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PASSAGEM AÉREA

domingo, 27 de novembro de 2011

Máquina de fazer doces e salgados agiliza produção e aumenta lucro

 

Equipamento faz até 5 mil unidades por hora.
Modelo usado por empresário custou R$ 36 mil.

Do PEGN TV
Um equipamento pode fazer a diferença na hora de agilizar a produção de pequenos negócios. É o caso da máquina de doces e salgados, que faz até 5 mil unidades por hora e ajuda a aumentar o faturamento das empresas.

Grandes, bem recheados e deliciosos. Os salgados do empresário Vanderlei Simões sempre deixaram a clientela de água na boca.

O problema é que ele fazia tudo à mão. Um a um. E não dava conta de atender todo mundo.

“Nós trabalhávamos com 7 funcionários, mas a mão de obra é muito difícil de encontrar quem sabe trabalhar com esse ramo”.

Em 2007, Vanderlei e o filho Paulo Henrique Simões compraram a máquina de fazer salgados e doces. Muito diferente de enrolar na mão. Vanderlei coloca a massa em um compartimento, o recheio no outro, liga a máquina e começa a produção. O equipamento é rápido e faz 80 salgados por minuto.

E o tamanho pode variar, dos mini aos grandões. Basta trocar o molde e o equipamento também faz risoles, croquetes e bolinhos.

A empresa vende por unidade ou em quantidade, para eventos. Aí, é comum haver negociação de preços. Do total, 70% dos custos de salgado estão no recheio. Basta comparar o preço do quilo de frango ou de queijo com o quilo de farinha de trigo. A máquina consegue aumentar ou diminuir a proporção do recheio na massa e faz salgados mais caros ou mais baratos conforme o cliente quer.

“Nossos mini salgados para festa custam R$ 30 o cento, ou seja, R$ 0,30 a unidade. Nós podemos estar barateando isso até R$ 20 o cento, ou seja, R$ 0,20 a unidade (...) Com menos recheio, é claro”, explica.
Os salgados são vendidos em uma loja dos empresários. E têm ótima lucratividade. Considerando todos os gastos com matéria prima, funcionários, aluguel e energia elétrica, cada unidade custa para a empresa R$ 0,90, e é vendida a R$ 2,50, quase três vezes mais.

Mas como são valores pequenos, é preciso vender muito para faturar alto. Graças à máquina que faz os salgados, os empresários conseguem atender 6 mil clientes por mês.

Os empresários querem ir mais longe. “A expectativa agora é para comprar outra máquina. Vamos dobrar a produção de 2 mil para 4 mil salgados, atendendo buffets, bares, restaurantes e similares, porque a procura, a expectativa é muito grande”, diz Paulo Henrique Simões.
Máquina
A máquina de salgados e doces é fabricada em uma empresa que existe desde 1993. São feitos nove modelos. O usado por Simões custa R$ 36 mil. A empresa vende para o Brasil, Estados Unidos, Europa e países árabes. O dono da fábrica, Gilberto Poleto, diz que a máquina fomenta pequenos negócios.
“Para salgadeira, que é aquela mulher que faz o salgadinho e que agora pode fazer uma fábrica, uma fabriquinha. Para o padeiro que não podia atender a produção que solicitavam para ele (...). É pra esse tipo de cliente”, explica.
Plinio Fernandes é outro fabricante de salgados e doces que apostou na automação. Ele comprou a máquina em 2007. Daí em diante, o negócio mudou de rumo.
Para quem começou no fundo do quintal de casa, ele pode se sentir um vitorioso. Ele construiu uma fábrica de 500 metros quadrados, com produção de 36 mil unidades por dia. Tudo feito por uma máquina instalada nos fundos. E não são apenas os salgados, o equipamento também produz doces, churros, beijinhos e brigadeiros.

O processo é o mesmo que para os salgados. O funcionário coloca a massa no compartimento, faz o ajuste e liga. No caso dos churros, é só adicionar o recheio de doce de leite.

Para o empresário, o equipamento tem três vantagens. Rapidez: produz até 5 mil doces por hora. Economia: seriam necessários cinco funcionários para fazer o mesmo serviço. E padrão: os doces saem sempre no mesmo tamanho escolhido, e com formato perfeito.
A empresa vende para 150 supermercados e buffets em São Paulo. E também montou uma loja, que atende o consumidor final.

“Minhas vendas dobraram. Eu estou até pensando em comprar uma outra máquina. (...) Eu sinceridade sem ela hoje eu não seria nada”, diz Fernandes

2 comentários:

  1. não foi comentado o custo do salgado de festa.

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  2. muito interessante,mas no momento gostaria de algo mais em conta vcs teriam.

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