MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

terça-feira, 25 de maio de 2021

Sobrecarregado com a CPI no Senado, Governo manobra para barrar PL que legaliza maconha medicinal na Câmara

 


Enquanto a CPI da Pandemia se torna a nova obsessão nacional, a discussão de um dos temas mais polêmicos dos últimos anos continua no Congresso. Trata-se do debate sobre o projeto de lei que legaliza o cultivo de maconha para produção de medicamentos.


Nesta quarta-feira (26/5) seguem os trabalhos da comissão especial da Câmara que debate o projeto. Atolado com a CPI, o governo estava perdendo força para os progressistas - liberais e de esquerda - que formaram maioria, se unindo a favor do PL. A aprovação era iminente.


Mas como a pauta de costumes é um dos pilares do governo, os deputados governistas voltaram suas atenções para o tema e efetuaram manobras que agora assombram a aprovação da matéria na comissão. 


Segundo levantamento do movimento Livres mostra a votação agora está 17 a favor, 15 contra e 3 indefinidos. 


Nesta quarta, o diretor executivo do Livres, Magno Karl, irá falar em nome do Livres em audiência pública proposta pelo presidente da Comissão, Paulo Teixeira (PT), sobre o PL. 


"Até 13 milhões de brasileiros, com diferentes doenças, podem se beneficiar da maconha medicinal de acordo com a Anvisa. Os medicamentos feitos com cannabis já são vastamente utilizados nos Estados Unidos para tratar Epilepsia, Esclerose Múltipla e Parkinson", ressalta Magno.


Sobre movimento Livres

O Livres é um movimento liberal suprapartidário que promove engajamento cívico e desenvolvimento de lideranças, projetos de impacto social e propostas de políticas públicas para aumentar a liberdade individual no Brasil. Com mais de 4 mil associados entre todas as regiões do país, o Livres possui 27 mandatários associados (1 senador, 6 deputados federais, 7 deputados estaduais e 13  vereadores) e um Conselho Acadêmico composto por Elena Landau, Fernando Schuler, Leandro Piquet, Persio Arida, Ricardo Paes de Barros, Samuel Pessôa, Sandra Rios e Paulo Roberto de Almeida. Constituído formalmente como associação civil sem fins lucrativos desde 2018, o movimento nasceu em janeiro de 2016 como uma tendência partidária incubada no PSL com o propósito de renovar o partido, mas deixou a sigla por divergir da entrada do então pré-candidato à presidência Jair Bolsonaro. Para saber mais: https://www.eusoulivres.org/


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