MEDIÇÃO DE TERRA

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domingo, 25 de janeiro de 2026

Humanização tecnológica: como melhorar a experiência do cliente em 2026?

 


Por Thiago Gomes

Garantir uma ótima experiência do cliente não se trata, apenas, de adotar novas tecnologias que otimizem o atendimento, mas de integrá-las de forma inteligente e humana ao relacionamento com cada um. O consumidor espera mais do que eficiência: ele quer ser reconhecido, compreendido e atendido de forma quase intuitiva – o que destaca a importância de desenvolver jornadas mais naturais, personalizadas e sem atrito, para as empresas que realmente quiserem prosperar este ano. 

A “massificação” dessa automação levou muitas organizações a construírem experiências que não resolvem os problemas de seu público-alvo, gerando, ao invés disso, cada vez mais insatisfação. Isso porque muitas tecnologias tradicionais obrigam o cliente a se adaptar ao robô, e acabam fragmentando sua jornada e satisfação com o atendimento prestado. 

Por mais que a digitalização esteja fortemente presente em nosso cotidiano, é extremamente importante ter consciência de que o consumidor apenas aceita conversar com uma IA quando ela passa a entregar valor real, resolvendo o problema em questão sem que se sintam apenas mais um. Ela deve ser pensada como motor da experiência do cliente e da resolução de sua demanda, e não como vitrine tecnológica. 

Prova disso está no estudo do “CX Trends 2025”, o qual identificou que a hiperpersonalização e a inteligência artificial já influenciam seis a cada 10 decisões de compra de produtos ou serviços - sendo que, no último ano, 68% dos consumidores destacaram a personalização no atendimento como fator de decisão. Não se trata de priorizar o lado humano ao tecnológico, ou vice-versa, mas de usar esses recursos a favor do cliente, com menos atrito e repetição, dando espaço para jornadas mais claras, transparentes e consistentes. 

Uma experiência inteligente parte da análise de dados a respeito do perfil e histórico do público-alvo. Porém, um dos maiores erros do mercado nesse sentido é coletar informações demais, sem que utilizem boa parte delas. A velha máxima do “menos é mais” nunca erra. Os dados precisam ter propósito e cada um deles precisa responder a uma pergunta focal: como isso melhora a experiência do cliente? 

Isso servirá de base para a construção de uma comunicação bem mais natural e individualizada, de acordo com as necessidades e desejos de cada pessoa. Isso abrange, na prática, cinco pilares indispensáveis: contexto (saber quem é o cliente, de onde ele veio, e o que já vivenciou); continuidade (não pedir a mesma informação duas vezes, e não quebrar a jornada ao trocar de canal); intenção / comando (o cliente deve escolher com quem prefere falar, e o sistema entender o que ele precisa); objetividade (resolver essas questões com máxima rapidez, sem passos desnecessários) e escalonamento inteligente (investindo em uma IA capaz de resolver o que faz sentido, deixando o profissional humano entrar em momentos mais estratégicos para a geração de valor). 

Oferecer uma boa experiência não é mais um diferencial, é o mínimo esperado. O grande segredo está em criar jornadas hiper personalizadas, com interações naturais e sem fricção, mostrando que não se trata de quem mais investe em tecnologias robustas, mas naquelas que extraem e executam o melhor que podem oferecer, sem perder a qualidade do atendimento em si e, com isso, construindo relações sólidas de confiança a longo prazo. 

Thiago Gomes é Diretor de Customer Success e Produtos na Pontaltech. 

  

Sobre a Pontaltech: 

Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, RCS, agente virtuais, WhatsApp, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana. 



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Numen realiza programa de formação SAP no Centro-Oeste

 


Iniciativa vem ao encontro do objetivo da empresa em contribuir com o crescimento da região 

A educação tem a força de impulsionar um motor de oportunidades. É nisso que a Numen, empresa líder em soluções de tecnologia, acredita. Como prova disso, a consultoria acaba de formar a primeira turma do programa de Formação Desenvolvedor SAP ABAP, em Goiânia. Além de estarem preparados para o mercado, os participantes também estão aptos a participar de processos seletivos da empresa na região. 

A iniciativa surgiu a partir do compromisso da Numen em desenvolver pessoas, fortalecer o ecossistema SAP e contribuir com o crescimento sustentável do Centro-Oeste. Dessa forma, o programa foi realizado com alunos do curso de TI da Faculdade SENAI Fatesg. 

No total, mais de 130 estudantes tiveram acesso à trilha de conteúdo da Moovi, plataforma de cursos SAP, que inclui: SAP ABAP, ABAP SAP S/4HANA e Clean Core. O programa, teve a duração de seis semanas e carga horária de mais de 40h, divididas em aulas gravadas e quatro encontros ao vivo para mentorias. Ao final, para validar a aprendizagem, cada participante desenvolveu e apresentou um projeto. Desse total, 21 alunos atingiram a capacitação completa. 

Segundo Fernando Cunha, Diretor Executivo da filial da Numen no Centro-Oeste e líder do programa, a iniciativa, além de se conectar com o pilar educacional da Numen, também contribui para o crescimento da região. “Tivemos uma boa aderência dos alunos ao nosso curso; só no evento de abertura, participaram mais de 200 estudantes. Isso mostra que existe uma demanda local por conhecimento de mercado. Além disso, o fato de realizarmos essa primeira edição junto ao SENAI vem totalmente ao encontro da proposta da instituição, que tem uma abordagem de executar projetos com aplicações práticas”. 

Localizada em Goiás, a filial da Numen conta com cinco meses de operação. Durante esse tempo, a empresa já construiu uma base de clientes que atuam nos segmentos de indústria de alimentos e bebidas, frigoríficos e agronegócio (com foco em sementeiras e grãos). Só em 2025, a unidade representou cerca de 4% do faturamento total da consultoria. 

