por
Agência Brasil
Publicada em TRIBUNA DA BAHIA
Os irmãos Said Kouachi e Cherif Kouachi,
que mataram, na quarta-feira (7/1), 12 pessoas no atentado ao jornal
francês Charlie Hebdo, não tinham qualquer ligação com a Argélia,
afirmou hoje (11/1) o ministro dos Negócios Estrangeiros argelino,
Ramtane Lamamra.
"Nunca estiveram interessados em obter a nacionalidade argelina,
mesmo quando o pai a tinha", disse Lamamra à rádio francesa RFI.
Said, de 34 anos, e Cherif, de 32, são filhos de pais argelinos, mas nasceram na França. Eles foram mortos na sexta-feira (9) pela polícia francesa após serem encontrados no prédio de uma gráfica em Dammartin-en-Goële, nos arredores de Paris, para onde fugiram após os ataques.
"É importante não identificar esses cidadãos franceses pelas suas origens", frisou o ministro, que participou neste domingo da marcha contra o terrorismo em Paris. A Argélia é um dos países onde o grupo extremista Jihad Islâmico tem células ativas.
Said, de 34 anos, e Cherif, de 32, são filhos de pais argelinos, mas nasceram na França. Eles foram mortos na sexta-feira (9) pela polícia francesa após serem encontrados no prédio de uma gráfica em Dammartin-en-Goële, nos arredores de Paris, para onde fugiram após os ataques.
"É importante não identificar esses cidadãos franceses pelas suas origens", frisou o ministro, que participou neste domingo da marcha contra o terrorismo em Paris. A Argélia é um dos países onde o grupo extremista Jihad Islâmico tem células ativas.
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