A maior parte da sua equipe de funcionários na Câmara, inclusive, também é formada por pessoas que já foram ligadas às Forças Armadas ou à polícia
por
Estadão Conteúdo
Publicada em TRIBUNA DA BAHIA
Capitão da reserva do Exército, o
deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) tem sua base eleitoral ligada a setores
militares, como os ex-policiais identificados na rede de apoio ao motim
no Espírito Santo.
A maior parte da sua equipe de funcionários na Câmara, inclusive, também é formada por pessoas que já foram ligadas às Forças Armadas ou à polícia.
Como pré-candidato à Presidência, intensificou a presença nas redes sociais e costuma responder diretamente aos internautas. O assédio também cresceu.
Em dias de votação na Câmara, costuma ser abordado com pedido de foto ou para gravar vídeos. "Tem gente que vem aqui e fica o dia inteiro para abraçá-lo e apertar a mão dele", contou Telmo Broetto, ex-agente da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e capitão reformado, funcionário de Bolsonaro há 15 anos.
A maior parte da sua equipe de funcionários na Câmara, inclusive, também é formada por pessoas que já foram ligadas às Forças Armadas ou à polícia.
Como pré-candidato à Presidência, intensificou a presença nas redes sociais e costuma responder diretamente aos internautas. O assédio também cresceu.
Em dias de votação na Câmara, costuma ser abordado com pedido de foto ou para gravar vídeos. "Tem gente que vem aqui e fica o dia inteiro para abraçá-lo e apertar a mão dele", contou Telmo Broetto, ex-agente da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e capitão reformado, funcionário de Bolsonaro há 15 anos.
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