Muito além de firmar as operações na região, a consultoria tem o claro objetivo de formar e ampliar oportunidades. Dessa forma, entre os alunos formados pelo programa, há a expectativa de internalizar algumas pessoas. “O mercado de consultores SAP está cada vez mais escasso. Ao formarmos desenvolvedores, principalmente na oferta SAP Cloud ERP, ao mesmo tempo que suprimos nossa demanda, preparamos esses profissionais para atuar no mercado regional — o que, consequentemente, favorece o Centro-Oeste como um todo”, pontua Cunha. 

Após o resultado satisfatório, a expectativa é que, no segundo semestre, seja aberta uma nova turma do programa, com a meta de formar 30 pessoas. “Temos planos de expandir ainda mais nossa atuação no Centro-Oeste neste ano e, por meio dessa iniciativa, estamos contribuindo com o desenvolvimento de mão de obra qualificada, bem como democratizando o acesso ao conhecimento, que é a porta de entrada para novos caminhos”, finaliza o Diretor Executivo. 

Sobre a Numen: 

Com presença no Brasil, Europa e América do Norte, a Numen é uma consultoria com forte atuação em projetos SAP e parceira estratégica de grandes players globais como AWS, Salesforce e Celonis. Reconhecida por sua abordagem inovadora e foco consistente em resultados, a Numen apoia empresas na transformação digital e na geração de valor sustentável. Para mais informações, visite: https://numenit.com/ 



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Como a tecnologia aliada à IA podem ajudar o varejo a reduzir perdas?

 


Por Diego Bortolucci 

De acordo com a pesquisa Abrappe de Perdas no Varejo Brasileiro 2024, realizada pela KPMG e pela Associação Brasileira de Prevenção de Perdas, mesmo com o aumento do faturamento, o varejo apresentou uma elevação de até 10% nos prejuízos, o que significa perdas que podem chegar a R$ 34,9 bilhões. O dado reforça a importância de o setor investir na prevenção de perdas – algo que pode ser obtido com o apoio estratégico da Inteligência Artificial. 

Atualmente, a margem é a grande dor enfrentada pelo varejista. Diferentemente de outros segmentos, o varejo lida com sazonalidades críticas, que vão desde a manutenção do giro de estoque – com a compra de mercadorias na quantia exata para que não haja falta ou excesso – até o atendimento de todo o ciclo de vendas baseado na demanda do público. Tendo em vista que o setor está presente tanto no ambiente físico quanto no digital, todo esse processo demanda um monitoramento rigoroso a fim de evitar perdas causadas por furtos, avarias e erros operacionais. É, justamente nesse contexto, que a Inteligência Artificial entra como uma grande auxiliadora. 

Quando essa ferramenta é aplicada em todas as etapas da operação, o varejo passa a ter previsibilidade. Além de automatizar tarefas – o que elimina erros manuais e garante maior eficiência – a IA possibilita uma melhor garantia da margem, visto que, a partir das informações geradas, a empresa efetua compras sob medida e vende com maior rapidez. Com o apoio da tecnologia, furtos e desperdícios são combatidos de forma mais eficaz, uma vez que o planejamento produtivo se torna automático e permite rastrear todo o processo, desde a produção até a venda. 

Em contrapartida ao que comumente se ouve de que "retail é venda e volume", a IA mostra que o setor também é precisão, apoiando na precificação dinâmica conforme as oscilações do mercado, o que beneficia diretamente a margem de lucro. Contudo, mesmo diante dos ganhos da digitalização, o varejo ainda enfrenta altas perdas por não automatizar etapas-chave. De acordo com levantamentos da McKinsey e da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), as falhas em processos desconectados podem comprometer de 10% a 20% do faturamento das empresas. 

Mais do que impactar a lucratividade, a falta de eficiência compromete o desempenho humano através dos altos índices de turnover, causados, fundamentalmente, por erros e falhas nos processos que desestimulam as equipes. Ou seja, a falta de um alinhamento cultural em prol do crescimento do time é um obstáculo a ser ultrapassado. Nesse sentido, a IA também atua para contribuir com o conhecimento organizacional. Por mais revolucionária que seja uma tecnologia, ela ainda é feita por e para pessoas. O grande papel desses recursos é auxiliar em uma atuação estratégica, permitindo que o colaborador, ao ser retirado de processos burocráticos, possa se dedicar a funções que agreguem valor real. 

Certamente, esse direcionamento depende da visão unificada que o gestor passa a obter. Com o uso da tecnologia, os líderes podem recorrer a ferramentas de automatização e Agentes de IA que monitoram toda a operação, entregando resultados em tempo real. É importante ressaltar que tanto a Inteligência Artificial quanto outros recursos não são ciências exatas e dependem do abastecimento de informações de qualidade; erros ainda podem acontecer, mas a agilidade na correção traz ainda mais segurança à operação. 

Já passamos, há muito tempo, da fase do hype da IA. Hoje, quem não a utiliza corre o risco sério de ficar para trás. No varejo, sua utilização está amplamente relacionada ao ganho na cadeia de suprimentos, permitindo uma visão ágil de todas as unidades acerca das demandas e do desempenho. Além disso, à medida que novas demandas específicas do negócio surgem a partir desse controle, também são gerados novos postos de trabalho. 

Mesmo apontando todos os ganhos, de nada adianta aderir a ferramentas sem que haja sinergia com a organização. O mercado está repleto de supostos especialistas que se dizem "Einsteins", mas não o são. Quando falamos sobre IA, é preciso ter a humildade de entender que estamos todos aprendendo sobre seus impactos nos negócios. Sendo assim, ter o apoio de uma consultoria especializada que atue no setor e venha aperfeiçoando o conhecimento sobre a aplicabilidade técnica é uma estratégia vital. Um time de especialistas auxiliará não apenas na interpretação do atual cenário, mas guiará a empresa nos próximos passos para a conquista da vantagem competitiva. 

