Falsas bombas, enguias e sapato com salto imitando arma são exemplos.
Revólver em bicho de pelúcia e faca-pente também foram apreendidos.
Objetos
proibidos apreendidos nos aeroportos dos EUA de 2012 para cá: armas
dentro de bichos de pelúcia, réplica de granada, enguias, bomba falsa,
relógio imitando bomba e faca disfarçada em um pente. (Foto:
TSA/Transportation Security Administration)Para saber quais são, basta acessar o blog do setor de segurança em transportes do país (Transportation Security Administration, ou TSA), que divulga ao público semanalmente os objetos apreendidos após a passagem pelo aparelho de raios-x.
Sapatos com saltos imitando armas; mesmo quenão sejam reais, objetos que imitam itens
perigosos são proibidos (Foto: TSA/Transportation
Security Administration)
Também são comuns, segundo o órgão, réplicas realistas de bombas, granadas e minas, o que confunde os agentes, pode gerar atrasos e levar à detenção do passageiro. “Sabemos que são novidades bacanas, mas você não pode levá-los em um avião. É proibido, seja real ou não”, avisa a equipe de blogueiros da TSA nos posts.
Bichos de pelúcia e sapatos de salto
No ano passado, os agentes encontraram sete falsas granadas em apenas uma semana. O balanço de itens apreendidos ao longo de 2012 mostra ainda que foram apreendidos nos aeroportos americanos 1.556 armas dentro de malas de mão ou despachadas – em média, quatro por dia. Do total, 78,7% estavam carregadas.
Algumas delas estavam camufladas em lugares improváveis: bichos de pelúcia, um livro com miolo falso e um vaso de planta são alguns exemplos.
Arma escondida em livro com fundo falso(Foto: TSA/Transportation Security Administration)
Entre os itens curiosos apreendidos, foram citados um spray de pimenta escondido dentro de uma meia, cobras venenosas mortas, um cinto de castidade, uma motosserra, sacos com enguias e diversas espadas samurais.
Um passageiro se arriscou duplamente e levou uma falsa granada recheada de maconha. E houve uma passageira que achou “fashion” embarcar com sapatos com os saltos imitando revólveres.
O órgão afirma que a divulgação do que é interceoptado não é apenas para “mostrar serviço”, mas para conscientizar os passageiros.
“Cada vez que achamos um item perigoso, todo o processo fica lento e um passageiro que provavelmente não tinha má intenção acaba fichado e às vezes até preso. Este é um aviso amigável para as pessoas deixarem esses itens em casa”, afirma.
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