Entre o governo de Brasília e a comunidade, a afinidade deve ser, sempre, mais ampla e aberta. Os interesses se conciliam. Da mesma forma as contrariedades e prejuízos. 

Entremos nessa. Dando o que o povo quer, Brasília ficará melhor. A recompensa maior, no caso, será para nossos filhos.

COVARDIA PUNIDA – Exemplar sentença da justiça norte-americana, condenando com 40 anos de cadeia o policial covarde que matou por asfixia, o cidadão George Floyd. Pena que a justiça brasileira também não seja rigorosa para maus policiais que assassinam implacavelmente, sem dó nem piedade, crianças, adolescentes e adultos. 

Por fim, uma homenagem ao brasileiro que transformou o futebol no esporte mais importante do mundo. Será celebrada uma missa em ação de graças pelos 100 anos do Dr. João Havelange, na Paróquia de Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, no dia 09/05/2016, às 19 horas.

Salve o nosso guerreiro ninja centenário!

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