O varejo é um setor intrínseco ao nosso dia a dia e à economia. Quanto mais o segmento utilizar recursos tecnológicos, principalmente a IA, melhores serão seu desempenho e o fortalecimento de sua base para garantir crescimento sustentável. Afinal, para tomar decisões assertivas, é preciso ter conhecimento. 

Diego Bortolucci é responsável pela área de SAP S/4HANA da SPS Group. 

Sobre a SPS Group: 
Localizada em São José dos Campos (SP), a SPS Group atua há mais de 12 anos como uma integradora de tecnologia multinacional brasileira, que se consolidou com operações de SAP Business One, com projetos premiados e reconhecidos internacionalmente por sua excelência e qualidade. Parceira SAP Gold Partner, além de oferecer as soluções do portfólio SAP, também desenvolve internamente extensões tecnológicas adicionais ao B1, com vasto know-how para atendimento de pequenas e médias empresas dos mais diversos setores da economia. Reforçando o compromisso em fornecer soluções tecnológicas de ponta para todo o mercado, a SPS passou a trabalhar também com os recursos de SAP S/4HANA, tanto na versão Public Cloud, quanto Private, apoiando as empresas em uma operação inteligente, com processamentos em tempo real, Machine Learning, análises preditivas e muito mais. Com expertise atestada no segmento de manufatura, a SPS oferece a PlantScanner, uma plataforma voltada para melhorias de desempenho nas atividades de produção, com gestão embarcada no sistema MES (Manufacturing Execution Systems), podendo ser utilizada em qualquer tipo de indústria, independente do segmento ou porte. Ainda, a empresa oferta uma gama de soluções avançadas de backup e segurança da informação, BaaS (Backup As A Service), soluções em nuvem, licenciamento Microsoft, switches de rede, entre outros. Com todos os consultores especialistas certificados pela SAP, o grupo já soma mais de 300 clientes em todo território nacional e internacional, e conta com mais de 230 colaboradores divididos entre as unidades de São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Londrina, Manaus e Rio de Janeiro.



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O que é IA conversacional

 

Twilio

O que é IA conversacional

Por José Eduardo Ferreira*

Todos os consumidores esperam um suporte rápido e personalizado às suas demandas, não importando o canal que escolheram para iniciar um diálogo com uma marca. Não à toa, com mais conversas acontecendo e em cada vez mais plataformas, essas marcas enfrentam dificuldades em oferecer experiências confiáveis em escala. É por isso que muitas delas estão se voltando para a IA conversacional – que mais do que uma ferramenta de inteligência artificial, representa toda uma estratégia abrangente de atendimento ao cliente, de forma inteligente.

Mas afinal, o que é a IA conversacional? Com tantos novos termos e ferramentas surgindo atualmente, graças à revolução da IA iniciada nos últimos anos, nem sempre fica claro o que é o quê, e acima disso, quais as funcionalidades e possibilidades de cada ferramenta. No caso da IA conversacional, estamos falando da tecnologia normalmente conhecida por estar por trás das interações entre clientes e marcas, mas que se parecem com as humanas, mesmo sendo realizadas por uma IA. Ela é usada no contexto de proporcionar um suporte mais inteligente e rápido por telefone, WhatsApp, chat e outros canais digitais. 

Entender como a IA conversacional funciona é fundamental para revelar todo o seu potencial. Em sua essência, a estratégia de IA conversacional usa modelos avançados para analisar a linguagem natural, interpretar a intenção do cliente e automatizar ou aprimorar as interações em vários canais.

A IA possui autonomia para atender a um cliente que inicia um diálogo, mas também pode direcionar a conversa para um agente humano, caso seja necessário um toque humano na conversa, acima de tudo preservando o contexto para o agente humano.

Esse agente, além de receber o histórico com pontos importantes da conversa, pode analisar a situação de acordo com o termômetro de sentimento do cliente, já avaliado pela IA, além de saber no que se focar, seguindo as recomendações da IA. 

Esse processo permite que as empresas ofereçam experiências eficientes e conectadas em escala, ao mesmo tempo em que tornam cada interação mais inteligente, independentemente do canal ou da complexidade da pergunta do cliente.

IA conversacional versus chatbot

Ao explorar as soluções de suporte digital, muitas pessoas se perguntam sobre a diferença entre IA conversacional e a tecnologia de chatbot. Embora esses termos às vezes sejam usados de forma intercambiável, eles representam níveis muito diferentes de capacidade e valor.

Os chatbots tradicionais operam com uma intenção simples e preditiva. Eles dependem principalmente de conteúdo predefinido e árvores de decisão ao oferecer respostas prontas a perguntas previsíveis. Isso os torna adequados para casos de uso básicos ou repetitivos, como responder a perguntas frequentes em um site, onde a conversa não precisa se adaptar ou evoluir. Sua capacidade de simular conversas humanas é limitada, pois não podem gerar linguagem que pareça natural ou entender o contexto fora de um conjunto fixo de cenários.

A IA conversacional, por outro lado, é sensível ao contexto. Ela utiliza machine learning e o processamento de linguagem natural para entender a intenção, lembrar-se das interações anteriores e até mesmo aprender e melhorar com o tempo. Em vez de apenas seguir um roteiro predefinido, a IA conversacional pode ajustar as respostas com base no histórico, no sentimento e no fluxo da conversa, fazendo com que as interações pareçam muito mais naturais e intuitivas. Ela também pode orquestrar dados de fora de suas conversas, como CRM, OSS/BSS, histórico de tráfego da Web e muito mais. Essa é a visão de 360 graus que a maioria das empresas luta para produzir.

