Manifestantes foram retirados de terreno particular em 2011.
Lideres do protesto e do Incra discutem situação.
Polícia Federal foi acionada (Foto: Ana Graziela Maia/G1 AM)De acordo com o presidente da comunidade, Martinho Pantoja, as famílias aguardam uma posição do Instituto. Ainda segundo o presidente, o terreno é de propriedade de uma empresa particular, que combrou na Justiça a libeação da área. "Eles haviam dado prazo de três meses, já se passou um ano e nenhuma providência foi tomada. Estamos morando de favor", disse ele.
Após o protesto, lideres dos comunitários e representantes do Incra participaram de uma reunião na sede do Instituto para discutir a situação e elaborar propostas para resolver a situação das famílias. A Polícia Federal foi acionada para evitar conflitos no local.
A superintendente do Incra no Amazonas, Maria do Socorro Marques Feitosa, informou que um perito de Goiânia vai entregar, nesta terça-feira (23), um laudo sobre o caso. O documento deve apontar, entre outros aspectos, a possibilidade de retorno do moradores ao local, caso não haja aprovação, será viabilizado outro terreno às famílias. As informações serão enviadas para Brasília para avaliação.
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