Explosão de cilindro afetou dezenas de imóveis, em bairro da capital.
Emocionada, viúva de homem que morreu na explosão pede desculpas.
Explosão
de cilindro de acetileno ocorreu no dia 13 de maio deste ano, no Manoel
Julião, em Rio Branco (Foto: Josenir Melo/Arquivo pessoal)"Essas famílias foram afetadas tanto psicologicamente quanto no seu bem material, que é a casa. Então, começamos uma campanha pedindo ajuda em depósito bancário, em uma conta que a Central de Articulações abriu e esse recurso vai estar destinado a essas cinco famílias que estão desabrigadas, na intenção de ajudá-las a reconstruir a sua casa", fala Marlúcia.
Na casa da professora Sílvia Batista paredes,telhado, forro e parte elétrica da casa foram
atingidas (Foto: Caio Fulgêncio/G1)
A primeira-dama diz ainda que uma quantia exata não foi estipulada para ser arrecadada. "Vamos partir do princípio que as casas foram destruídas de 70 a 100%", afirma. Para colaborar, um depósito pode ser feito para a conta da Central de Articulação das Entidades de Saúde (Cades). A agência é 2358-2 e a Conta Corrente é 51.532-9.
'Nunca pensei que isso pudesse acontecer', diz Ruth Alencar
A explosão do cilindro de acetileno ocorreu na residência de Ruth Alencar e seu marido João Batista Alencar, que morreu no local. Emocionada, a viúva estava presente no lançamento da campanha e pediu desculpa em nome do marido.
Viúva
do proprietário da residência onde houve a explosão Ruth Alencar e um
dos filhos, Christian Alencar, pede desculpas pelo ocorrido (Foto: Caio
Fulgêncio/G1)Ruth e os três filhos estão hospedados na casa de um amigo da família. Ela fala que nunca imaginou que algo dessa forma pudesse acontecer e pede que cada um colabore pensando que fosse para sua própria família.
Entenda o caso
O empresário João Batista morreu depois que um cilindro de acetileno explodiu em sua casa, no bairro Manoel Julião, em Rio Branco, no dia 13 de maio. Quatro pessoas da mesma família sofreram ferimentos leves.
Residências localizadas ao lado do imóvel tiveram fortes danos em sua estrutura. Estima-se que as casas situadas em um raio de 300 metros do local tenham sido afetadas. O laudo de levantamento de danos deve sair em 30 dias. O prazo pode ser prorrogado por mais 50 dias.
A Polícia Civil da capital abriu inquérito para investigar o armazenamento dos cilindros com produtos químicos no local. O Corpo de Bombeiros, com a ajuda de duas empresas especializadas, fez a retirada de 22 cilindros da casa, contendo gases químicos, como acetileno e oxigênio medicinal.
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