Esses sistemas podem entender a intenção, resolver o contexto e até raciocinar em meio a interações de várias etapas, o que os torna ideais para jornadas mais complexas dos clientes. Outra diferença importante é a capacidade de compreender e lembrar o contexto. Enquanto os chatbots oferecem apenas uma compreensão simples e têm pouca capacidade de raciocínio, a IA conversacional pode rastrear o histórico da conversa, aproveitar a experiência no assunto e personalizar as respostas com base no contexto. Isso leva a conversas que se pareçam mais com as humanas.

As melhores plataformas de IA conversacional oferecem flexibilidade real para personalização dos fluxos de trabalho, canais e integrações para atender às necessidades de negócios. Além disso, permitem uma configuração rápida e fácil e uma expansão rápida para colocar novas automações ou canais em operação em semanas, não meses. Isso significa menos espera e impacto mais imediato na experiência do cliente e na eficiência operacional.

À medida que sua empresa cresce ou suas operações de suporte se tornam mais complexas, sua plataforma de IA conversacional deve ser dimensionada sem complicações. Procure uma infraestrutura pronta para empresas que ofereça suporte a altos volumes de interações, equipes globais e comunicações omnichannel sem comprometer o desempenho ou a confiabilidade. A escalabilidade garante que sua plataforma continue sendo uma base sólida para a inovação no futuro.

*Conteúdo adaptado por José Eduardo Ferreira, Vice-Presidente Regional de Vendas para a América Latina da Twilio, do material original "O que é IA conversacional? A estratégia da Twilio para um suporte mais inteligente", escrito por Ravleen Kaur, da Twilio.

Sobre a Twilio  

As empresas líderes da atualidade confiam na Plataforma de Engajamento do Cliente (CEP) da Twilio para construir relacionamentos diretos e personalizados com seus clientes em todo o mundo. As principais APIs de comunicação da Twilio permitem que as empresas se envolvam com seus clientes por meio de voz, conversas, mensagens, vídeo e e-mail. O Twilio Segment, a principal plataforma de dados do cliente, permite que as empresas criem interações altamente personalizadas e perfis automatizados de clientes com base em dados primários de vários canais. A Twilio permite que as empresas usem comunicações e dados para adicionar inteligência a cada etapa da jornada do cliente, de vendas a marketing, crescimento, atendimento ao cliente e muitos outros casos de uso de engajamento, de maneira flexível e programática. Em 180 países, milhões de desenvolvedores e centenas de milhares de empresas usam a Twilio para criar experiências mágicas para seus clientes.  

Para saber mais, acesse: https://www.twilio.com/pt-br/  

Redes Sociais:  

https://www.linkedin.com/company/twilio-inc-/  

https://www.instagram.com/twilio  

https://www.facebook.com/TeamTwilio  



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Welton Ramos - Sing Comunicação de Resultados
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Bioinsumos avançam na hortifruticultura gaúcha e entram no manejo de tomate e uva

 



Superbac

Bioinsumos avançam na hortifruticultura gaúcha e entram no manejo de tomate e uva

Soluções biotecnológicas ganham espaço como complemento ao manejo tradicional

Em um segmento em que qualidade, padronização e sanidade pesam tanto quanto volume, produtores de hortifrúti (HF) no Rio Grande do Sul têm ampliado o uso de soluções biotecnológicas, como ferramenta complementar ao manejo convencional dos cultivos. A tendência aparece em relatos de campo que apontam plantas mais vigorosas e ganhos de produtividade em áreas com tomateiros e parreirais, além de melhora na brotação e no aspecto geral da lavoura, percepção que vem puxando o interesse por ferramentas biológicas no manejo do dia a dia. “Esse ano aqui, se você ver, dá uns 30% a mais na produção”, afirma o Sr. Márcio Vizentin, produtor da região de Flores da Cunha (RS), ao comentar os resultados observados na propriedade.

A movimentação acontece em paralelo ao crescimento do setor no país. Um levantamento divulgado pela CropLife Brasil aponta que a utilização de bioinsumos cresceu 13% na safra 2024/2025, alcançando 156 milhões de hectares, e elevando a taxa média de adoção por área para 26%. No recorte institucional, o tema ganhou corpo com políticas públicas: o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) destaca que o Programa Nacional de Bioinsumos tem por objetivo “ampliar e fortalecer a utilização de bioinsumos” para promover o desenvolvimento sustentável da agropecuária brasileira.

No discurso do setor, a aposta é combinar nutrição e biologia para sustentar o potencial produtivo sem depender apenas do manejo químico. Flávio Copatti, representante da Superbac na região Sul do País, descreve que os fertilizantes biotecnológicos “fornecem macro e micronutrientes, aliados a um condicionador biológico de solo rico em bactérias positivas para as plantas”, proposta que mira o fortalecimento do sistema solo-planta em diferentes cultivos, incluindo HF. A empresa sustenta que a tecnologia atua como condicionador biológico do solo, buscando favorecer uma microbiota mais saudável e melhorar a eficiência de absorção de nutrientes, um argumento que conversa diretamente com as demandas do HF, onde vigor vegetativo, pegamento, uniformidade e sanidade costumam definir o resultado comercial.

No mercado, o crescimento também aparece nos números. Segundo a Kynetec (FarmTrak Bioinsumos 2024/25), repercutida pela Forbes Agro, os defensivos de base biológica movimentaram R$ 4,35 bilhões na safra 2024/25, alta de 18% sobre o ciclo anterior, um termômetro de que o interesse por soluções biológicas segue em alta, inclusive como complemento ao manejo tradicional.

“Para o hortifrúti, a aposta em biológicos costuma ser guiada por três fatores: a necessidade de sanidade e aparência, a busca por redução de perdas e o interesse em manejos mais equilibrados, especialmente em regiões de produção intensiva”, destaca Copatti. Na prática, agrônomos e empresas do setor tendem a defender que o papel dos bioinsumos é complementar, integrando nutrição, solo e proteção de cultivos, e não uma troca automática de todo o sistema.

