Cemex, do México, lidera levantamento da consultoria Economatica.
Com prejuízo de US$ 503 milhões em 2011, Gafisa é 3ª pior colocada.
| MAIORES PREJUÍZOS NA AMÉRICA LATINA | |||
|---|---|---|---|
| Posição | Empresa | Setor | Prejuízo em US$ milhões |
| 1º | Cemex (México) | cimento e produtos concreto | 1.372,32 |
| 2º | Vapores (Chile) | transporte marítimo | 1.249,77 |
| 3º | Gafisa | construção | 503,71 |
| 4 | Fibira | papel e celulose | 465,20 |
| 5º | Gol | transporte aéreo | 400,64 |
| 6 | Marfrig | abatedouro | 397,70 |
| 7º | Rede energia | geração e transmissão | 366,79 |
| 8º | Braskem | química | 279,95 |
| 9º | Cobrasma | equipamento ferroviário | 265,43 |
| 10 | OGX | petróleo e gás | 257,04 |
Na sequência, as empresas brasileiras com o maior prejuízo em 2001, segundo o levantamento foram Fibria, Gol e Marfrig.
Para o calculo, a Economatica tomou os valores publicados pelas empresas latinas nos respectivos órgãos de fiscalização locais (CVM no Brasil) e converteu os números pelo dólar do dia 31 de dezembro (dólar Ptax Venda).
Entre as 30 empresas, seis são do setor de energia elétrica, sendo quatro empresas brasileiras e duas argentinas. A Rede Energia é a empresa do setor com o maior prejuízo entre as analisadas com US$ 377,7 milhões de prejuízo. A segunda da lista no setor é a MPX Energia com US$ 217,8 milhões.
O setor de construção de edifícios residenciais tem três representantes brasileiras com a Gafisa, CCDI e Viver. As empresas aéreas Gol e TAM também fazem parte da lista, a primeira com prejuízo de US$ 400,6 milhões (5ª colocação) e a TAM com US$ 178,6 milhões (15ª colocação).
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