Alex Pipkin, PhD
Bom dia! Se tu és como eu, homem, branco e
hétero, antes de escovar os dentes, ?olhe bem para espelho e diga: “Eu
peço desculpas por ser quem eu sou”.
Esta é a imposição que emerge, claro, dos “grandes filósofos franceses”, mas que surge em Marx, e que agora a turba politizada progressista do ativismo identitário intolerante quer nos fazer descer goela abaixo.
Evidente que não devo e não vou me desculpar de absolutamente nada. Brancura é o problema, o cacete! Peço desculpas pela expressão, mas está demais!
Aliás, não aguento mais esse papinho morfético de que tudo se resume a batalha entre opressores e oprimidos.
Sou homem, branco e hétero, porém, não sou autoritário tampouco racista, e quero e vou brigar para exercer minha ampla liberdade de pensar e de falar, discordando desses verdadeiros racistas - aqueles que impõem suas “verdades”.
Por falar nisso, também sou judeu, e apesar do alarde do ativismo pelos direitos das minorias, é interessante - e lamentável e perigoso - notar o tema do rechaço a minoria judaica. Nem vou me alongar.
Podem me rotular de demagogo, retrógrado - sorte que sou um comum, caso contrário, seria cancelado -, mas não se trata de uma questão de polarização política, o fato é que pensamentos dissidentes desta grande turma não são aceitos e devem ser eliminados.
Costumo dizer que não se resolve um problema criando-se outro, mas o que estou enxergando, e que provavelmente se estenderá, é uma espécie de neo-segregação, nas escolas, nas empresas, no setor público...
O mundo não
é perfeito. Talvez os céus. Sei exatamente que o objetivo destes
guerreiros sociais - apesar de uns serem mais guerreiros do que outros -
é desconstruir a civilização ocidental e os valores judaico-cristãos,
para refundá-la, e transformá-la numa sociedade mais justa e equitativa;
genuinamente socialista.
?Às instituições já estão tomadas dessas ideias “progressistas”. As ideias e o ativismo contam.
O neomarxismo, baseado na identidade, travestido de diversidade, inclusão e igualdade, ou melhor, equidade, infiltrou-se no último e estratégico campo; o empresarial.
Áreas de Recursos Humanos e de Comunicação corporativas andam pari passu com a grande mídia esquerdista há muito tempo. Que êxito da mídia!
A juventude já foi cooptada pelos doutrinadores marxistas nas universidades.
Não é
novidade para ninguém que estes movimentos identitários sempre venham
acompanhados de iniciativas para o capitalismo das partes interessadas,
um eufemismo para anti-capitalistas.
Por trás desta iniciativa, aparenta-me o crescimento dos tentáculos
estatais sobre nossas vidas, e o enriquecimento de uma elite
corporativista altamente interessada em um novo modus operandi.
Evidente que muita gente discorda, não vê e não acredita nessa “teoria conspiratória” (risos)!
Eu enxergo e
me oponho, já que este tribalismo e esta visão de mundo reducionista
que vejo, nada tem a ver com os valores civilizatórios de liberdade, de
igualdade e de justiça.
Sugiro a alguns que pelo menos abram os olhos e/ou apliquem um colírio; pode ajudar a clarear.
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