 

 



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sábado, 24 de janeiro de 2026

 Pode ser uma imagem de ‎uma ou mais pessoas e ‎texto que diz "‎#COMPAR CRTANCA بقوم Acorda Brasil? Cadê OS patriotas online pra curtir e comentar 22‎"‎‎

Como aumentar as vendas no começo do ano?

 


Por Renata Reis

Janeiro costuma ser visto como um mês de retração econômica: contas acumuladas, faturas altas e consumidores mais cautelosos em gastar. Diante desse cenário, muitas empresas pisam no freio e reduzem esforços comerciais. Mas, e se o início do ano não fosse um problema, e sim uma oportunidade de ativar os consumidores e manter um bom resultado de vendas? 

Depois de tantos gastos no período comemorativo de final de ano, o caixa do cliente entra em modo sobrevivência temporário, focando nas despesas obrigatórias que costumam arcar após o Ano Novo, como os impostos e investimentos em educação. Todas as contas chegam juntas, comprimindo o orçamento disponível para compras impulsivas. 

Uma pesquisa divulgada pelo IBGE comprova isso. Segundo seus dados divulgados, em janeiro de 2025, as vendas varejistas registraram uma queda de 0,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Pode parecer pouco, mas, para um setor tão promissor e movimentado como este, ter uma retração de vendas evidencia o momento delicado do brasileiro em acabar gastando com o que não for necessário. 

Do lado das empresas, o reflexo desse comportamento costuma ser previsível: redução de campanhas, adiamento de investimentos e comunicação genérica. Quando oferta e estímulo caem ao mesmo tempo, a sensação de “mercado parado” se instala. Mas, é justamente aqui está o ponto chave: o dinheiro não some, ele só muda de destino. 

Quando o consumidor está pressionado financeiramente, ele não para de comprar — ele passa a comprar melhor. Isso exige das marcas uma comunicação mais empática, útil e conectada ao momento real do cliente. Marcas que ignoram este contexto falam com um consumidor que não existe, enquanto aquelas que reconhecem esse cenário e ajustam a proposta de valor ganham atenção, confiança e conversão. Tudo é questão de estratégia. 

O começo do ano exige que as empresas invistam em campanhas personalizadas com o timing adequado, focando que cada decisão de compra precisa fazer sentido. Personalizar não significa chamar pelo nome, mas entender questões como: o que esse cliente já adquiriu, seus gostos, e o que tende a resolver seu problema agora. Junto a isso, entra o timing, respeitando o momento financeiro do consumidor. Ofertas mal posicionadas soam insensíveis, enquanto as bem contextualizadas transmitem maior inteligência e vendem. 

Existem algumas estratégias que funcionam especialmente bem quando o orçamento está pressionado: reengajamento com foco em valor, não em desconto (eficiência, economia de tempo ou redução de custo futuro são mais persuasivos do que descontos rasos); up-sell e cross-sell orientados à utilidade (destacando produtos e serviços complementares que aumentem o aproveitamento do que o cliente já tem); e condições comerciais flexíveis (como parcelamento, planos escalonados e ofertas progressivas, diluindo o impacto financeiro sem corroer margem). 

Manter uma comunicação ativa com quem já confia na marca é outro ponto indispensável, já que clientes ativos e inativos recentes têm menor barreira de compra. Em tempos de orçamento apertado, confiança vira ativo financeiro. Quanto aos canais mais indicados para construir esse relacionamento, dê preferência por meios mais diretos e contextuais. 

Alguns que acabam ganhando maior protagonismo nesse sentido incluem o WhatsApp, proporcionando conversas rápidas, próximas e resolutivas; o RCS, ideal para explicar valor, planos e diferenciais de forma visual; SMS, sendo mais eficiente para chamadas claras à ação; e o e-mail segmentado, ótimo para conteúdos educativos, comparativos e ofertas mais elaboradas. Independentemente de qual for utilizado, lembre-se que a relevância da mensagem é o que realmente fará a diferença na conversão. 

Empresas orientadas por dados entendem que janeiro não precisa ser um mês de empurrar produtos, e sim de resolver problemas reais de seu público-alvo. Uma boa estratégia construída nesse sentido permite um faturamento contínuo, mesmo em períodos tradicionalmente vistos como desafiadores. 

Ter um faturamento sem pausa não é otimismo, é inteligência aplicada ao contexto real do consumidor. No final, as organizações que souberem como ajustar seu discurso, canais e ofertas, continuarão vendendo – enquanto as que sumirem do radar, perderão relevância. As que aguardarem março para iniciar seus planejamentos de vendas, começarão o ano atrás de seus concorrentes. 

Renata Reis é CRO da Pontaltech, empresa especializada em soluções integradas de VoiceBot, SMS, e-mail, WhatsApp, chatbot e RCS. 

  

Sobre a Pontaltech: 

Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, RCS, WhatsApp, VoiceBot, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana. 



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Nathália Bellintani


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Quando inovar em um processo seletivo?

 


Por Ricardo Haag

Nem todo processo seletivo precisa ser revolucionário — porém, muitos precisam ser repensados, para assegurar a atração e retenção de excelentes talentos que alavanquem a empresa neste mercado dinâmico e competitivo. Inovar no recrutamento não deve ser uma decisão baseada em uma moda ou hype, mas no que é mais estratégico para cada organização neste momento.  

Um bom processo seletivo diz muito sobre o negócio em si, evidenciando a forma como se comunica com o mundo empresarial e o que costumam levar mais em consideração na avaliação dos candidatos – assim como o possível investimento no apoio de consultorias especializadas, como forma de aumentar a assertividade na escolha. 

