DIÁRIO CATARINENSE
Sensibilizados, alguns dos passantes se preocuparam com pingos de chuva

O artesão agradecia, em diferentes idiomas, aos que lhe depositavam moedas
Foto:
Diorgenes Pandini / Agencia RBS
Ângela Bastos
A ausência do sol ajudou a humanizar o centro de Florianópolis
na manhã deste sábado. Sem praia nas primeiras horas, moradores
aproveitaram para ir às compras. Juntaram-se aos turistas que conheciam
as ruas e prédios históricos.
Na esquina das ruas Conselheiro Mafra com Jerônimo Coelho, pertinho do Mercado Público, um artista de rua chamava a atenção: o homem-barro exibia sua forma feita da matéria prima mais primitiva da humanidade. Ao seu redor, dizeres lembravam a origem da vida e do universo.
O artesão exibia sua arte e em diferentes idiomas — inglês e espanhol — agradecia aos que lhe depositavam moedas. Em tempos de selfie, muitos dos caminhantes não perderam a oportunidade. As crianças pareciam impressionadas com a imagem. Sensibilizados, alguns dos passantes se preocuparam com pingos de chuva. Imóvel, o artista incorporava a verdade nua e crua de ser um homem-barro.
Foto: Diórgenes Pandini / Agência RBS
Na esquina das ruas Conselheiro Mafra com Jerônimo Coelho, pertinho do Mercado Público, um artista de rua chamava a atenção: o homem-barro exibia sua forma feita da matéria prima mais primitiva da humanidade. Ao seu redor, dizeres lembravam a origem da vida e do universo.
O artesão exibia sua arte e em diferentes idiomas — inglês e espanhol — agradecia aos que lhe depositavam moedas. Em tempos de selfie, muitos dos caminhantes não perderam a oportunidade. As crianças pareciam impressionadas com a imagem. Sensibilizados, alguns dos passantes se preocuparam com pingos de chuva. Imóvel, o artista incorporava a verdade nua e crua de ser um homem-barro.
Foto: Diórgenes Pandini / Agência RBS
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