Águas termais, deserto Branco e Banheira de Cleópatra são atrações.
Fonte termal conhecida como Banheira de Cleopatra, no oásis de Siwa (Foto: Tainara Caldas/Vc no G1)“As pirâmides são maravilhosas, mas um ponto turístico muito explorado, que acabou ficando um pouco artificial. Claro que ir ao Egito tem que incluir ir às pirâmides, mas não é ali que você vai conhecer costumes, tradições, religião etc.”, diz a leitora.
O deserto Branco, que faz parte do deserto deSahara (Foto: Tainara Caldas/Vc no G1)
No caso de Siwa, os moradores são muito religiosos e falam um dialeto próprio. Esse oásis tem vários pontos turísticos, como o Oráculo de Alexandre O Grande, a banheira de Cleópatra e tumbas faraônicas. Foi lá também que Tainara apreciou um pôr do sol que ela define como o mais bonito que já viu na vida.
Em Siwa, Tainara indica alugar bicicletas para passear pelos pontos próximos à vila. “Foi superbarato e divertido”, lembra ela.
O Branco e o Negro
Os oásis de Farafra e Bahariya são pontos de partida para os desertos Branco e Negro, as principais atrações da região. Considerado um dos desertos mais bonitos do mundo, o Branco recebe esse nome por suas formações naturais dessa cor, que lembram cogumelos. Já o deserto Negro tem formações de rocha vulcânica mais escuras.
O oásis de Siwa (Foto: Tainara Caldas/Vc no G1)Para hospedagem, é possível encontrar opções para todos os bolsos: dos hotéis de luxo aos mais simples. De qualquer maneira, Tainara lembra que a moeda local (libras egípcias) é muito desvalorizada, o que torna a viagem bem barata.
Para a leitora, passeios desse tipo são ideais para quem gosta de contemplar a natureza e tem curiosidade de conhecer o deserto. O lado cultural também não deixa a desejar. “Poucas pessoas sabem que o Egito é um país que foi invadido por tantos povos de culturas diversas e que não são apenas as obras faraônicas os lugares para visitar”, completa.
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