Todas essas características impactam, e muito, na marca empregadora. Quanto mais forte for, pelo menos em tese, menor será a necessidade de fornecer grandes salários como necessidade de atrair profissionais qualificados, uma vez que sua imagem e reputação já serão bem significantes como fator positivo para isso. No entanto, quanto mais fraca for, maior será a exigência dos entrevistados não apenas por boas remunerações, como também por demais bônus que tornem a vaga ainda mais requisitada. 

É nesse sentido que a inovação vem ganhando cada vez mais força, como forma de auxiliar as organizações a orquestrarem uma experiência bem mais engajada, positiva e eficaz que traga grandes talentos para o ambiente interno. Até porque, o cenário atual é bem desafiador: 69% das organizações relatam dificuldades para recrutar profissionais para posições regulares, considerado como um dos maiores desafios do RH atualmente, segundo informações da SHRM’s 2025 Talent Trends. 

O dado evidencia que que modelos tradicionais de seleção podem estar falhando em atrair talentos, dando espaço para estratégias mais inovadoras. Isso não significa investir, exclusivamente, em tecnologias altamente sofisticadas, mas ter um olhar inovador por parte do recrutador que garanta uma experiência transparente e a construção de uma marca empregadora forte o suficiente para alavancar, ainda mais, a vinda de ótimos profissionais. E, até mesmo, evitar um legado negativo para aqueles que não forem contratados. 

A decisão de inovar no processo seletivo e a forma na qual isso será conduzido dependerá do perfil e cultura da empresa, assim como os objetivos que pretendem alcançar através desse direcionamento. Em vagas que costumam receber um volume extenso de aplicações, por exemplo, a tecnologia é uma excelente apoiadora, capaz de fornecer maior velocidade na filtragem dos currículos e acuracidade na avaliação daqueles que tendem a preencher os requisitos esperados, calibrando os agentes de IA para que sejam bastante assertivos nisso. 

Por outro lado, em posições mais estratégicas e bem mais seletivas, como as de C-Levels, essas ferramentas não tendem a ser suficientes nem estratégicas, correndo o risco de prejudicar a experiência de todos os envolvidos no recrutamento. Esses casos demandam um olhar humano bem mais apurado e experiente, que traga conexão e proximidade entre as partes a fim de assegurar um entendimento profundo e completo a respeito das expectativas, intenções e perfis tanto da empresa quanto dos candidatos. Pontos, esses, muito delicados e emocionais que nenhuma IA consegue ainda atingir que nem o ser humano. 

Nada impede, contudo, de utilizar a tecnologia como aliada dos recrutadores. Não aplicá-la ao longo de todo o processo seletivo confiando às cegas no que informar, mas utilizando-a como orientação no momento da conversa e “olho no olho”. Um limite muito tênue de investimento que, certamente, poderá ser revisitado em poucos meses, diante de tantas transformações digitais em alta velocidade que presenciamos, o que exige uma toma de decisão baseada em evidências, ao invés de impressões e promessas bonitas que muitas tecnologias nos passam. 

No final, quem deve ter a última palavra ao decidir quem contratar não é o algoritmo, mas o recrutador humano – justamente por sua ampla bagagem, experiência, sensibilidade e capacidade de conexão com todos os envolvidos no processo. Ainda não temos ferramentas que fazem isso com maestria, o que reforça que a tecnologia ainda é uma aliada do ser humano, mesmo quando pensamos em inovação no processo de recrutamento. 

Ricardo Haag é headhunter e sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão. 

  

Sobre a Wide: 

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Com mais de 30 anos somados de recrutamento especializado e mais de 20 mil entrevistas realizadas, o propósito da Wide, empresa de recrutamento e seleção de alta gerência, é construir legados, seja o das empresas contratantes, o dos candidatos e o seu próprio. 



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Nathália Bellintani


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Usiquímica obtém melhoria dos processos com ERP Omega

 


Empresa segue firme nos planos de expansão com o apoio do software da ABC71 

Transformar o mercado da indústria química. Essa é a missão da Usiquímica, fabricante de produtos químicos. A empresa, visando obter melhorias no processo produtivo, adotou o ERP Omega, software de gestão com foco em médias e grandes empresas. Todo o projeto foi conduzido pela ABC71, pioneira em sistemas de gestão para as indústrias. 

Presente há mais de 80 anos no mercado, a Usiquímica segue ampliando seu leque de produtos e, para manter um nível alto de excelência, tem passado por constante processo de modernização. Hoje, a empresa conta com uma das mais modernas instalações de distribuição de produtos químicos no Brasil. Com atuação em todo o Brasil, o Grupo conta hoje com mais de 250 colaboradores, distribuídos entre suas operações e unidades de negócio, incluindo a Usiblend e a Praxis Embalagens, além da produção e representação, sob licença, das marcas Enoc, Valvoline e YPF Lubrificantes.  

Tendo em vista que a empresa segue em plena fase de expansão, com a aquisição de novas frentes de negócios, a customização e integração das operações sempre fez parte dos desafios enfrentados pela organização. Nesse sentido, a companhia utilizava, até então, um software próprio, mas, diante do potencial de crescimento, era necessário adquirir um sistema único e com alta escalabilidade. 

Sendo assim, a organização decidiu migrar de sistema e, após pesquisas no mercado, o ERP Omega foi o escolhido, como relata Carlos Silveira, gerente de TI. “Considerando o tamanho da nossa operação, era fundamental obtermos um sistema único e que, sobretudo, nos desse total liberdade para efetuar customizações, e o ERP Ômega atendeu às nossas expectativas”, pontua. 

O parceiro ideal também era um fator primordial. “O fato de já conhecermos a ABC71, que é pioneira nesse mercado, também nos deu a confiança para escolhermos o produto. Desde o início, tivemos abertura para falar com os desenvolvedores e, essa proximidade, tornou viável as nossas integrações e facilitou a criação de uma parceria sólida”, destaca Silveira. 

