segunda-feira, 26 de abril de 2021

DESCULPAS? NÃO; CONVICÇÕES.

 


Alex Pipkin, PhD


Bom dia! Se tu és como eu, homem, branco e hétero, antes de escovar os dentes, ?olhe bem para espelho e diga: “Eu peço desculpas por ser quem eu sou”.

Esta é a imposição que emerge, claro, dos “grandes filósofos franceses”, mas que surge em Marx, e que agora a turba politizada progressista do ativismo identitário intolerante quer nos fazer descer goela abaixo.

Evidente que não devo e não vou me desculpar de absolutamente nada. Brancura é o problema, o cacete! Peço desculpas pela expressão, mas está demais!

Aliás, não aguento mais esse papinho morfético de que tudo se resume a batalha entre opressores e oprimidos.

Sou homem, branco e hétero, porém, não sou autoritário tampouco racista, e quero e vou brigar para exercer minha ampla liberdade de pensar e de falar, discordando desses verdadeiros racistas - aqueles que impõem suas “verdades”.

Por falar nisso, também sou judeu, e apesar do alarde do ativismo pelos direitos das minorias, é interessante - e lamentável e perigoso - notar o tema do rechaço a minoria judaica. Nem vou me alongar.

Podem me rotular de demagogo, retrógrado - sorte que sou um comum, caso contrário, seria cancelado -, mas não se trata de uma questão de polarização política, o fato é que pensamentos dissidentes desta grande turma não são aceitos e devem ser eliminados.

Costumo dizer que não se resolve um problema criando-se outro, mas o que estou enxergando, e que provavelmente se estenderá, é uma espécie de neo-segregação, nas escolas, nas empresas, no setor público...

O mundo não é perfeito. Talvez os céus. Sei exatamente que o objetivo destes guerreiros sociais - apesar de uns serem mais guerreiros do que outros - é desconstruir a civilização ocidental e os valores judaico-cristãos, para refundá-la, e transformá-la numa sociedade mais justa e equitativa; genuinamente socialista.
?Às instituições já estão tomadas dessas ideias “progressistas”. As ideias e o ativismo contam.

O neomarxismo, baseado na identidade, travestido de diversidade, inclusão e igualdade, ou melhor, equidade, infiltrou-se no último e estratégico campo; o empresarial.

Áreas de Recursos Humanos e de Comunicação corporativas andam pari passu com a grande mídia esquerdista há muito tempo. Que êxito da mídia!

A juventude já foi cooptada pelos doutrinadores marxistas nas universidades.

Não é novidade para ninguém que estes movimentos identitários sempre venham acompanhados de iniciativas para o capitalismo das partes interessadas, um eufemismo para anti-capitalistas.
Por trás desta iniciativa, aparenta-me o crescimento dos tentáculos estatais sobre nossas vidas, e o enriquecimento de uma elite corporativista altamente interessada em um novo modus operandi.
Evidente que muita gente discorda, não vê e não acredita nessa “teoria conspiratória” (risos)!

Eu enxergo e me oponho, já que este tribalismo e esta visão de mundo reducionista que vejo, nada tem a ver com os valores civilizatórios de liberdade, de igualdade e de justiça.
Sugiro a alguns que pelo menos abram os olhos e/ou apliquem um colírio; pode ajudar a clarear.

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