O projeto é celebrado por Antônio Barbosa, CEO da ABC71. “Para nós, é gratificante sabermos que a nossa expertise e confiança no nosso trabalho nos levou a executar um projeto tão bem-sucedido em uma empresa de tamanha magnitude como a Usiquímica. Além disso, esse case é um importante exemplo de como a linha de ERPs Omega está preparada para atender a qualquer organização, independentemente de porte e segmento”. 

Após a implementação do ERP, a Usiquímica vislumbra ganhos práticos no dia a dia. Entre eles estão o ganho de tempo no processo produtivo, melhoria nos processos financeiros e nas emissões de notas fiscais, automatização das atividades – reduzindo a dependência dos colaboradores, que podem se dedicar a ações estratégicas – bem como a facilidade de fazer integrações com os demais sistemas utilizados pela empresa. 

Todos os benefícios obtidos pelo projeto são motivo de orgulho. “A implantação do ERP Omega representou um marco importante na nossa jornada de modernização e crescimento. O projeto trouxe mais eficiência, integração e visibilidade para a operação, criando uma base sólida para sustentar a expansão do nosso Grupo com segurança e previsibilidade”, afirma Margarete de Miranda, assessora de Gestão de Sistemas da Usiquímica.  

Com as operações consolidadas, a Usiquímica segue firme no plano de expansão. Atualmente, todas as empresas do grupo operam com o ERP Ômega, e a meta é adquirir mais duas operações no próximo ano. “Ao longo dessas décadas, consolidamos uma trajetória marcada por muito esforço e dedicação. Agora, nos preparamos para dar mais um passo significativo na certeza de que temos uma ferramenta preparada para dar todo o suporte de que precisarmos”, finaliza o gerente de TI. 

Sobre a ABC71 
Desde 1971, a ABC71 é pioneira em ERPs para indústrias com a missão de melhorar a performance das empresas brasileiras com software e serviços. Atendendo aproximadamente 400 clientes, a organização soma uma trajetória de sucesso com o objetivo de ser reconhecida como a melhor empresa de software de gestão no Brasil. 



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Carlos Silveira, gerente de TI da Usiquímica
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Antônio Barbosa, CEO da ABC71
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Cinthia Guimarães


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Sete habilidades profissionais mais demandas em 2026

 


Por Jordano Rischter

Até pouco tempo atrás, dominar ferramentas digitais, trabalhar com dados ou se adaptar rapidamente a mudanças era visto como um diferencial competitivo. Em 2026, isso já não basta. Em um mercado cada vez mais competitivo e orientado pelos avanços tecnológicos, essas e muitas outras competências se tornaram o mínimo esperado. Então, a pergunta que fica é: quais habilidades realmente podem diferenciar os profissionais daqui para frente? 

Segundo dados do relatório Work Change, do LinkedIn, cerca de 70% das habilidades utilizadas na maioria dos empregos mudarão até 2030 – catalisadas, principalmente, pela IA. Ao mesmo tempo em que essa transformação é saudável para a evolução do mercado, também torna difícil para que todos consigam se reinventar e se manter atrativos perante recrutadores. 

Contudo, mesmo diante dessa volatilidade, ainda é possível notar certas habilidades que vêm sendo cada vez mais requisitadas, capazes de continuar ganhando forte relevância este ano. Veja as sete principais: 

#1 Letramento digital avançado: hoje em dia, não basta apenas saber como usar um computador. A digitalização constante do mercado exige conhecimento avançado nos recursos mais investidos pelas empresas atualmente, como colaboração em nuvem, comunicação virtual, sistemas de gestão e CRMs, por exemplo, aprendendo a explorá-los estrategicamente para o crescimento contínuo da organização. 

#2 Interpretação e análise de dados: junto ao conhecimento técnico, 2026 exige dos profissionais uma capacidade de análise crítica e interpretação de todas as informações capturadas, visando tomadas de decisões mais estratégicas. Isso não significa que precisem se tornar experts na área, mas se capacitarem para colher insights dos sistemas utilizados a fim de transformá-los em ações que gerem os retornos esperados. 

#3 Gestão de projetos ágeis: o dinamismo do mercado também demanda velocidade nos processos internos. Nesse sentido, se aprofundar em metodologias ágeis que auxiliem os times a terem uma maior organização, produtividade e rendimento em suas tarefas também é uma habilidade essencial para este ano, contribuindo não apenas para que tenham uma melhor gestão de seus projetos, como também uma maior eficiência nas entregas. 

#4 Comunicação digital: de nada adianta ser um bom comunicador pessoalmente, mas, no ambiente online, não saber se expressar com êxito. Os últimos anos foram marcados pela expansão de plataformas digitais para comunicação, as quais precisam ser exploradas pelos profissionais para que saibam como transmitir ideias com clareza, empatia e estratégia por meio desses canais, mantendo sua produtividade mesmo à distância. 

#5 Soft skills: esse não é um termo novo, mas continua sendo indispensável. Afinal, diante de tantas mudanças constantes que o mercado passa, são nossos comportamentos e capacidades comportamentais de adaptabilidade, resiliência e inteligência emocional que nos permitem nos ajustar e flexibilizar a essas transformações, mantendo um bom desempenho. Isso significa reconhecer nossas próprias emoções (vital para liderar equipes e ter bons relacionamentos), aprimorar o pensamento crítico para resolver problemas complexos e como desenvolver soluções inovadoras a partir disso. 

#6 Aprendizado contínuo: nenhuma habilidade é constante. Afinal, o mercado muda a todo o momento, o que exige de cada um de nós a mesma transformação. O lifelong learning representa essa reinvenção permanente visando a sustentabilidade de nossas carreiras, não apenas aprendendo e reaprendendo as tendências do setor, mas também focando no autoconhecimento, identificando nossos pontos fortes e fracos para que continuemos nos destacando e relevantes. 

#7 Networking: estreitar relacionamento e se conectar com profissionais de diferentes áreas é uma das estratégias mais valiosas para assegurar a visibilidade no mercado. Muitas oportunidades de reinvenção, inclusive, vêm dessas conexões, o que as tornam uma peça estratégica para o crescimento individual e da empresa em si. 

Por mais que todas as habilidades acima sejam extremamente importantes, isso não significa que todo profissional deva se aprofundar em absolutamente todas. Conheça um pouco de cada uma, e se torne especialista naquilo que realmente faz diferença na sua área de atuação, de forma que agregue valor e aumente o impacto de seu desempenho. 

Entenda quais os seus objetivos de carreira, habilidades que precisa desenvolver para chegar aonde deseja, tendências e demandas do mercado, e o que as vagas desejadas estão exigindo em questão de habilidades técnicas e comportamentais. 

No geral, o que o tornará um bom profissional é sempre se sentar em uma cadeira de eterno aprendiz, buscando pelo conhecimento contínuo e desenvolvimento pessoal que o tornem resiliente e preparado para construir relações e se aprimorar cada vez mais, trazendo os resultados que a organização espera e, claro, que atinjam as expectativas de carreira de cada um. 

Jordano Rischter é headhunter e sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão. 

  

Sobre a Wide: 

https://wide.works/ 

Com mais de 50 anos de experiência combinada, a Wide é especialista em recrutamento executivo alinhado às necessidades e objetivos de cada empresa. Seu foco é fortalecer a governança corporativa, com atendimento exclusivo e processos ágeis e assertivos, conduzidos pela expertise de seus sócios. 



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Como o esporte pode inspirar a gestão empresarial em 2026?

 


Por Beto Vieira

No mundo dos negócios, assim como nos grandes estádios, o apito inicial é apenas a ponta de um iceberg composto por meses de preparação silenciosa. Isso porque vivemos um momento de transição no mercado global em que a fronteira entre a eficiência operacional e a performance atlética tornou-se quase inexistente. Ao olharmos para o horizonte de 2026, uma verdade se impõe com urgência: organizações que ignoram as táticas de gestão não estão apenas perdendo competitividade, mas entrando em campo sem o condicionamento necessário para sobreviver ao jogo. 

O esporte, em sua essência, é a ciência da superação sob pressão. Transportar essa lógica para a gestão empresarial não é uma mera metáfora motivacional, mas sim a adoção de um rigor metodológico que separa as companhias amadoras das verdadeiras potências de mercado. 

Fazendo uma analogia, um atleta de elite jamais iniciaria uma temporada sem um mapeamento biométrico completo, entendendo cada limitação e potencial do seu corpo. No ambiente corporativo, esse "exame médico" traduz-se no diagnóstico organizacional profundo. Nesse sentido, muitas empresas falham, justamente, ao tentar implementar estratégias agressivas sem antes entender sua saúde interna. 

O diagnóstico é o que garante que a organização não sofra uma "lesão" fatal no meio do caminho. Tendo em vista que o ano 2026 irá configurar um cenário de transformações digitais aceleradas e economia dinâmica, a saúde financeira e a agilidade de processos serão os diferenciais críticos. Sendo assim, sem um diagnóstico preciso, qualquer planejamento estratégico é, na melhor das hipóteses, um palpite arriscado que coloca em xeque a perpetuidade do negócio. 

Avançando para a dinâmica do jogo, há uma distinção clara no esporte que o mundo executivo precisa absorver: a diferença entre estratégia e tática. A estratégia é o plano traçado no vestiário; a tática é a capacidade de ajustar esse plano enquanto a bola rola e o adversário surpreende. Deste modo, a liderança deve atuar como um técnico de alta performance, mantendo um olho nos indicadores de desempenho e outro nas tendências de mercado. 

A capacidade de mudar a jogada no meio da execução será o grande trunfo para este ano. Afinal, empresas que demoram a decidir perdem o timing da oportunidade. No entanto, nenhuma tática funciona sem o devido preparo do capital humano, encarado aqui como o "atleta corporativo". 

Ao projetarmos o ano de 2026, percebemos que a competitividade não será apenas sobre quem detém a melhor tecnologia, mas sobre quem possui a melhor execução humana e estratégica. Por isso, nenhuma organização deve iniciar o próximo ciclo sem um diagnóstico profundo, sem metas claras e, principalmente, sem uma cultura que valorize o bem-estar físico e mental. O mercado será um campo implacável para os despreparados, mas um território de oportunidades vastas para aqueles que tratam sua gestão com o rigor de um treinamento olímpico. 

O esporte nos ensina que a vitória é a consequência natural de um processo bem executado. Deste modo, estratégia sem gestão robusta é apenas um discurso que não gera valor real. Para vencer, as empresas precisam parar de apenas participar e começar a performar. O apito inicial está próximo, e a pergunta fundamental para cada líder é se sua equipe treinou o suficiente para ser a campeã da temporada que se inicia. Afinal, a excelência espera por aqueles que encaram a gestão como uma maratona de alta performance, unindo a visão de um grande capitão ao preparo infalível de um atleta de elite. 

Beto Vieira é Co-CEO da G2. 

Sobre a G2:  
A G2 é uma consultoria SAP Gold Partner e especialista no desenvolvimento de negócios através do uso da IA. Especializada em plataformas de processos de negócios, a empresa oferece soluções completas para todo o ciclo de sistemas de gestão empresarial.A consultoria garante qualidade e cumprimento de prazos e custos por meio de um quadro de profissionais com larga experiência e em constante atualização. 



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Cinthia Guimarães


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